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A vida é feita de Escolha. Escolha o seu Futuro.

A vida é feita de escolha e elas podem determinar como vai ser o seu amanhã, por isso é tão importante pensar em tudo que faz. Você tem que escolher o seu futuro.

Você está pensando nestas escolhas? Veja este vídeo abaixo e faça esta reflexão.

 

Você já traçou os seus objetivos, as suas metas, os seus sonhos? Esteja preparado para o acerto final com você mesmo.

Aqui no blog estamos sempre falando disso, e estou preparando um material com a informação de diversos livros que ando lendo.. Mas isso é futuro..

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Futuro profissional: carreira pública ou privada?

Este post é uma parceria com o Mundo Carreira.
No começo da vida profissional, ao escolher qual profissão irá exercer durante tantos e tantos anos, uma dúvida sempre surge na cabeça das pessoas: carreira pública ou privada? Antes de escolher entre trabalhar em uma empresa da iniciativa privada ou em instituições públicas, é essencial que se conheça as principais vantagens e desvantagens de cada setor. Vamos dar nossas opiniões sobre quais os caminhos a seguir dentro de cada área.
concurso público
No campo do serviço público, a estabilidade no cargo é o principal atrativo e fator decisivo para mais de 10 milhões de brasileiros que se candidataram a milhares de vagas nas instituições públicas em todo o território nacional no ano de 2013. O trabalhador contratado por concurso só pode ser demitido se cometer infrações graves, como roubo. Outro ponto positivo é a média salarial inicial superior se comparada ao setor privado, ou seja, o início de carreira em serviços públicos é mais atrativo para quem busca uma remuneração elevada logo de início.
Porém, este cenário se altera com o passar dos anos. As possibilidades de crescimento no setor privado são maiores e, consequentemente, os salários oferecidos a gerentes ou presidentes de empresas são bem mais elevados do que aqueles praticados dentro do serviço público, entretanto, não há uma estabilidade garantida, como nos cargos públicos. O profissional é constantemente cobrado por resultados e a pressão aumenta conforme o crescimento dentro da empresa.
Os riscos são maiores no setor privado, mas os ganhos também são em caso de sucesso profissional. Em cargos públicos, o ganho inicial geralmente é mais elevado, há estabilidade no emprego, porém, não há oportunidades frequentes de mudança de atividades ou promoções, por exemplo.
O que a pessoa deve analisar é o próprio perfil. Quem gosta de assumir riscos, que busca cargos superiores e com salários elevados, deve orientar-se ao setor privado. Já quem busca uma carreira mais sólida, tranquila no ponto de vista de estabilidade, deve procurar concursos públicos.

Qual caminho seguir?

Quem deseja seguir uma carreira dentro do serviço público brasileiro deve ficar atento aos concursos públicos. São provas discursivas ou objetivas, que avaliam a aptidão dos candidatos e selecionam aqueles que passarão para as fases seguintes do concurso ou mesmo aqueles que garantirão as vagas oferecidas. É um tipo de vestibular, ou seja, os melhores classificados na prova são também aqueles aprovados e que ficam com a(s) vaga(s).
A obrigatoriedade dos concursos trouxe para a administração pública a possibilidade de selecionar pessoas qualificadas e com os conhecimentos necessários ao exercício da futura atividade.
Já quem tem interesse em integrar empresas do setor privado, o caminho é totalmente diferente. A pessoa deve ficar atenta a oportunidades de trabalho, vagas abertas em empresas, estágios remunerados ou não, ou mesmo programas de trainee e deve demonstrar qualificação.
Cada carreira tem características próprias, vantagens e desvantagens e é importante conhecê-las antes de fazer sua escolha. Não há melhor ou pior, o que existem são perfis diferentes de pessoas e o que é vantagem para um, pode ser prejudicial para outro.
Este é um post em parceria com o Mundo Carreira, e ai vocês gostaram? E qual carreira vocês desejam seguir?
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Dar um Bom Resultado ou uma Boa Desculpa?



Hoje as empresas procuram quem ofereça resultados, pois quem justifica e dá desculpas virou lugar comum

Recentemente num bate papo ele falou a seguinte frase: as pessoas que não entregam "o combinado", o resultado esperado, só tem uma coisa a fazer : DAR UMA BOA DESCULPA.

Então podemos entender o seguinte: ou você dá um RESULTADO, ou uma DESCULPA.

desculpa vai



Normalmente, as pessoas que não concluem seus objetivos ,estão focadas em dar desculpas pelas suas falhas. Acham normal não cumprir com o combinado.Cada dia fica mais difícil encontrar pessoas FOCADAS na solução.

Aliás, se eu escrevesse um livro SOBRE AS DESCULPAS MAIS COMUNS APRESENTADAS ,não seria um livro só, seria no mínimo uma série de uns 10 livros com 500 páginas cada um. AS PESSOAS ESTÃO SE ESPECIALIZANDO EM DAR DESCULPAS, o que é lamentável, já que o mercado corporativo quer saber de RESULTADOS.

Na realidade o mercado pouco se importa com todo o seu esforço , suas dificuldades, tombos, etc, o mercado quer saber quais resultados você apresentará.Você pode ser carismático, amigável, fácil de lidar,mas se seus resultados forem aquém do esperado, saiba que seus dias estão contados.Pode parecer cruel este meu posicionamento, mas é a realidade. O mundo não tem tempo a perder com pessoas que querem assistir o sucesso dos outros.

O mundo está aberto a quem quer ser protagonista e as portas se abrem para quem sabe o que quer e o que esperam dele. Pessoas assim sabem que estão neste planeta para FAZER A DIFERENÇA e que NÃO ESTÃO DE FÉRIAS. Que cumprir prazos é fundamental. SER DISCIPLINADO E PERSEVERANTE são grandes qualidades.

Em muitas entrevistas de emprego ou conversar com outros profissionais, pergunto: porque uma empresa deveria lhe contratar? Que resultados você entregará? Qual o seu diferencial? Que problemas você se propõe a solucionar? E para minha tristeza e decepção a resposta não ocorre e o que vejo é uma pessoa com cara de espanto querendo dizer apenas: O QUE VOCÊ QUER DIZER COM ISSO?

Se você quer fazer parte do TIME que dá resultados e apresenta ALTA PERFORMANCE, por favor, responda à essas perguntas e NÃO SEJA MAIS UM. O mercado tá cheio de MESMICE, cheio de gente copiando e nada criando. Muitos sequer tem ideias próprias, são meros papagaios repetindo o que leram ou ouviram de outras pessoas.
Business Focus



E tudo isso, faz parte de uma educação de terceiro mundo como é a nossa que educa para SERMOS IGUAIS, NOS ENQUADRARMOS NO MODELO, PARA ACEITARMOS TUDO sem questionar, e principalmente, para sermos EMPREGADOS de alguém e acatar todas as ordens.

Ser empregado de alguém não é problema algum, nem demérito, o problema está em achar que o PATRÃO é seu dono e que dele devem partir todas as ordens e que você, apenas deve executar sem questionar ou nada a acrescentar , anulando-se completamente como profissional, como pessoa.Vejo verdadeiros gênios sendo anulados por um sistema que os faz abaixar a cabeça e garantir o seu emprego. Vejo gênios com alto potencial serem aniquilados porque alguém incutiu neles a crença de que ELES NÃO SÃO CAPAZES, mas na realidade são pessoas brilhantes atuando no anonimato. E VOCÊ PODE SER UMA DESSAS PESSOAS BRILHANTES VIVENDO NA SOMBRA DE ALGUÉM que você, provavelmente, reverencia e considera um ser superior a você.NINGUÉM É SUPERIOR A NINGUÉM.

Reverenciar pessoas, também, não é problema algum, desde que você não se anule e essa pessoa lhe dê oportunidades de crescimento pessoal e profissional.Por favor, pare de dar desculpas, olhe ao seu redor, veja a realidade e SINTA QUE VOCÊ PODE IR ALÉM.

Nós precisamos de pessoas como você, ACREDITE.Mas saiba, quais resultados esperam de você.

SE FOR PRAZO,CUMPRA

SE FOR META, ULTRAPASSE.

SE FOR IDÉIAS, APRESENTE-AS.

SE FOR ESTRATÉGIAS, APLIQUE-AS.

Parta para a ação. RESULTADO SÓ ACONTECE se você AGIR.

COMECE AGORA.OU ENTÃO..DÊ UMA BOA DESCULPA...aliás, mais uma.

E você vai dar um bom resultado ou mais uma desculpa? Comentem e nos acompanhem noTwitter, RSS e Facebook.


Este post é uma adaptação do Administradores.

Quem está olhando para o seu futuro? Ninguém?

Todas as empresas, principalmente as médias e grandes empresas estão ou deveria estar preocupadas com o futuro do seus funcionário, isso é com o plano de carreira dos mesmo. Mas cada um é responsável por definir seus objetivos, isto é, definir onde, quando e como atingir suas metas.
plano de carreira
O grande problema para as empresas é o conflito de planeja a carreira dos funcionário e poder dar uma carreira para os mesmo. Isso pelo simples fato de que não existe mais o espaço para se "FAZER CARREIRA", por que as empresas já não podem mais garantir uma estabilidade, pois nem mesmo as empresas possuem esta estabilidade, devido os problemas financeiros, vendas e compras e outras coisas do mundo corporativo.
Mas isso não quer dizer que os funcionário não devem ter plano de carreira. O plano de carreira tem por objetivo colocar a pessoa nos trilhos do sucesso pessoal, profissional, familiar e comunitário, programando, assim, o crescimento nas quatro áreas de maneira eficaz.
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Ele possibilita programar o tempo necessário para alcançar os objetivos e avaliar se os conhecimentos são suficientes ou não para realizar os projetos. Se não for, onde e quando buscá-lo? Do que precisa abrir mão, no presente ou no futuro, para tornar real os sonhos? Investir mais ou menos energias em determinado momento, ajuda a conhecer tendências do mercado futuro e se programar para ser bem sucedido nas mudanças.
O plano de carreira ajuda a pessoa a ter controle sobre sua própria vida evitando que perca tempo, conhecimentos, dinheiro, energias com que não vai trazes os resultados esperados. Para a empresa: diminui riscos, rotatividade, funcionários motivados, aumenta a produtividade, qualidades dos serviços e ganhos financeiros entre outras coisas.

Existem um momento para elaborar um plano de carreira?

    1. Quando não se definiu o que almeja na vida, em que mercado trabalhar, qual curso fazer, qual profissão seguir para o resto da vida útil. Ou ainda, aquele que passou por uma decepção profissional e quer encontrar uma nova carreira ou busca ter seu negocio próprio...
    2. Quando a pessoa que trabalhou por vários anos em um seguimento do mercado e perdeu o emprego por motivo de idade ou por ser uma profissão que esta a caminha da extinção; a pessoa que tenha dificuldade de se recolocar na mesma atividade e por isso busca uma nova profissão...
    3. Quando uma pessoa trabalhou algum tempo em uma empresa e pretende mudar de departamento ou cargo dentro da própria empresa e tem encontrado dificuldades para alcançar seus objetivos dentro da empresa ou organizar-se para abrir e administrar um negocio próprio paralelo à sua atividade na empresa, se preparar para mudar de emprego...
    4. Quando se tem seu próprio negocio, mas não esta progredindo como gostaria; quem tem sua empresa bem sucedida e pretende buscar uma segunda opção no mercado, ou, quando está deixando de trabalhar por conta própria e quer voltar ao mercado com carteira assinada...
    5. Quando a pessoa se aposentou ou esta prestes a se aposentar e não quer ficar parado; quando esta fora do mercado de trabalho por motivo (particulares).
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    Para cada momento desses o plano de carreira tem suas variáveis, porem, ele é de suma importância para que a pessoa chegue aos seus objetivos mais rápidos e com eficácia.

    Plano de carreira funciona?

    Sim. Se a pessoa tiver disciplina, determinação, paciência e abrir mão das facilidades em prol dos seus objetivos. Sempre encontro pessoas com um potencial enorme, mas não chega a lugar algum ou demora muito mais que deveria para alcançar seus objetivos e, às vezes, até perdem o emprego ou oportunidade de crescimento por não terem um plano de carreira.
    Agora que sabemos que cada um de nós temos que olhar para o nosso futuro, vamos em um próximo post falar como se faz um plano de carreira.

    O que mais vocês querem saber sobre plano de carreira? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Administradores e Imasters.

    É possível "queimar" um currículo?

    Nesse final de semana, em um compromisso social onde estava presente, eu ouvi um interessante comentário a respeito de currículos de um profissional da área de design. Ele falava a respeito de problemas com candidatos que ficaram pouco tempo em várias empresas diferentes e começamos a debater sobre o assunto. Trago aqui uma postagem minha com base nisso.

    Afinal de contas, é possível "queimar" um currículo? Estragar ele com várias experiências profissionais de pouca duração? Mas e quanto aos profissionais que passaram por várias empresas "azaradas" e tiveram seus departamentos desfeitos ou transferidos de cidade/estado e não puderam ir?

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    Um currículo não "se queima". O profissional é que dá um rumo errado à sua carreira, na maioria das vezes. Então vamos ao tópicos da questão.

    Carreira sem rumo

    Sabemos todos que vivem em um país com muitas dificuldades sociais e econômicas, principalmente. Aliado a isso, temos um mercado de trabalho muito delicado que ao mesmo tempo pede mão-de-obra qualificada, mas algumas vezes não dá condições de trabalho suficientes para que o trabalhador se qualifique: pouco tempo livre, trabalho pesado, sobrecarga de trabalho, horários não flexíveis, colegas de trabalho que não fazem nada e assim por diante.

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    Porém isso nunca pode ser "desculpa" para não se qualificar. Cursos, escola, faculdade, seminários, workshops, tudo conta. Dar um rumo à carreira também pode significar agarrar as poucas chances que temos na vida. Afinal... Mais vale um pássaro na mão que dois voando, já diz a sabedoria popular.

    Além disso temos muitos profissionais que simplesmente não sabem o que querem fazer, pois estão sempre perseguindo o sonho do trabalho perfeito (o quero fazer apenas o que eu gosto).

    Pouco tempo nas empresas

    Como dito na introdução desta postagem, falta de sorte existe. Porém, não se pode deixar abater por isso. O tempo que você fica "parado", ou seja, desempregado, conta também. Enquanto estiver trabalhando, procure sempre estar antenado com o mercado de trabalho através da internet, de jornais, da TV e assim por diante.

    Temos também aqueles profissionais que trocam de empresa como trocam de roupa. Uma troca de empresa pode ser analisado como experiências profissionais, mas quando esta mudança de empresas é muito grande pode realmente queimar o curriculo

    O segredo para se dar bem

    Existe algum segredinho para se dar bem com um currículo assim? Sim, existe! O segredo é a entrevista! Pessoas que não tem um currículo tão bom, porém que sabem falar, se comportar e medir seu vocabulário quase sempre acabam por serem contratadas.

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    Veja nos 2 post a seguir algumas dicas para entrevista que já postamos aqui no blog, As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego e também As dez perguntas mais comuns nas entrevistas de emprego.

    Não basta tem um bom currículo ou currículo mediano. Aquela velha expressar de "saber vender seu peixe" vale muito na entrevista, mas também não é tudo, ter um bom currículo também conta. Muitas vezes o seu conceito de profissionalismo com o recrutador aumenta - e muito - quando você vai bem na entrevista. Invista em você mesmo!

    As redes sociais podem queimar seu filme; saiba evitar!

    Dependendo do ramo de atuação de um profissional da área de tecnologia, não se pergunta se ele está em alguma rede social, mas sim de quantas comunidades virtuais ele participa. E num cenário de massificação do acesso a banda larga no Brasil, as consultorias de recrutamento têm investido numa nova forma- simples e barata – de avaliar o candidato a uma vaga: fuçar em seu perfil virtual.

    É um mal necessário. Se você está, precisa tomar cuidado para não “queimar o seu filme” com a empresa. Se você não está, pode ser visto como um futuro anti-social low-tech na companhia, coisa que ninguém quer. Então, como se portar diante das muitas opções que as redes sociais oferecem?

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    Segundo o consultor Vladimir Valladares, da V2 Consulting, as armadilhas estão espalhadas por toda a rede e as pessoas que estão pleiteando vagas devem ficar atentas. Ele lembra que se o candidato tiver fotos comprometedoras ou mesmo pertencer a comunidades que vão contra os princípios da empresa, provavelmente ele será descartado.

    Veja, agora, quais são as 7 dicas para não queimar seu filme em redes como orkut, LinkedIn e Facebook, publicada numa reportagem assinada por Max Gonzales, editor de TI da revista INFO:

    1.Saia bem na foto

    Se você vai usar a rede para encontrar emprego, esqueça qualquer tipo de foto comprometedora. Poses ridículas, vulgaridades e bebedeiras podem liqüidar suas chances de cara.

    2. Eu odeio…

    Você contrataria um membro da comunidade “Odeio meu chefe”? Percebe o vacilo? Deixe as opiniões polêmicas e exaltações de ódio para a mesa do happy hour.

    3. Assaltaram a gramática!

    Como num currículo, seu perfil deve ter linguagem impecável — sem erros de português ou de outra língua, se for o caso. Na dúvida, peça ajuda para revisar o texto.

    4. Fique na sua

    Não queira ser amigo de quem nem sabe que você existe. Como na vida real, peça para ser apresentado e tenha um bom motivo profissional.

    5. Meu defeito é ser perfeito

    A propaganda é a alma do negócio. Mas não exagere ao descrever suas qualidades, nem invente. Na web, a mentira tem pernas bem mais curtas.

    6. Vote em mim!

    Pega mal (e muito) ficar pedindo para os seus contatos escreverem recomendações e depoimentos. Deixe a iniciativa a critério deles.

    7. Spammer, eu?

    Nas redes sociais, mandar mensagens em massa é tentador. Mas só envie algo a quem realmente pode se interessar.

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    Este post é uma adaptação do Emprego Virtual e do Blog Kombo.

    As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

    Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Sempre recomendamos que faça uma mentalização do que irá dizer e como irá estruturar suas idéias para o entrevistador e esses tópicos poderão ajudá-lo nesse exercício. Leia com atenção, treine e boa sorte!

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    1. Fale sobre si.

    Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

    2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?

    Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

    3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?

    Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

    4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?

    O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

    5. O que procura num emprego?

    As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

    6. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.

    Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

    7. O que você faz no seu tempo livre?

    Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

    8. Quais são as suas maiores qualidades?

    Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

    9. E pontos negativos/defeitos?

    Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.

    Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

    10. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?

    Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

    11. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?

    Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

    E vocês tem mais dicas? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Curricular.

    Se você é tão inteligente, por que ainda não é rico?

    Em algum momento da vida você já se fez esta pergunta? Ou pior: alguém (um amigo ou parente) já te fez essa pergunta, naquele momento mais inconveniente possível e com direito a plateia? Quanto mais aprendo sobre o dinheiro, mais aceito que o dinheiro e a inteligência são menos relacionados do que gostamos de acreditar.

    No entanto, ter menos relação do que se imagina por aí é completamente diferente de não ter relação alguma. A inteligência é, em qualquer situação, uma vantagem. Pessoas inteligentes sempre terão mais facilidade em atingir determinado objetivo, seja ele qual for. Vamos tentar descobrir então porque pessoas inteligentes (como você, leitor) ainda não ficaram ricas ou estão enfrentando dificuldades financeiras.

    Existem inúmeras formas de se ganhar dinheiro. Entre as mais populares estão desenvolver uma brilhante e sólida carreira profissional, investir sabiamente ou dar vazão aos nossos dotes empreendedores, criando novos negócios que podem virar as novas estrelas do mundo empresarial.

    Rico-e-pobre

    Claro que existem algumas alternativas mais fáceis e mais rápidas, como receber uma grande herança, ganhar na loteria ou investir em alguma atividade criminosa (brincadeirinha...), mas essas são formas sobre as quais temos pouco controle e dependem, mais que nunca, do fator sorte (como a “sorte” de nascer em uma família rica). Por isso, vamos restringir nossa análise às três possibilidades citadas inicialmente.

    Vamos começar pela carreira profissional

    Você é inteligente, mas sua carreira profissional está “empacada” em um nível significativamente abaixo da sua real capacidade. O que pode estar acontecendo? O combustível de uma carreira bem-sucedida é o conhecimento e uma eficiente rede de contatos (o popular networking).

    carreira

    Tratemos do conhecimento. Muito se fala em plano de carreira, mas você já fez um “plano de aprendizado”? Já parou para pensar em quais as habilidades que terão maior poder para alavancar sua carreira? Antes de tecer qualquer comentário, quero deixar claro que sou um dos maiores defensores da chamada “cultura geral”, é hora de sermos mais pragmáticos: se você trabalha na área financeira (e pretende continuar nela), talvez investir seu tempo e dinheiro naquele curso de web design não seja a melhor pedida.

    Outro exemplo são as línguas estrangeiras. Muitas pessoas reclamam que têm dificuldade em aprender inglês - que, gostemos ou não, é o idioma dos negócios. Em meu trabalho, por exemplo, 90% das informações e manuais técnicos são em inglês. Alguém que não tenha um domínio mínimo do idioma, mesmo que nunca na vida vá falar em inglês com alguém, terá poucas chances de sobrevivência.

    Ainda assim, muitas pessoas preferem investir em línguas “exóticas” do mundo dos negócios, como o francês (me perdoem, francófonos!) e outras sem ter condições de sequer ler uma legenda de foto em inglês. Isso limita muito o avanço da carreira. Sorry, é a mais pura verdade.

    Vamos agora aos investimentos

    Você tem alguma proficiência financeira? Sabe a diferença entre renda fixa e renda variável? É daqueles que tem preguiça de ler o caderno de economia e prefere ligar para aquele amigo da corretora atrás de uma “dica quente” na bolsa? Ou é daqueles sujeitos que morrem de medo do mundo das finanças e guardam dinheiro “embaixo do colchão”, usando alternativas ultraconservadoras e que rendem pouco?

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    Tem um tipo de “investidor” que é o pior de todos. É aquele que acha que está fazendo “brilhantes” investimentos, mas ao mesmo tempo se enfia em dívidas que corroem os rendimentos de seus investimentos juntamente com o resto do capital. É o pecado da contabilidade mental. Pessoas inteligentes às vezes investem de forma pouco inteligente. Será o seu caso?

    Por fim, chegamos ao empreendedorismo

    Você é um sujeito brilhante, tão brilhante quanto suas idéias de negócios, mas vive paralisado pelo medo. Se sujeita a viver na mediocridade para não ter que enfrentar alguns fantasmas fora de sua zona de conforto. Sua tolerância ao risco é ZERO (e ZERO serão as suas chances de dar um grande salto de qualidade em sua vida desse jeito).

    Ou então é uma pessoa que tem hábitos crônicos de protelação, não termina aquilo que começa e é incapaz de cumprir aqueles compromissos que assume consigo mesmo. Verdadeiros empreendedores são comprometidos acima de tudo (aliás, comprometimento é uma característica dos profissionais e investidores de sucesso também).

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    Você se viu em alguns dos exemplos descritos? Se sim, grande é a chance de que você tenha descoberto o que é que está bloqueando seu progresso. Certo? Ok, mas, aqui entre nós, aposto que você já sabia...

    Então mãos à obra, remova esses obstáculos e desfrute de uma vida financeira à altura de sua inteligência!

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    Este post é uma adaptação do Dinheirama.

    As 10 profissões que são mais estressantes, veja se a sua está na lista

    Depois de listar as 10 profissões que trazem mais felicidade (link na imagem abaixo), o site de empregos CareerCast coloca, agora, na berlinda as carreiras com os piores índices de estresse.
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    Para montar o ranking, o site avaliou 200 profissões diferentes nos Estados Unidos. Entre os critérios estavam condições do ambiente de rabalho, grau de competitividade e riscos no trabalho, além de salário e potencial de crescimento na carreira.
    De acordo com um estudo recente da Associação de Psicologia Americana, 70% dos profissionais apontam seus empregos como a principal causa para sintomas de estresse. size_590_post-it-estressado
    No Brasil, o cenário não é diferente de acordo com o a Exame.com, veja a lista abaixo e veja se a sua profissão está na lista:
    1. Pilotos de aviões comerciais
    Por mais seguro que seja o transporte aéreo (visão esta das companhias do aéreas) os pilotos de avião sentem na pele (e na mente) o peso da responsabilidade de conduzir as vidas de centenas de pessoas céus afora.
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    No topo do ranking, os pilotos comerciais apresentaram um nível de estresse de 59.53. Além dos cuidados com a segurança dos passageiros, eles sempre têm de estar dentro dos horários de vôo estabelecidos, além de trabalhar por várias horas seguidas.
    No Brasil, as companhias aéreas começam a sofrer com a falta de profissionais bem qualificados no setor. Para pleitear uma oportunidade em companhias como TAM e Gol, os pilotos precisam contabilizar mais de 1.500 horas de voo. A licença para piloto comercial sai por 35 mil reais, mas o valor das despesas com formação acadêmica e profissionalizante pode dobrar esse valor.
    Os salários podem chegar a 16 mil reais.
    2. Relações públicas
    Ser a ponte entre as empresas e o público em geral não é tarefa fácil. Resultado? A carreira de Relações Públicas conquistou a segunda posição do ranking com nível de stress em 47,6.
    “Trabalhamos sempre sob pressão. O relações sempre corre na frente para cuidar da imagem da empresa”, afirma Maria Amélia Cruz, presidente da Confederação Nacional de Relações Públicas. “Não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais”.
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    A carreira, segundo a especialista, vive uma fase favorável no Brasil. O problema, no entanto, é o reconhecimento pelas empresas. “Raramente, há anúncios voltados especificamente para relações públicas. O mercado está muito competitivo”, diz.
    Nos Estados Unidos, segundo dados da pesquisa, um profissional de relações públicas pode trabalhar em média 9 horas por dia. “Mas não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais”, afirma Maria Amélia.
    Os salários para profissionais com mais experiência podem ultrapassar os 10 mil reais.
    3. Executivo sênior
    Chegar no topo do escalão é o objetivo de quase todo profissional que trabalha em grandes empresas. No entanto, a pesquisa mostra que maior status profissional e salarial é diretamente proporcional aos níveis de estresse.
    Com jornadas que podem superar as 11 horas por dia, os alto executivos apresentaram níveis de estresse de 47.41, segundo a pesquisa. A pressão por resultados, a responsabilidade de gerir e conhecer em profundidade detalhes de vários departamentos contribuem para o cenário.
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    No Brasil, de acordo com especialistas, a realidade pode ser mais alarmante. “No dia-a-dia, o executivo precisa driblar uma série de questões políticas ou de infraestrutura que impactam o ciclo produtivo, sem contar que o custo Brasil é muito alto”, afirma Davi Braga, gerente de negócios da Dasein.
    Isso significa que, em solo brasileiro, o tamanho do abacaxi que cada executivo tem que descascar é grande – fato que exige profissionais mais experientes e com uma senioridade elevada.
    Por conta disso, segundo uma pesquisa recente da consultoria Dasein, em 2010, os executivos que trabalham em São Paulo receberam salários maiores do que profissionais que têm o mesmo cargo em Nova York. De acordo com o estudo, um diretor de uma empresa em São Paulo teve, em 2010, remuneração anual média de 243 mil dólares.
    4. Fotojornalista
    Estar em lugares inóspitos e brigar por espaço para conseguir os melhores enquadramentos. A combinação de fatores que tornam a rotina de um fotojornalista estressante é até óbvia.
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    Some-se a isso salários nem tão atraentes, horários estranhos e muita pressão. Pronto, terá como resultado um nível de estresse de 47.09.
    No Rio de Janeiro, fotojornalistas freelancers recebem cerca de 840 reais por foto publicada em capa de revista.
    5. Repórter
    De dentro de um estúdio, redação ou direto do local dos acontecimentos, o repórter deve ser o primeiro a levar o fato do momento para o público. O profissional que trabalha na busca pelas notícias em tempo real vive sob pressão.
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    Os prazos de entrega apertados, a constante procura pelo inédito, longas horas de trabalho e, muitas vezes, a exposição a situações de perigo faz com que o jornalista atinja o nível de estresse de 43,56.
    O repórter no estado de São Paulo recebe a partir de 1,9 mil por cinco horas de trabalho, de acordo com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj). Profissionais com mais experiência ou com mais exposição em telejornais, no entanto, podem ganhar até 200 mil reais em salário e benefícios.
    6. Executivo de contas
    O profissional que traduz os desejos do cliente à área de criação da agência de publicidade vive sob pressão. É o chamado executivo de contas ou “atendimento” que fica responsável por fazer a relação entre as duas pontas ser satisfatória.
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    Fazer esse meio de campo pode ser estressante e exigir dedicação de várias horas de trabalho por dia. Segundo o estudo, um executivo de contas trabalha, em média, 9, 5 horas por dia e atinge até 41,05 pontos em nível de estresse.
    “A rotina é estressante porque geralmente o profissional deve cuidar de várias contas ao mesmo tempo e dar atenção personalizada para cada cliente”, diz Marcelo D’Emídio, chefe do departamento de marketing da graduação da ESPM-SP.
    O executivo de contas enfrenta ainda um mercado “extremamente competitivo”, conta D’Emídio, “tendo que estabelecer estratégias para resultados positivos e de alguma forma fidelizar a empresa-cliente para que ela não mude de agência”.
    7. Arquiteto
    Com nível de estresse de 39,93, os arquitetos estão na sétima posição do ranking do CareerCast.
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    Mas as pressões, segundo o arquiteto Marcílio Barotti, não estão ligadas ao processo de elaboração do projeto. “O problema são os entornos, a burocracia para aprová-lo junto à prefeitura, as reclamações dos vizinhos e preocupações dos clientes”, diz.
    Ele, que trabalha 12 horas todos os dias, estima que, em média, um arquiteto com experiência e negócio estabelecido receba em torno de 20 mil reais por mês.
    8. Corretor de Valores
    Um telefone em cada mão e sempre de olho na movimentação de ações nas bolsas de valores em todo o mundo. O corretor de valores no Brasil não corresponde à a imagem que se vê nos filmes, de gritaria com a variação de humor dos mercados, que é mais comum em bolsas no exterior.
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    Mesmo assim, a profissão exige jogo de cintura para sobreviver às pressões de clientes investidores e às alterações rápidas e, muitas vezes, abruptas, do mercado de ações.
    O corretor de valores é responsável pela compra e venda de ações, ou outro tipos de título, para investidores de acordo com as tendências do mercado e procurando atingir o melhor resultado.
    Com essa missão, o profissional que trabalha, em média, 8 horas por dia pode atingir o nível de estresse de até 39,7.
    9. Técnico de emergência médica
    Os profissional da área de saúde que faz o primeiro atendimento emergencial são os responsáveis por manter vivo o paciente até a chegada ao hospital. O socorro pré-hospitalar é geralmente feito por técnicos de emergência médica em diversos níveis.
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    Paramédicos e socorristas que cumprem essa função trabalham longas horas sob pressão, muitas vezes em turnos noturnos de atendimento e plantões de 24 horas.
    Sem rotina precisa, os técnicos de emergência médica podem atingir o nível de estresse de 39,68.
    10. Corretor de imóveis
    A crise financeira americana (que teve seu estopim no mercado imobiliário) pode ter ajudado a colocar os corretores entre as piores profissões em termos de estresse.
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    No Brasil, de acordo com Carlos Kapudjian, diretor de Vendas da Lopes, o cenário é diferente. Otimista, ele prefere descrever a rotina de trabalho dos corretores de imóveis no país como agitada.
    E os motivos para isso são positivos. Impulsionado pelas facilidades de crédito, aumento da renda e bônus demográfico, o mercado imobiliário brasileiro está a todo vapor.
    "O corretor precisa falar com pessoas todos os dias, conhecer novos empreendimentos, cultivar a carteira de clientes que possui, além de estar sempre com o astral bom", afirma o especialista. O resultado da combinação desses fatores podem ser jornadas de trabalho de até 12 horas por dia - mas com direito a uma maior autonomia na hora de escolher sua grade de trabalho.
    Para compensar, os rendimentos mensais podem extrapolar os 30 mil reais para profissionais mais experientes. "É uma carreira que não tem limite de ganho. O salário é 100% variável, por isso, é muito competitivo". Mas, na opinião dele, isso não implica, necessariamente, em uma rotina negativa em termos de estresse.


    Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, algo que pode colocar ou tirar a sua profissão desta lista. Dé uma olhada na metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done e veja o vídeo abaixo.

    Após a leitura você concorda com esta lista? E a sua profissão está nesta lista? Ou a sua profissão está na lista de profissões que trazem mais felicidades?

    Este post é uma adaptação do Exame.com.

    As 10 profissões que trazem mais felicidades, veja se a sua está na lista

    Pesquisa divulgada pelo site Career Bliss mostra quais são as profissões que trazem mais satisfação nos Estados Unidos.
    Para chegar a essa lista, o site coletou a avaliação de 200 mil profissionais sobre 70 mil empregos nos Estados Unidos. Ao todo, foram 1,6 milhão de votos em nove fatores de felicidade no trabalho.
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    Entre os critérios analisados estavam relacionamento com a chefia e colegas de trabalho, ambiente de trabalho, salário, oportunidade de crescimento na carreira e cultura corporativa, entre outros
    Eu tenho certeza que no Brasil é totalmente diferente. Veja esta lista e comente se você concorda ou não.
    Vamos a lista:
    1. Biotecnologia
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    Os americanos decidiram entregar o prêmio de carreira que traz mais felicidade à biotecnologia. A profissão recebeu uma pontuação de 3.275 nos nove critérios da pesquisa. Na lista do Career Bliss, os profissionais dessa área apontaram o relacionamento com seus pares como o fator mais importante de seu trabalho.
    Ao combinar conceitos de engenharia, tecnologia e ciências biológicas, a carreira, relativamente nova, tem uma área de atuação ampla.
    Profissionais de biotecnologia podem atuar em projetos ligados ao setor de desenvolvimento sustentável, na indústria farmacêutica, de alimentos ou mesmo no agronegócio.
    No Brasil, a carreira de biotecnologia é uma das mais aquecidas do mercado. Entre os fatores para isso estão a crescente procura por meios para tornar a produção agrícola mais eficiente e os investimentos em projetos ligados a fabricação do etanol de primeira e segunda geração.
    2. Atendimento ao consumidor
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    Com uma pontuação de 3.180 na pesquisa, os americanos que trabalham na área de atendimento ao consumidor chegaram à segunda posição da lista. Para eles, o controle sobre o próprio trabalho é o ponto mais importante da profissão.
    A posição dessa carreira no ranking surpreendeu Matt Miller, CTO do Career Bliss, de acordo com a revista Forbes. No entanto, o especialista justifica o fato com as características do próprio trabalho no departamento de atendimento ao consumidor.
    Geralmente, segundo ele, os profissionais do setor são pessoas que gostam de se relacionar e ajudar os outros – necessidade que é, perfeitamente, respondida neste tipo de carreira.
    No atendimento ao consumidor, eles podem conversar com pessoas todos os dias e ter controle sobre suas próprias tarefas e decisões. Realidade distante da experimentada por algumas categorias de atendimento ao cliente no Brasil, como os serviços de call center.
    3. Educação
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    Na terceira posição do ranking, está o setor de educação com pontuação de 3.084 na pesquisa. De acordo com o estudo, os profissionais do setor são os que mais valorizam suas tarefas diárias, como trabalhar com crianças.
    Mas não é só isso que torna os professores do setor de educação infantil dos EUA mais felizes. Na pesquisa, eles avaliaram como segundo ponto mais importante das suas carreiras a maneira como faziam o próprio trabalho. O relacionamento com os colegas é o terceiro item de maior satisfação no setor.
    4. Administração
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    Atuar no setor administrativo de grandes empresas também torna os profissionais mais felizes. Tanto que o cargo alcançou a quarta posição na lista do Career Bliss. Na pesquisa, este tipo de função ganhou pontuação de 3.066.
    Uma das razões para a avaliação tão positiva está na rotina diária dos profissionais do setor. De acordo com a pesquisa, esse é o critério mais valorizados pelas pessoas que trabalham na área administrativa.
    5. Compras
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    O poder conferido aos profissionais que trabalham no setor de compras faz dessa carreira a quinta a trazer mais alegria aos seus funcionários. Na pesquisa, o setor ganhou pontuação de 3.065.
    De acordo com os organizadores da pesquisa, a rotina permeada por negociações e decisões ligadas às estratégias da empresa trazem um sentimento de satisfação para os profissionais da área.
    6. Contabilidade
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    Com pontuação de 3.059 na pesquisa, a carreira de contabilidade também está em alta no Brasil. Nos Estados Unidos, o ponto de contentamento vai para o fato de que essa é uma área estratégica dentro das empresas.
    O crescimento da presença das empresas brasileiras no mercado financeiro internacional está revolucionado o perfil dos contadores no Brasil. Por aqui, ele deixa de está deixando o caráter técnico e adotando uma postura mais decisiva dentro das tomadas de decisões. É deles que parte boa parte das análises que vão balizar as escolhas da diretoria.
    7. Finanças
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    Se as outras carreiras colocaram um ponto final na ideia de que “dinheiro traz felicidade”, os profissionais de Finanças não acreditam nessa premissa. Com pontuação de 3.046, quem trabalha nesse setor tem olhos brilhantes quando o assunto é dinheiro.
    Segunda a pesquisa, o contentamento deles com o trabalho está ligada ao poder que o setor traz para a sua função.
    Vitais para a tomada de decisões e responsáveis por boa parte das transações, quem trabalha no setor não poderia ser mais feliz. Ponto também para os salários competitivos que rodeiam o setor – tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.
    8. Empresas sem fins lucrativos
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    Com pontuação de 3.0039, os profissionais das empresas sem fins lucrativos admitem contentamento com a sua função.
    Motivos não faltam. Segundo a pesquisa, em ordem de relevância, está o fato de controlar suas tarefas diárias, relacionamentos com colegas de trabalho e o tipo de atividade que faz diariamente. Tudo sob a justificativa de fazer o bem à humanidade.
    9. Saúde
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    Cuidar da saúde de terceiros também traz felicidade. Pelo menos, segundo os profissionais de saúde que deram nota de 3.039 pontos para o setor.
    No Brasil, com o envelhecimento da população e enriquecimento da classe média, o setor está em ebulição. Médicos, enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, entre outros, estão entre os profissionais com mais chances de valorização no país nos próximos anos no setor privado.
    10. Direito
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    O salário competitivo é o principal fator por trás dos 3.035 pontos conferidos ao setor jurídico na pesquisa. Mas o que deixa advogados e outros profissionais da área de Direito mais sorridentes vai além dos bolsos mais robustos.
    Reconhecimento social e prestígio da profissão também são responsáveis pela felicidade que embala a carreira dos profissionais que trabalham no setor, como os personagens da série The Good Wife (foto ao lado). Está aí uma pista para o motivo que induz tanta gente a torcer para que você fizesse o curso de Direito na graduação.

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    Após a leitura entendo que você concorda que no Brasil é bem diferente. E a sua está na lista?

    Este post é uma adaptação do Exame.com.