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Os tipos mais chatos de colegas de trabalho e como lidar com eles

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Não tem jeito. A menos que você tenha sido o escolhido para cuidar daquela paradisíaca ilha australiana, terá que conviver com algumas (ás vezes muitas) pessoas no seu local de trabalho. Poucos são os sortudos que fazem parte de equipes afinadas, que se complementam perfeitamente e mais parecem uma família. Geralmente rola um stress, seja por causa do volume de trabalho ou por causa de mera incompatibilidade de gênios. Não adianta, por mais que você goste e seja amigo do colega ao seu lado, uma hora vai se irritar com ele. Vamos pensar um pouquinho sobre os diversos tipos de colegas chatos e como lidar com eles?

O Folgado

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É aquele que faz cara de ocupado, mas passa o dia inteiro no MSN combinando festa com os amigos. Na hora das reuniões, tenta levar crédito pelo trabalho de todo mundo e irrita profundamente. Mas como o cara é parceiro de cerveja no final de semana, o povo acaba relevando. Solução: chama o cara para o trabalho. Pede ajuda, envolve a criatura nas atividades realizadas. E se não adiantar, chama o chefe.

O Olheiro

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Esse tipo está o tempo todo andando pela empresa. Sabe onde todo mundo está e o que está fazendo. Quem já terminou o trabalho, quem ainda tem pendências, quantas vezes cada um foi no banheiro ou tomar café. Cuida da vida e do trabalho de todos enquanto o dele se acúmula em cima da mesa. Passa tanto tempo preocupado com o trabalho dos outros que nunca tem tempo pra fazer o seu.

O Fofoqueiro

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Apesar de levarmos sempre a fama, os homens são igualmente (ou até mais) fofoqueiros. Em todo lugar tem aquela pessoa que gosta de comentar a vida de todo mundo, e nem sempre de uma maneira legal. A maldade destilada atinge desde o nosso desempenho no trabalho até a nossa vida pessoal. Para uma criatura assim, só há uma coisa possível a ser feita: manter distância. Muita distância. Mesmo que tenhamos muita curiosidade para saber o que está acontecendo na vida de todo mundo, a próxima vítima pode ser você.

O Reclamão

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O cara passa o dia se lamentando: as pessoas são chatas, o trabalho é insuportável, a vida é uma merda. Meia hora ouvindo aquilo ali e parece que você está carregando o mundo nas costas, de tão negativa que é a sua energia. Solução: educadamente, sugira ao colega que procure uma atividade que lhe dê mais prazer. E ao chegar em casa, não esqueça de tomar um banho com sal grosso.

O Metódico

O cara tem o jeito dele de trabalhar e de fazer as coisas. Ele já tem na cabeça dele qual é o jeito “certo” de realizar determinadas tarefas e se você não faz do jeito DELE você está fazendo tudo errado, ainda que no final o resultado seja exatamente o mesmo.

O Nervoso

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Nunca está satisfeito com nada. Sempre com os nervos a flor da pele, explode por tudo. Vê defeito em tudo, reclama, reclama, mas nunca apresenta uma solução. Chega na empresa reclamando e vai embora reclamando.

O Ambicioso

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Esse só pensa em subir na vida. Puxa o saco dos superiores, tenta levar crédito por tudo de bom que o setor produz e não tem o menor pudor em puxar o tapete dos outros. Esse tipo é mais comum que a gente pensa. Desconfie de gente muito boazinha e simpática. Abra o olho, não compartilhe suas idéias e acredite que terá sucesso mesmo sem se submeter a esse tipo de coisa. Mas não deixe de aprender uma coisa fundamental com essa figura: a vender o seu peixe. Propaganda é a alma do negócio, em qualquer negócio.

O Perseguido

Está o tempo todo falando em complôs. Acha que vai ser mandado embora a qualquer momento. Se você passou por ele logo de manhã e não falou “Bom dia” com um sorriso enorme no rosto ele já acha que você está bravo com ele, ou que você está sabendo de algo relacionado à sua demissão.

O Palhaço

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É difícil não identificar alguém que você conhece nessa categoria. Esse é a alma da festa, e a alegria do escritório. Sempre fazendo brincadeiras e animando o ambiente, ele alivia as tensões de um dia puxado no trabalho. Mas cuidado para não se contagiar com o espírito alegre do palhaço e deixar suas atividades de lado para contar piadas. Tudo tem hora.

O Capachão

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Quem lembra do Capachildo Capachão da TV Colosso? “– Oh, magnânimo chefinho.”

É impossível não dizer que um dos tipos mais irritantes são os puxa-saco. Se o chefe for pra praia o cidadão é capaz de morrer afogado. Se tirar uma radiografia, certeza que aquele seu colega de trabalho aparecerá pendurado. Afinal, quem precisa de personalidade se tem um saco pra puxar?

Haja paciência com esse  tipo! Pior que o puxa-saco só mesmo o chefe que gosta do puxa-saco.

O “Bonzinho”

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Sabe aquela pessoa que está o tempo todo sorrindo, te chamando de “amiga”, cheia de abraços e beijinhos e carinhos, te trata como a pessoa mais querida do mundo, mas está preparando a sua cama e não perde a oportunidade de, nas suas costas, claro, apontar seus defeitos para os outros? Pois é!  Tenho tanto trauma desse tipo que não confio em gente “AI AMIGAA” demais.

Vocês conhecem mais algum tipo? E como lidar com eles? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Diva Diz e Tramado por Mulheres.

Networking: Amplie seu circulo de influência

“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell

Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”

Resposta: NETWORK!

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Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Mas não basta ter 350 amigos no Facebook, Orkut ou Linkedin.

Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

  • Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
  • Captar informações relevantes para seu dia a dia;
  • Divulgar seu trabalho;
  • Obter novos clientes;
  • Solicitar conselho;
  • Captar recursos financeiros para um projeto;
  • Recomendar serviços;
  • Etc.

Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.

O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?

Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.

E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:

  • Ofereça valor: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
  • Seja sincero: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
  • Encontre vínculos: encontre algo em comum que os una.
  • Demonstre conhecimento: fale de coisas que interessem à outra pessoa.
  • Esteja presente: mesmo quando você não precisar de nada.

Já ouvi as seguintes perguntas:

P: Tenho que ser amigo do meu contato ?

R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.

P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?

R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.

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Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:

Off-line:

  • Família
  • Amigos
  • Colegas
  • Associações
  • Cursos

On-line:

  • Redes sociais.
  • Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
  • Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
  • Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
  • Comunicadores. Ex: Skype, MSN

Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.

Algumas razões para não praticar o networking:
  • Despreparo
  • Medo da rejeição
  • Vergonha
  • Procrastinação
  • Auto-imagem limitada

A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.

Habilidades que contribuem com o seu networking:
  • Ter coragem
  • Ser determinado
  • Ter empatia
  • Saber ouvir
  • Ter disciplina
  • Ser criativo
Pausa para reflexão

Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:

  1. Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
  2. Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
  3. Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
  4. As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?

10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos

  1. Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
  2. Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
  3. Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
  4. Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
  5. Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
  6. Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
  7. Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
  8. Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
  9. Planeje sua abordagem e treine.
  10. No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
  11. Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
  12. Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!

Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.

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Como fazer seu Networking cada vez melhor

(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)

  1. Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
  2. Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
  3. Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
  4. Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
  5. Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
  6. Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
  7. Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
  8. Nunca faça comentários negativos de ninguém.

Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:

  • PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.
  • SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.
  • TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.
  • QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.

Regras de Ouro

  • Conclusão de Curso: Se você acabou de finalizar algum curso, seja uma faculdade, especialização, pós-graduação, comunique aos colegas, comemore, mostre que foi mais um projeto educacional finalizado com sucesso em que você aprendeu muito. Você pode divulgar isso tanto num happy hour quanto nas redes sociais e importantíssimo, atualizar imediatamente seus currículos em todos os lugares (on line e off line)
  • Encontros: Marque almoços, cafezinhos com pessoas que tem influência no segmento de trabalho em que você atua ou pretende atuar. Não espere resultados imediatos. Converse, troque experiências, mostre o que você está fazendo e quais são os próximos projetos para alcançar seus objetivos. De novo: não peça emprego, mostre o que você tem de bom.
  • Cartão de Visita: Por fim, ande sempre com um cartão de visita. Seu nome, telefones, email, MSN, sua profissão ou consultoria, se é especialista, Mestre ou Doutor em determinado tema. Cartões marcam uma excelente impressão de alguém que cuida de sua própria imagem, sem dizer que facilita muito para a pessoa quando ela quiser entrar em contato com você. Veja um post esclusivo sobre isso aqui.
  • Redes Sociais: Se você tem muita foto de balada, chutando o balde, com três gatas ou gatos seminus no Facebook, Orkut ou qualquer outra rede social, corra! Apague tudo, delete. Sim, todo mundo vê, inclusive as pessoas que pretendem contratá-lo. Na dúvida, olhe sempre para suas fotos e frases e pense: eu contrataria alguém assim?

Desafio sugerido para aplicação das dicas acima

Escolha três contatos valioso da sua lista, e:

  • Identifique quem são e o que significam para você;
  • Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
  • Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
  • Providencie um encontro ou telefonema;
  • Defina os próximos passos.

 

Temos mais algumas dicas no vídeo do Max Gehringer (Emprego de A a Z: a importância do networking)que fala sobre a importância da manutenção de uma boa rede de contatos para conquistar o progresso profissional.

 

Agora é com você!

Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.

Bom trabalho e ótimos contatos.

E vocês tem mais dicas? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Efetividade.net e do Emprego e Carreira.

Como sobreviver ao primeiro dia de trabalho

Depois de procurar muito, você finalmente conseguiu um emprego. Agora, passará por um novo desafio: o primeiro dia de trabalho.

O primeiro dia de trabalho é sempre motivo de ansiedade, tanto para quem chega como para quem trabalha na empresa. O funcionário recém-contratado será alvo de olhares curiosos e motivo de comentários durante algum tempo. E isso é perfeitamente normal. Todos estarão atentos aos seus movimentos, gestos e comportamento.

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Se você está para começar em um novo emprego, uma nova atividade ou mesmo uma nova lotação dentro da mesma organização em que já trabalhava, provavelmente vai passar pelo mesmo desafio que a maioria das pessoas passa nessa situação: além das complexidades técnicas e profissionais, as questões de integração e interação social envolvidas são bastante evidentes e exigirão muito de você.

Dizem que é raro termos uma segunda chance de causar uma boa impressão, e geralmente é verdade, o que acaba causando boa parte do stress do primeiro dia de trabalho. Mas além da preocupação com a imagem e impressão que geramos, existem as questões funcionais a descobrir e entender.

Lembre-se de que você precisa ser espontâneo. Todas estas dicas podem ou não ajudá-lo a sobreviver ao primeiro dia, mas elas não irão fazer bem nenhum se, para segui-las, você precisar fingir ser quem você não é.

Antes de começar

Comece procurando dormir o suficiente na noite anterior, e saia de casa mais cedo do que precisaria – uma boa margem de segurança fará com que você chegue no trabalho bem menos estressado, e melhor preparado para enfrentar o longo dia.

Se chegar cedo demais, resista à tentação de “mostrar serviço” entrando mais cedo no trabalho. Pontualidade funciona nas duas direções; não há problema em chegar 10 minutos mais cedo, mas se você chegar meia hora mais cedo, vai chamar a atenção negativamente, e pode até mesmo atrapalhar uma eventual reunião cujo assunto é como recebê-lo. Caso chegue cedo demais, tome um refrigerante no boteco, leia o jornal ou se ocupe e relaxe a mente até a hora certa de entrar.

Quando for entrar, mentalize: sua tarefa principal para este dia inteiro é observar e aprender, e não “mostrar serviço”.

O alvo

Neste mundo projetizado, já tive minha cota de “primeiros dias de trabalho”, e aprendi a definir metas relacionadas aos aspectos sociais e de relacionamento, não apenas as relacionadas às atividades em si, para serem cumpridas no primeiro dia. Elas valem também para primeiro dia de aula, ou de atividade voluntária. Cada pessoa tem as suas, mas as minhas incluem:

  • Saber claramente a localização da minha sala e da minha mesa de trabalho, e como chegar a ela a partir das entradas e dos demais locais relevantes.
  • Saber onde estão as saídas e os locais relevantes à minha atividade.
  • Saber onde ficam os banheiros, a copa, o almoxarifado e a reprografia.
  • Saber o meu telefone e ramal, bem como os dos meus principais contatos, e o fax, se houver.
  • Saber meu login e senha, os endereços associados a mim e os que eu precisarei usar freqüentemente.
  • Saber quais manuais ou guias a organização espera que eu leia.
  • Saber o nome e cargo do meu chefe e dos demais colegas próximos – anotá-los discretamente.
  • Ter uma idéia clara da natureza da minha atividade, e de como desempenhá-la.

Linhas gerais

Mesmo que você não seja tímido e introvertido, pode valer a pena manter por alguns dias a política de ficar quieto e se esforçar mais em ouvir e observar, tomado nota do que for essencial, fazendo correlações e encontrando causas e efeitos.

Preste muita atenção em nomes, cargos, telefones e localizações. Anote-os discretamente, se puder. Chamar as pessoas pelo nome é uma forma segura de ser visto mais rapidamente como alguém “da turma”, e não “de fora”, e – exceto no caso de interlocutores intencionalmente antipáticos

Se tiver uma dúvida, pergunte à pessoa certa, mas procure fazer perguntas inteligentes. Critique pouco, e resista à tentação de oferecer sugestões imediatamente, especialmente se forem baseadas na forma como você estava acostumado a trabalhar em outro lugar – estas sugestões podem ser muito bem-vindas depois que o grupo já estiver se adaptando à sua presença, mas raramente enquanto você ainda for visto como o forasteiro recém-chegado.

Não é hora de destacar-se no vestuário, nos acessórios ou em outros aspectos pessoais. Você não precisa se esconder, mas também não deve esforçar-se para brilhar excepcionalmente.

Benefícios

A empresa deveria se preocupar em deixar isto muito claro para você antes mesmo do primeiro dia, mas se ela não o fez, e você aceitou ser contratado sem esclarecer isso antes, deixe para perguntar a partir do segundo ou terceiro dia as informações e detalhes sobre férias, licenças, horário flexível, capacitação, previdência, sindicalização, plano de saúde, auxílios diversos, etc. – a não ser que alguma delas seja necessária para uso a partir do dia seguinte, como por exemplo questões de transporte.

A dúvida é importante e legítima, mas mesmo assim, se você tratar dela já no primeiro dia, pode dar a (injusta) impressão errada.

Política e cultura organizacional – informal e formal

Nunca é cedo demais para começar a descobrir como a sua nova coletividade pensa. Se você tiver oportunidade (por exemplo, numa pausa para cafezinho), pode perguntar onde o pessoal costuma almoçar, se ocasionalmente se reunem para um futebol ou uma happy hour, onde tem bons lanches nas redondezas.

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Outras questões mais formais muitas vezes são diferentes, na prática, em relação ao que consta nos manuais que você leu antes de aceitar o emprego, mas às vezes não dá de perguntar diretamente. Observe como são tratadas questões como o horário de entrada e de saída, as lideranças não formalizadas, o ritmo de trabalho, conflitos internos, atitude em relação à criatividade e a soluções imprevistas, se sugestões são sempre bem-vindas ou mal recebidas, e tantos outros aspectos que variam de grupo para grupo.

O que você precisa descobrir, tão cedo quanto possível, é o organograma (tanto o formal quanto o adotado na prática, considerando inclusive os “amigos do rei”), a quem você se reporta (e de que forma), quem se reporta a você, a quem pode recorrer se precisar de informações ou ajuda, a quem pode fazer solicitações, os relacionamentos com outras organizações e parceiros, a missão da empresa e a responsabilidade do seu setor, ou do seu cargo.

Você comandará uma equipe?

Se você vai comandar uma equipe já formada, deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para saber de antemão no mínimo os papéis e responsabilidades de cada um dos membros, bem como conhecer as avaliações funcionais mais recentes sobre cada um deles. Caso você caia de pára-quedas na equipe, ou seja transferido diretamente para uma situação de combate, ao menos peça para que a autoridade que o designou para este local lhe apresente o quadro geral.

No primeiro dia em que for trabalhar com a nova equipe, procure estabelecer contato com todos, ou ao menos com os membros que irão se reportar diretamente a você, para identificar as questões mais prementes e iniciar a formar seu próprio juízo sobre cada um deles.

Marque também, e divulgue a data e pauta, uma reunião geral de todos os que irão se reportar a você, para que você possa identificar as dinâmicas e as questões de relacionamento envolvidas, além dos aspectos relacionados ao trabalho em si.

Em especial, nos casos em que você é recém-chegado e vai diretamente a uma posição de comando, procure identificar desde o primeiro momento quais as pessoas que estão descontentes com a sua chegada, por acreditar que eles mesmos, ou outras pessoas da organização, mereceriam o seu cargo. Após identificar, levante as razões e analise como tratar a questão.

Equilibre autoridade e respeito – você provavelmente obterá mais do segundo se precisar recorrer menos à primeira.

Defendendo o currículo

É possível que o seu currículo tenha sido apresentado ao seu novo chefe, e até aos colegas. Se você escreveu nele que fala alemão fluentemente, esteja preparado para que alguém queira testá-lo, seja cordialmente, como parte de um rito de passagem ou mesmo como avaliação.

Estes testes informais, se ocorrerem, são importantes para formar a sua imagem perante os outros (como já dito acima, você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão), portanto esteja preparado para encará-los com bom humor – eles são legítimos e merecem o seu esforço para posicionar-se claramente.

Afinal, o que você faz?

Saber em que projetos e atividades você está envolvido é importante, mas há algo mais essencial neste momento: saber quais as primeiras entregas que você terá que fazer, qual a próxima ação relacionada a cada uma delas, e quais os prazos – especialmente se você tiver que começar a correr imediatamente.

Quando eu estava na graduação, sempre fazia questão de assistir a aula inicial de cada disciplina, mesmo sabendo que raramente o professor daria algum conteúdo naquele dia. Mas eu anotava as informações que normalmente são passadas no primeiro dia: quantas serão as provas, que outras formas de avaliação ocorrerão, qual a ementa da disciplina, como será a avaliação final, projetos de pesquisa, leituras obrigatórias, etc.

É possível passar de ano sem saber nada disso de antemão, mas saber o que vem pela frente facilita bastante a vida e dá a opção de se preparar, quando necessário. Na vida profissional é parecido: saber o que se espera de você, e como você será avaliado, ajuda bastante.

Vá com calma

Cuidado com os julgamentos pessoais apressados. Algumas pessoas podem se aproximar de você por serem amistosas ou simpatizarem, mas outras o farão por interesse. Da mesma forma, algumas pessoas podem guardar distância por timidez, outras por respeito, outras ainda por timidez ou mesmo por antipatizarem com você. Aguarde alguns dias antes de formar seu juízo sobre quem são os amigos e com quem você acredita poder contar.

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Seja profissional, mas amigável. Seja cortês, sem exagerar – nada de pedir desculpas por respirar, ou por existir. Não fique o tempo todo em guarda, saiba quando sorrir e quando falar. Arregace as mangas e ajude os colegas, sem deixar que se aproveitem de você. Adapte-se, ajuste-se e esforce-se para fazer parte da equipe – não apenas no papel.

Dicas para quem está Recebendo

Cabe ao chefe, ou a algum funcionário em especial, apresentar o recém-contratado aos outros funcionários da empresa, departamentos, seções e divisões, assim como a todos os funcionários que direta ou indiretamente o auxiliarão em alguma tarefa profissional ou o cruzarão pelos corredores. Apresentar as dependências e os futuros colegas de trabalho é importante para que o recém-chegado não se sinta um estranho no ninho ou um intruso para aqueles que nunca o viram antes.

Mas como essa pessoa responsável pela apresentação do recém-contratado pela empresa deve proceder?

Em primeiro lugar vamos falar sobre a escolha de quem será o anfitrião no novo funcionário. Essa pessoa pode ser alguém ligado à área de Treinamento, Departamento Pessoal ou Recursos Humanos, alguém que irá trabalhar com ele ou uma pessoa mais conhecida na empresa que tenha acesso a todas as dependências.

É importante que durante a apresentação de chegada o anfitrião faça um breve relato histórico sobre a empresa, como data da fundação, quadro de funcionários, proprietários, diretores etc.

Quem faz a apresentação deve sempre caminhar à frente, a fim de indicar o lugar, assim como terá a atitude de abrir as portas e encaminhar o recém-contratado.

Algumas dicas ao anfitrião:

  • Evite apresentar o novo funcionário no banheiro ou no refeitório, lugares onde devemos evitar aperto de mãos;
  • Não fale mal de nenhum funcionário, chefe, cliente, fornecedor ou da própria empresa;
  • Diga a todos, com clareza, o nome e o sobrenome do novo colega, assim como o departamento onde ele irá trabalhar e a função que vai exercer;
  • A regra básica da apresentação diz que quem tem a atitude de estender a mão ou não é a pessoa mais importante; o protocolar "É um prazer conhecê-lo" fica incumbido à pessoa menos importante.

Dicas para os Colegas de Trabalho

Cabe à pessoa que está sendo apresentada ao recém-contratado:

  • De imediato, parar o que estiver fazendo para lhe dar a atenção devida, seja num simples olhar, aceno ou gesto com a cabeça, mantendo um sorriso simpático acompanhado da frase "Seja bem-vindo" ou "Boa sorte na empresa", podendo até mesmo colocar-se à disposição, caso este necessite de ajuda;
  • Se, no dia da apresentação do recém-contratado, o funcionário não estiver na empresa, nada impede que ao cruzar com o novato, o colega tome a iniciativa de se apresentar, dizendo seu nome, o departamento onde trabalha e a função que exerce na empresa .

Como buscar serviço sem parecer falso?

Para o sócio da consultoria MindSearch, Alan Grange, o recém-chegado tem de entender qual é o escopo de sua atividade. "O excesso de pró-atividade, de querer entrar em áreas que não são de sua atuação profissional, pode soar negativamente a princípio", afirma.

Grange adverte que o contratado deve ter bem claro em sua mente quais as suas funções naquela empresa e procurar não se "intrometer" nas funções dos outros. "Existem muitos profissionais que querem se misturar com todas as áreas. Tentar se envolver com atividades inerentes ao que foi contratado não é certo", completa.

Conhecimento

Muitas vezes uma pessoa que entra para atuar em uma determinada área pode ter conhecimento de diversos outros setores. Neste caso, para não transparecer arrogância, a dica é a velha e boa humildade.

"Querer mostrar que você tem conhecimento de funções que vão além de sua alçada é válido, porém sempre com o uso da simpatia. Sente com o colega, converse e se coloque à disposição para auxiliá-lo nas tarefas", explica o especialista.

Conheça o seu lugar!

Assim que o profissional desembarca em uma nova empresa ele pode pensar: qual é o meu desafio aqui dentro, para que eu fui contratado? Essa reflexão vale para se aprofundar nas questões em que for demandado e para que, novamente, não interfira no trabalho alheio.

Outro ponto levantado pelo especialista diz respeito à agilidade do trabalho. É natural entregar tudo mais rápido no começo, o difícil, contudo, é manter o mesmo ritmo ao longo das semanas. "A motivação deve ser contínua, para não soar falsa", adverte.

Ao fim do dia

Bem ou mal, você irá sobreviver ao primeiro dia. Se os colegas o convidarem para uma happy hour, e você quiser aceitar, não se esqueça que, para eles, a sua avaliação ainda não terá acabado. Vá com calma, mas permita-se relaxar um pouco. Caso contrário, vá para casa, permita-se relaxar, faça algo que você gosta e passe o dia em revista, eventualmente tomando nota dos pontos principais que possam ser necessários no futuro.

Depois descanse, porque o dia terá sido longo, e o dia seguinte vem aí – mas será bem mais fácil.

Como pode ser o primerio dia de trabalho

Para descontrair um pouco assista este vídeo e veja o que não se deve fazer.

E vocês tem alguma história de primeiro dia de trabalho? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Efetividade, Catho e Administradores.

Qualidade de vida no trabalho

Atualmente, cada vez mais as empresas adotam procedimentos que visam o bem estar dos colaboradores. É uma fase de transição da era mecanicista, na qual as pessoas eram vistas apenas como meros recursos.
A qualidade de vida no trabalho é um tema muito estudado atualmente. As organizações, à medida que avançam no tempo, são conduzidas a proporcionar um ambiente de trabalho que atende uma série de princípios básicos para se obter êxito nas atividades. Mas, para que tais empresas atinjam o sucesso terão de lidar antes com a variável mais complexa, o homem, pois cada indivíduo tem uma maneira de pensar, agir e reagir, e esse é um dos desafios de um Administrador de Empresas, estudar o homem e suas ações a fim de identificar como este pode trabalhar melhor quantitativa e qualitativamente.
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A tecnologia é uma ferramenta que auxilia o homem a executar trabalhos que muitas vezes seriam cansativos com a ausência dela. De acordo com o artigo Anselmo Ferreira Vasconcelos, "Qualidade de Vida no Trabalho: Origem, Evolução e Perspectivas", podemos lembrar do matemático Euclides (300 a.C.) de Alexandria, em seu trabalho A Lei das Alavancas, que proporcionou uma melhoria no trabalho de agricultores que moravam próximo ao rio Nilo. Citaríamos, muitos inventores, mas o objetivo desta exemplificação é mostrar como as invenções tecnológicas ajudaram o homem na execução de suas tarefas.
Reforçando a necessidade da compreensão e domínio completo do fator humano dentro de uma empresa, segundo os dados do Center of Creative Leadership de Greensboro, na Carolina do Norte, 40% das novas contratações costumam fracassar em apenas 18 meses nos EUA (FORTUNE). A causa é muito simples: a grande dificuldade de se relacionar com os seus subordinados. Compreensível o resultado da pesquisa, afinal estamos em um tempo diferente daquele em que o homem descobriu a máquina e a sua relação intensa com ela no chão de fábrica. Hoje, não diferente do passado temos as máquinas, mas bem antes dela temos pessoas, ou seja, quem as constroem.

O Impacto na Performance do Indivíduo

Podemos definir o indivíduo, dentro de uma empresa como um microcosmo encerrado em um macrocosmo. Uma empresa tem o seu universo a parte, as suas leis ou regras, ou seja, a sua cultura interna. E claro, um empregado recém-contratado não deseja ir de encontro às opiniões de seus superiores, e justamente nesse ponto que está o conflito. Para um indivíduo trabalhar bem e satisfeito, o que de fato a empresa deve lhe proporcionar? Uma pergunta um tanto complexa, que se por acaso a fizéssemos para os CEOs das empresas mais bem sucedidas do mundo, cada um responderia de uma maneira. E não poderíamos julgar se esta ou aquela está errada, e sim apenas apontar qual é realmente eficiente.
A empresa Google foi criada em 1998 por dois jovens audaciosos, Sergey Brin e Larry Page.Talvez nos dias que antecederam a criação da empresa, quem viu os jovens retirando do lixo computadores quebrados para montar a sua base inicial de processamento teria dito que estavam desprovidos de juízos. Mas não se tratava de uma fantasia "quixotesca", afinal o Google hoje é uma das mais valiosas marcas. Os dois jovens sabiam o que estavam fazendo, pois tinham um conhecimento técnico insuperável proveniente da Universidade de Stanford.
Após a empresa ter conseguido se erguer, havia um desafio. Eles precisariam de pessoas que os auxiliassem na manutenção do Google, e quem acreditava que eles fracassariam em montar uma estratégia de recursos humanos e bem-estar dentro da empresa, novamente estaria enganado. O Google possui uma estrutura absolutamente informal.
O organograma é praticamente fantasma, embora todos devem se reportar a alguém, mas não se trata de uma estrutura clássica de empresa. Existe o costume de não usar gravata, e os escritórios da organização possuem salas de diversão com mesas de sinuca, ping-pong e brinquedos. Agora, perguntamos: será que esse excesso de liberdade afeta a gestão da empresa? Pelo visto não, pois o Google acredita que é possível trabalhar em uma empresa que proporciona conforto,liberdade e diversão e paralelamente mantém a ética em seus compromissos.
Indubitavelmente, um modelo moderno de empresa, que é incerto se será uma tendência, visto que poderia não dar certo para uma empresa que produz cimento. Como o Google têm muitos desenvolvedores, é necessário criar um ambiente que deixe os empregados à vontade para inovar. No caso, os jovens souberam diagnosticar a necessidade dos seus empregados e assim elevar seus níveis de satisfação.

Satisfação no Trabalho

E isto está relacionado ao comportamento das pessoas dentro da organização. Uma empresa que tem problemas com a produção ou absenteísmo, pode combatê-los com uma simples técnica: o reforço. Geralmente, quando um empregado é contratado a expectativa de que ele faça o seu trabalho e somente isso, ainda é uma mentalidade em vigor em muitas empresas. Com o tempo esse funcionário se sentirá insatisfeito, afinal não é reconhecido quando atinge uma meta, quando diminui custos e etc.
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Temos dois tipos de reforço, o contínuo e o intermitente. O reforço contínuo consiste em estimular um tipo de comportamento toda vez que ele repete, já o intermitente pode ocorrer em intervalos regulares. Quem decide qual é o melhor para a sua empresa é quem está no comando.
A empresa Turner Bros Trucking, uma fornecedora de serviços e transporte relacionados a prospecção de petróleo situada em Oklahoma, utilizou um programa de reforço para que os seus 300 funcionários se concentrassem em segurança. Para isto, utilizaram dados de números de acidentes anteriores a 1992.
Cada acidente representava uma perda considerável na receita da empresa, e então foi estabelecida uma meta que presenteava a cada membro da equipe que a atingia com uma dúzia de luvas de segurança, que valiam US$ 30 por mês. Assim os funcionários não teriam que gastar dinheiro com esse item. Posteriormente, a meta foi aumentada e novamente a equipe a atingiu. O prêmio desta vez foram capas de segurança, que valiam US$ 70 cada. E para recompensar ainda mais os empregados, a empresa forneceu um prêmio de US$ 50 para os membros de cada equipe que diminuíssem suas perdas em uma média de 300 US$. (HR MAGAZINE)
Podemos notar que o feedback foi muito forte nessa questão e o desempenho de cada indivíduo que ao ser somado com o dos demais é o quociente de um trabalho em equipe que aumentou consideravelmente. A recompensa é uma forma de estimular os trabalhadores a alcançar um objetivo. Ao analisar friamente esse dado, diríamos que eles buscam somente o prêmio pouco se importando com o sucesso da empresa, reforçando a teoria de Adam Smith, em que cada pessoa faz o que é necessário para satisfazer seus instintos individualistas.
Mas, a realidade não é esta. O empregado que é estimulado, ou seja, reforçado a adotar um tipo de conduta no trabalho acaba por sentir-se parte de uma equipe que visa atingir o êxito. A recompensa nesse caso, é uma conseqüência. O resultado para esse tipo de política de reforço é muito melhor do que uma política de pressão constante por resultados sem absolutamente nenhum reconhecimento.

Motivação + Treinamento: A Influência na Produtividade, no Absenteísmo e na Rotatividade

Motivação, segundo o autor de O Monge e o Executivo, James C. Hunter, é a capacidade de influenciar pessoas a fazerem suas tarefas de bom grado. De fato, quem possui essa capacidade na maioria das vezes são os líderes, que podem ser exemplificados como gerentes, diretores e supervisores de um determinado departamento. Como vimos anteriormente, o reforço é uma ferramenta que auxilia no desempenho do indivíduo. E o empregador que aplica conhecimentos de comportamento organizacional visa o bem-estar dos seus empregados e paralelamente tem o objetivo de maximizar os lucros.

Programas de Reforço

Todavia, existem obstáculos que impedem as empresas de cumprir as suas metas. Uma delas é o absenteísmo, que é a falta dos empregados ao trabalho. Então, o administrador de empresas deve estar atento à métodos que reduzem esse percentual de absenteísmo. A Continental Airlines, por exemplo criou um tipo de sorteio que premia seus 40 mil empregados pela freqüência integral nos últimos seis meses com oito veículos do tipo utilitário. Óbvio que não serão todos os funcionários que ganharão, mas isso estimula que a maioria evite faltar ao serviço (NEW YORK TIMES).
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Sem dúvidas, são n o número de técnicas para combater o absenteísmo, pois cabe a quem administra ou auxilia na administração da empresa criar meios de se combater o prejuízo. A própria revista Forbes ofereceu um prêmio de US$ 500 para quem evitasse o máximo possível em utilizar serviços médicos. O resultado foi uma redução de 30% nos gastos da empresa com seus funcionários em relação à assistência médica e odontológica (FORBES).
Ao motivar nossos funcionários, permitimos que eles realmente se sintam parte da empresa, que possam se enxergar como uma unidade essencial no ambiente de trabalho e conseqüentemente na equipe. Assim, é possível diminuir os índices de rotatividade, que são cada vez mais altos no setor de telemarketing brasileiro, afinal na maioria das vezes como é o caso do telemarketing ativo, vender a qualquer custo se torna um jogo de sobrevivência na empresa, pois caso contrário, se a meta não for alcançada, o indivíduo será demitido. Atualmente, algumas empresas brasileiras contratam um serviço de telemarketing que por não ser devidamente treinado, acaba por gerar diversas reclamações feitas ao PROCON por parte do consumidor.

Agora, se o treinamento efetivo em um período de tempo fosse aplicado, se palestras motivacionais ou programas de premiação ao empregado fossem um dos tópicos das reuniões, isto é, se meios de reforçar a conduta dos empregados tivessem prioridade, talvez algumas empresas não enfrentariam dificuldades que na sua essência são simples de resolver.


Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.


Conclusão

Tudo o que foi exposto implica na visão do todo que um administrador deve ter. Para lidar com pessoas, ele deve investir desde o recrutamento e seleção até o programa de treinamento, para que possa ter a chance de identificar as habilidades de cada um e feito isso contratá-lo de fato. Identificar habilidades é algo que pode auxiliar no rendimento da empresa.
Às vezes, um empregado é contratado para trabalhar em uma área que não se sente à vontade. Efetuar rodízios, nos quais um funcionário de finanças possa ter uma experiência no setor de recursos humanos e vice-versa é uma ótima opção de integrar a empresa. Talvez isso ajudaria a diminuir um atrito entre um departamento e outro, presente na maioria das empresas.
A questão não é condicionar os trabalhadores a buscar um prêmio, uma promoção ou o que seja para fazer bem o seu serviço, e sim proporcionar a ele, um ambiente propício a novas idéias. Enxergar o empregado como peça fundamental no tabuleiro corporativo, é um objetivo, que se formos analisar não é impossível de ser realizado, afinal o administrador em algum momento da sua vida foi estagiário, operador ou assistente, e este deve ter ciência do belo ditado italiano: "Ao término do jogo de xadrez, o rei e o peão voltam juntos para a mesma caixa".
Este post é uma adaptação do portal Administradores.
Um abraço para todos.

Ego, um inimigo?

Ego. Fala-se muito do ego e também critica-se muito por conta do ego. Minha intenção nesse texto está longe de entrar em conceitos e explicações técnicas. Porém, há um ponto que é importante ter em mente desde já: não estou usando o termo no sentido psicanalítico, mas no senso comum mesmo, como sendo a fixação a uma identidade e seus mecanismos de defesa, orgulho, culpa etc.

Esse texto tem sim a intenção de fazer com que aconteça ai dentro uma reflexão. Eu lanço a dúvida e vocês respondem por conta própria.

Pensem em como as mais diversas invenções humanas tiveram e ainda têm muitas utilidades, para o bem ou para o mal. Armas de fogo, que hoje matam. Carros, que hoje matam. Facas para os churrascos de domingos, que hoje também matam. Do mesmo modo, a influência que seu ego exercerá sobre você vai depender de como você o trata e o encara. Caso não consiga domar a fera, ele se apresenta como seu inimigo.


O ego como inimigo profissional

Não estou falando do já conhecido pensamento de que a arrogância vai te detonar dentro de uma empresa, mas sim de como as suas inseguranças podem ser deliciosamente confortadas pelos elogios, muitas vezes repletos de segundas intenções.

Todos nós somos vendedores. Alguns vendem produtos, outros ideias, outros vendem causas. Para isso existe, dentre vários, um modelo de venda – se assim posso chamar – que ganhou minha atenção: o modelo do castelo. Nós somos feitos de inseguranças e daquilo que mais damos valor – muitas vezes sem deixar explícito. Isso que nós damos mais valor e não deixamos explícito é o nosso castelo. Pode não parecer, mas todo castelo é feito de cartas. Ou de areia.

Portanto, assim que superiores e chefes mal intencionados notarem uma insegurança habitando o castelo do “reconhecimento a toda hora”, por exemplo, os elogios brotam de maneira excessivamente assustadora.
“Você tem sido uma peça fundamental dentro dessa empresa, com uma capacidade incrível de se diferenciar do restante!”

Todos já ouviram algo do tipo, mas quantos analisaram o que de fato foi realmente feito no sentido de “se diferenciar do restante…”?

Os elogios por si só não são problemas e nem apresentam ameaças. O problema começa quando chegam os pedidos e as solicitações vindas depois dos elogios. Seria mais ou menos um: “Eu te elogiei, você é foda, agora preciso que faça isso pra mim…”. Ética, moral, profissionalismo, enfim, muitas vezes são deixados para trás quando existem interesses maiores em jogo.

O ego, quando não tido com cuidado, causa cegueira. Uma vez cegas, as pessoas vão para onde são levadas, sem reais questionamentos e análises.

O ego como inimigo pessoal

O ego vai se transformar em inimigo pessoal quando limitar e bloquear qualquer atitude que seja autêntica e verdadeira de qualquer pessoa.

Você provavelmente já esteve em uma mesa de bar ou em uma reunião informal qualquer onde uma pessoa se passa por “melhor que todos” a noite toda. Conhece todos, sabe de tudo e tem a vida que o pessoal aí fora sonha em ter. Ela é referência em todos os tipos de assuntos (para si mesma, claro).

Essa é uma situação onde o ego se transforma em inimigo pessoal, já que a cegueira não vai deixar enxergar o quanto aquilo não é um diálogo saudável. É chato, é pedante, é meio que “Pelo amor de Deus, eu preciso da aprovação de alguém”.

Outra situação em que o lado obscuro do ego grita “Oi, estou aqui!” é quando a autoconfiança vem sem o restante da fórmula: a humildade.

Já vi cenas onde o equilíbrio foi pro saco e as coisas deram errado. Já vi pessoas cantando a vitória, sem ao menos olhar para frente. Você provavelmente também já viu algo parecido. Veja esse vídeo como uma metáfora desse processo e dê quanta risada quiser:







Esse feito aconteceu em um jogo turco e ilustra melhor o que venho chamando de cegueira ao longo do texto. É literalmente uma cegueira. Não que a pessoa não consiga ver, mas na verdade não quer ver.
O mundinho do ego e a imensidão da realidade.

Um dos problemas, é que ego em excesso prejudica. Mas como então trabalhar isso, dia após dia, para que se tenha um certo controle?

Quer um conselho, siga o seguinte: sempre que você estiver enfrentando um problema sério, pare e imagine o que aquilo significa para o universo, e o quão grande é realmente o seu problema. Chega a ser engraçado o resultado desse pensamento. Engraçado porque a consciência bate e fica claro que aquilo pode sim ser enfrentado, e que acaba sendo mínimo se comparado a tudo isso que nos cerca.

Comecei a entender que esse pensamento não serve somente para problemas, mas também para as vitórias. Assim que vencer algo, chegar a um objetivo, comemore, faça o que der na cabeça, mas saiba que aquilo é a comemoração de uma fase, de uma conquista, e que amanhã novos desafios virão. Desse jeito, evita-se a cegueira.

Se quiser ver isso de maneira mais clara, veja este vídeo abaixo:







E agora o que suas grandes decisões significam para o universo? Quão grande é realmente os seus problemas?

Um post adaptado do blog Papo de Homem.

Mentiras no currículo

Algumas pessoas acabam fazendo uma mentirinha no currículo na hora de enviá-lo ao recrutador? Afinal, não dá para perder a chance de ser chamado para a entrevista de emprego por conta de um “detalhe”. Elevar o nível do idioma estrangeiro ou informar que domina determinado software, quando na verdade se tem apenas noções da ferramenta, seria uma forma de passar à etapa seguinte do processo de seleção. Contudo, não é esta a recomendação dos consultores de carreira e recursos humanos.

“O fato de tentar fortalecer o currículo para chegar à entrevista presencial e convencer o entrevistador de que é capaz de assumir uma posição provoca o efeito contrário. Ao mentir, o candidato fragiliza sua imagem profissional”, afirma André Assef, diretor operacional da Desix, empresa de recursos humanos focada em tecnologia da informação.

Isso acontece, explica Assef, porque os recrutadores recorrem a técnicas que comprovam ou não os dados informados no currículo. Segundo ele, a entrevista é o principal medidor para descobrir se o candidato realmente possui as competências descritas no documento. “Ao longo de uma conversa bem conduzida é possível identificar contradições por meio de perguntas abertas. Em uma entrevista técnica, por exemplo, não podem ser aceitas respostas monossilábicas.”

De acordo com Assef, o candidato que se contradiz torna frágil a relação com o recrutador. Seu futuro tem destino certo: a eliminação do processo seletivo.

As mentiras mais contadas pelos candidatos:

  1. Informa que possui graduação completa, mas na verdade não concluiu ou nunca frequentou o curso.

  2. Diz que domina dada linguagem técnica ou software, porém não detalha as ferramentas dos programas na entrevista.

  3. Menciona que possui fluência em outro idioma, contudo sente dificuldade ao se comunicar com o entrevistador em língua estrangeira.

  4. Inventa que é formado em uma universidade conceituada ou que trabalhou em uma empresa de renome.

  5. Diz que possui experiência na área ou que já ocupou determinado cargo, no entanto se atrapalha no momento de especificar as atividades supostamente realizadas.

  6. Mente dados pessoais como idade, estado civil e endereço. Além disso, informa que não tem filhos.

  7. Cita que conhece outros países para supervalorizar o currículo, todavia comete gafes ao descrever as cidades que hipoteticamente visitou ou responde às questões do recrutador de forma monossilábica e genérica.


Veja mais algumas na imagem abaixo.



Mentira tem perna curta

Anos de experiência garantem que profissionais de recursos humanos identifiquem mentiras no ato. Confira quais técnicas são utilizadas pelos especialistas para descobrir se o candidato diz a verdade:

  • Para averiguar se o candidato realmente possui a experiência profissional descrita no currículo os profissionais de RH costumam entrar em contato com as empresas em que ele informa ter trabalhado. Além disso, especialistas lançam mão da entrevista técnica.

  • Para constatar o nível do idioma estrangeiro, o domínio de softwares ou o conhecimento em linguagens específicas são realizados testes práticos ou entrevistas técnicas.

  • Dados pessoais e formação são checados na entrega dos documentos e durante o processo de seleção. Qualquer contradição entre o que foi dito na entrevista e a documentação pode levar a não contratação do candidato.

  • Outras experiências mencionadas no currículo, como viagens internacionais, são investigadas durante o processo seletivo por meio de perguntas abertas. O candidato que demonstra insegurança ou revela incoerência ao descrever seu suposto conhecimento ou vivência é eliminado do processo.


Observação: mentiras descobertas após a contratação, referentes ao estado civil, por exemplo, além de prejudicar a imagem profissional e dissolver a relação de confiança com a organização, podem custar o emprego.

Não confunda mentira com omissão

Homero Amato, headhunter e professor do Instituto Nacional de Pós-graduação, ensina que o profissional não deve confundir mentira com omissão. Segundo Amato, deixar de informar alguns dados no currículo pode ser uma maneira estratégica de o candidato gerar uma entrevista.

O professor argumenta que candidatos na faixa dos 40 anos ou mais e mulheres que têm filhos pequenos podem deixar de ser contratados caso exponham essas informações no currículo. De acordo com ele, esses dados podem ser revelados durante a entrevista de emprego quando questionados pelo recrutador.

O mesmo acontece quando o profissional trabalha e vive em outra cidade e informa o endereço e o telefone da família ou de amigos para facilitar o contato com as empresas. Para Amato, nesse caso o candidato não está mentindo; está sendo estratégico. O motivo de mencionar o endereço alheio e não o próprio deve ser esclarecido na entrevista, recomenda o headhunter.

O problema é esta diferença em mentira e omissão, nunca isso é muito claro e padrão para todas as empresas.

E para vocês, o que é mentira e o que é omissão?

Post adaptado do Empregos, texto de Rômulo Martins e da CEFES.

Como evitar um gol contra na carreira

Por mais que um profissional se dedique e seja competente, pequenos deslizes comportamentais podem levá- lo a prejudicar a si mesmo, comprometendo o crescimento profissional. "A autossabotagem é o motivo mais comum pelo qual as pessoas colocam em risco a carreira", diz o consultor americano Mark Goulston. Por que as pessoas fazem isso? Trata-se de um problema de fundo psicológico, ligado a sentimentos como medo, insegurança e frustração, acumulados ao longo dos anos.

A pessoa acaba levando questões mal resolvidas na família e na escola para o local de trabalho, onde reproduz as situações que viveu quando era mais nova. “Os profissionais que se autossabotam não olham a realidade nua e crua. Eles reagem negativamente, com base nas referências que adquiriram na vida” diz Silvio Celestino, diretor da consultoria Enlevo, de São Paulo. Há, basicamente, dois tipos de reação que levam ao comportamento prejudicial, segundo Mark Goulston, e os dois estão ligados ao medo.

No primeiro, a pessoa reage agressivamente quando se sente ameaçada. No segundo, ela foge. Evitar gol contra na carreira não é tarefa fácil. Além de prestar atenção às suas atitudes, o ideal é pedir ajuda a alguém mais experiente. Se chegar à conclusão de que anda se autossabotando, a recomendação é buscar a ajuda de um coach ou terapeuta. Para ajudar você a identificar se este é o seu caso, listamos 26 comportamentos presentes no livro de Mark Goulston. Confira e veja quais são as dicas para se livrar deles. A bola está com você.

  • Procrastinar. Quem adia tarefas e decisões compromete o desempenho da equipe. A atitude está relacionada ao sentimento de sobrecarga de trabalho.

    • DICA: peça ajuda. Quanto maior a sobrecarga, menor tende a ser a capacidade de agir e estabelecer prioridades.





  • Ficar na defensiva. Este é um mal comum, ligado à insegurança ou à arrogância. Causa problemas de relacionamento e prejudica o andamento dos projetos.

    • DICA: avalie se você fica na defensiva. Ouça seus colegas de trabalho e peça feedback.





  • Perder tempo. Se você tem a sensação de que trabalha muito, mas no fim do dia é pouco produtivo, vale rever sua rotina. Responder e-mails prontamente, por exemplo, pode ser bom para sua imagem, mas é péssimo para a sua produtividade.

    • DICA: liste suas prioridades semanais, sempre determinando tempo para cada tarefa. Desligue o aviso de novo e-mail.





  • Achar-se indispensável. Erro fatal. Líderes assim afastam as pessoas e sofrem para se alinhar ao time.

    • DICA: faça uma lista das tarefas que competem exclusivamente a você. Delegue todo o resto e acompanhe a execução.





  • Ser mau ouvinte. Quem não sabe ouvir as pessoas ao redor perde informações importantes para o trabalho ou negócio e acaba tendo um desempenho ruim.

    • DICA: converse olhando nos olhos. Isso mostra interesse. Fique atento aos seguintes pontos: o que a pessoa quer dizer? Qual é a razão da conversa? O que ela espera de você? Confirme que a comunicação foi eficiente e todos os lados estão alinhados.





  • Inventar desculpas. Seu chefe não quer saber por que você errou, mas o que fará para sanar o problema e consertar o estrago. Inventar desculpas faz você parecer imaturo e despreparado.

    • DICA: errar não tem nada a ver com castigo e punição, mas sim com oportunidades de aprendizado. Assuma os seus fracassos o quanto antes e, de preferência, desenvolva um plano para reverter a situação.





  • Insistir em um emprego. Desperdiçar tempo em um trabalho que você detesta pode enterrar sua carreira. Isso costuma acontecer por falta de um plano B ou por medo de correr riscos.

    • DICA: determine um prazo para encontrar motivação em seu trabalho atual. Se as coisas realmente não melhorarem, comece a buscar uma nova colocação.





  • Não delegar. Além da desconfiança na capacidade dos outros, nessa atitude está em jogo o medo de que alguém faça o trabalho melhor que você.

    • DICA: mantenha pessoas em quem confie na equipe. Caso não estejam 100% preparadas, organize seu tempo para ensiná-las.





  • Ter medo de aprender coisas novas. Não sofra por antecipação. Quanto mais você se preocupar com uma mudança, mais difícil ela será.

    • DICA: lembre de situações em que aprendeu algo novo e avalie que benefícios esse conhecimento trouxe para sua carreira.





  • Ser sincero demais. Antes de dizer o que pensa, avalie se o objetivo do comentário é contribuir com a discussão.

    • DICA: se o comentário não tiver um propósito definido, fique quieto. Se for realmente importante, avalie se é o momento mais adequado.





  • Burlar as regras. Se há alguma regra com a qual você não concorda, tente negociá-la com as pessoas envolvidas.

    • DICA: se não for possível, a única saída é permanecer na linha. Mas não descumpra a lei.





  • Estar despreparado. No dia-a-dia, reserve ao menos 30 minutos antes de uma apresentação ou reunião para estruturar seus pensamentos.

    • DICA: opte pela prevenção. Crie um plano com cronograma, atividades e áreas em que precisa se preparar melhor.





  • Não saber perdoar. A mágoa leva as pessoas a se fechar ao diálogo, o que gera caos no ambiente de trabalho.

    • DICA: quando algo o decepcionar, chame as pessoas envolvidas para uma conversa assim que a situação acalmar. Diga como se sente e ouça o outro lado da história.





  • Entrar em pânico. Perder o controle da situação apenas faz com que o profissional se angustie mais. Pior, ele pode acreditar nas próprias teorias, por exemplo, de demissão, colocando tudo a perder.

    • DICA: autocontrole é o segredo. Se não conseguir desviar sua atenção do assunto e tocar a vida numa boa, procure reunir informações e pensar objetivamente sobre elas.





  • Não ter autodisciplina. Forma silenciosa de autossabotagem, que vai causando pequenos transtornos no dia-a-dia até criar grandes problemas.

    • DICA: procure estabelecer uma rotina. Conte aos outros que pretende mudar, o que fará para isso e veja se elas concordam. Tão importante quanto melhorar na prática é mudar sua fama também.





  • Desistir facilmente. É um tipo de autossabotagem ligado a assumir responsabilidades. Ele pode levar você a perder boas oportunidades de carreira.

    • DICA: seja mais resistente e, antes de desistir, certifique-se de que já não há mais nada a fazer: seja um projeto, uma negociação, seja um contrato com um cliente ou fornecedor.





  • Agradar a todos. Forçar a barra para que as pessoas gostem de você é fatal. Se suas opiniões forem discordantes, ceder para não parecer do contra vai soar artificial e afetar sua credibilidade.

    • DICA: não dá para agradar a todos. Seja fiel às suas convicções, sem deixar de considerar a opinião de terceiros.





  • Reagir mal a um “não”. Ninguém gosta de receber uma negativa, mas reagir agressivamente é gol contra na certa.

    • DICA: avalie a situação com calma, procure os aspectos positivos. Peça um tempo. Só depois expresse suas opinião.





  • Ter medo de demitir os outros. Um dos papéis do líder é motivar a equipe a trazer resultados. Nada de culpa, portanto, para demitir quem não se encaixa.

    • DICA: na hora de comunicar a demissão, procure ser claro quanto aos seus motivos. Além de ajudar o profissional desligado a se recolocar, você evitará boatos entre os que ficam.





  • Confundir um desabafo com críticas duras. Não acumule sentimentos para soltá-los todos de uma só vez.

    • DICA: quando for falar, evite palavras rudes, porque, além de magoar, podem fazer com que a pessoa ache que você está errado.





  • Ser impulsivo. Falha muito conhecida e comum de autocontrole.

    • DICA: evite reagir de imediato. Assim, terá mais tempo para estruturar seu pensamento.





  • Concentrar-se nos pontos fracos. É importante reconhecer as limitações para tentar melhorar.

    • DICA: procure também identificar os pontos fortes, para melhorar sua autoconfiança.





  • Frustrar-se. Tome cuidado para não assumir o papel de vítima.

    • DICA: avalie se não está com as expectativas altas demais. Tenha uma conversa franca com quem o frustrou.





  • Sentir-se culpado. Para liderar, às vezes é preciso tomar decisões que desagradam as pessoas. O cuidado de não se deixar corroer pela culpa diferencia os bons dos maus líderes.

    • DICA: quando se sentir culpado, questione-se sobre suas responsabilidades e a das pessoas envolvidas, se as expectativas delas em relação a você são válidas e o que o faria sentir-se melhor.





  • Ter a sensibilidade à flor da pele. Sabotagem relacionada à carência.

    • DICA: avalie as situações em que isso fica mais evidente e defina limites para não levar tudo ao extremo.





  • Não aprender com os erros. Ao admitir para você mesmo que todo mundo erra, fica mais fácil aceitar seus deslizes e tirar proveito deles.

    • DICA: se errar, pergunte-se o que faria de diferente se pudesse voltar atrás e a que sinais ficar atento para não errar novamente.




Este post é uma adaptação da Voce/SA.

Gerente: saiba como avaliar o desempenho de sua equipe

Geralmente os funcionários precisam e querem um feedback sobre a qualidade de seu trabalho. A capacidade de o Gerente avaliar seus desempenhos tem um impacto tão importante no sucesso deles quanto no sucesso do próprio Gerente. Se a empresa tem um programa formal de avaliação, o Gerente deve seguir suas instruções em termos de tempo, classificação, promoção, treinamento, etc... Mas, se a política permitir, as sugestões abaixo podem tornar esse processo de avaliação mais eficaz:



  • Quantifique as metas de desempenho, se possível: "Eu planejo diminuir as reclamações dos clientes pelo menos 10% este ano". "Pretendo reduzir as perdas em 15% este trimestre". Expressar as metas em números impede predisposições e permite aos funcionários avaliarem seu progresso, clara e precisamente.

  • Você deveria manter um diário? : Alguns Gerentes utilizam-no para registrar incidentes e exemplos do desempenho que podem ser esquecidos. O registro garante informações ao longo de todo período, produzindo uma avaliação mais completa.

  • Considere a auto-avaliação: Alguns Gerentes pedem a seus funcionários que se avaliem. Essa prática amplia as informações que o Gerente pode usar para preparar a avaliação. Quando funcionários se auto-avaliam, pensam criticamente sobre seu progresso e suas realizações; e elas podem informá-lo sobre realizações, reconhecimentos e problemas que o Gerente não conhecia. Mas, para evitar abusos, ele deve definir 2 regras:

    • (1) exigir que eles forneçam apoio quantificável para suas próprias avaliações. Se não o fizer, podem dar a si próprios, classificações acima do merecido. Recuse os 100% que dizem de si mesmos.

    • (2) "Essa oportunidade é um privilégio, não um direito". As auto-avaliações do Gerente são apenas uma das informações que ele pode usar para uma avaliação mais completa.



  • Cortando os problemas pela raiz: Comportamentos ou desempenhos inaceitáveis devem ser informados no ato. Por exemplo, um funcionário que sempre volta do almoço atrasado, deve ser informado do problema e do seu impacto na revisão da avaliação. Essa prática é melhor do que deixar a situação arrastar-se até a avaliação.


Armadilhas das Avaliações de Desempenho




As avaliações estão sujeitas a riscos, mas podem ser evitados se soubermos quais são:

  • As impressões negativas: os Gerentes devem se prevenir contra a formação de opiniões positivas ou negativas baseadas na personalidade ou aparência pessoal. Dessa forma, ele deve se concentrar em avaliar se o funcionário cumpriu corretamente as metas.

  • Tolerância: alguns Gerentes tendem a ser permissivos porque se sentem constrangidos ao discutir as deficiências de seus funcionários e, embora isso às vezes seja compreensível, a maior responsabilidade gerencial é aconselho colaborador sobre como melhorar seu desempenho. Todos sofrem com uma avaliação tolerante, a organização não obtém retorno do investimento, os funcionários abaixo da média podem perder o respeito por seus chefes, ao mesmo tempo em que adquirem falsa segurança.

  • Tendência central: essa armadilha – que tem parentesco com a tolerância – é a inclinação do Gerente em avaliar como aceitáveis todos os desempenhos. Nesse caso, ele comete a injustiça com os que têm bom desempenho.

  • Concentrar em um comportamento recente: é mais fácil de lembrar; mas, conta apenas uma parte da história. Avaliações devem acessar o desempenho do período completo desde a última avaliação, não apenas os acontecimentos ou progressos recentes.


A Reunião de Avaliação






Alguns Gerentes consideram essa reunião "um mal necessário", pois as informações trocadas entre ambos podem ser muito importantes para os avaliados. Dessa forma, os Gerentes devem definir data e hora convenientes para todos e informar ao avaliado que assuntos irão discutir, para que ele chegue preparado.


Rever as atribuições do cargo e os registros anteriores e refletir sobre as obrigações e responsabilidades do avaliado, os projetos completados ou pendentes, as metas acordadas para o período, o treinamento, a experiência, as habilidades de planejamento, a organização, a iniciativa, a capacidade de relações sociais e outros atributos baseados exclusivamente no desempenho.


Alguns Gerentes começam elogiando as realizações e as qualidades do avaliado, abordando as áreas que precisam melhorias e as ações que o avaliado pode realizar para corrigir ou aumentar o desempenho naquelas áreas. Diante disso, o Gerente deve evitar frases vagas. Deve apoiar sua avaliação citando incidentes, datas, horários e evidências objetivas do bom e do mau desempenho.


Além disso, o Gerente Jamais deve comparar os colaboradores, pois isso pode trazer problemas, pois indicar modelos pode criar ressentimentos. Em vez disso, deve se concentrar em saber se o avaliado atingiu – ou não – as metas estabelecidas.


LEMBRE-SE: as avaliações de desempenho são orientadas para o sucesso, confirmando os pontos fortes, revelando as deficiências e destacando as necessidades de treinamentos adicionais.

Post adaptado do Administradores.

Como o seu signo pode te ajudar na entrevista de emprego?

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Outro dia uma amiga estava indignada com a seguinte pergunta de um executivo ao entrevistá-la para uma vaga de emprego:Qual é seu signo?

Ela não se conformava que um tipo de informação como essa seria capaz de tirá-la da disputa, até que falei: “eu mesmo já defini contratações pela Astrologia”.

Não deu outra, perplexa com o que disse ela esbravejou : “não consigo acreditar que crenças esotéricas influenciem em coisas tão sérias, Julio!” Respeito sua opinião, mas não há nada de esotérico nisso. Há ciência por trás da Astrologia, que mostra a correlação entre os signos e o temperamento de cada pessoa.

Existe um capítulo da astrologia, chamado Sinastria, que explica bem essa questão. A Sinastria consiste em uma técnica utilizada na Astrologia para analisar os graus de afinidade e dificuldade no relacionamento entre duas pessoas. Compara as posições astrológicas do mapa astral de um indivíduo com o do seu parceiro, seja esta união afetiva, profissional ou familiar.

Dá para se ter uma noção de como uma pessoa vai agir sobre a personalidade da outra e vice-versa. Você considera questionável? Talvez seja da mesma forma que se questiona o uso do Eneagrama, da Numerologia. Nunca me arrependi das contratações que fiz baseadas no conceito da Sinastria. Aliás, diga-se de passagem, todas deram muito certo.

Conheço uma grande joalheria (muitos devem saber dessa história) que aplicava o teste de caligrafia para decidir quem seria contratado. Seus executivos acreditavam muito nesse tipo de ferramenta. Claro que há outros aspectos a serem analisados, mas é fundamental atentar para o aspecto comportamental. Muita gente esquece que há pessoas incompatíveis ou líderes que não conseguem lidar com determinados perfis de pessoa.

Uma consultora que atua no mercado de outplacement me disse recentemente algo bem interessante. Ela constatou que a maioria das demissões não ocorre por incompetência do profissional, mas por problemas de caráter pessoal entre chefes e subordinados. Aspectos como afinidade e empatia são determinantes na hora de uma contratação ou demissão.

Embora este não seja discurso recorrente, alguns chefes não têm coragem de assumir que mandaram embora alguém da equipe porque se sentiu ameaçado, teve alguma decisão contestada ou não há sinergia entre ambos. O mesmo acontece nos processos de seleção. Dificilmente os profissionais admitem que não escolheram alguém porque “foram com a cara da pessoa”.

Além do currículo e da experiência profissional, não se deve menosprezar a questão da sintonia. Como alguém pode trabalhar com uma pessoa que não admira? Nesse aspecto, a Sinastria tem poder de decisão, mas precisa ser o ultimo critério utilizado na escolha do candidato. É uma maneira não convencional de elevar o grau de acerto.

Acredite se quiser. Para alguns é motivo de piada, para outros critério sério que ajuda na seleção. E para você?

Eu ainda não utilizei o signo no processo seletivo, mas acho que pode funcionar.

Este post é uma adaptação do blog Julio Sergio Cardozo & Associados.

Um abraço para todos.