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Futuro profissional: carreira pública ou privada?

Este post é uma parceria com o Mundo Carreira.
No começo da vida profissional, ao escolher qual profissão irá exercer durante tantos e tantos anos, uma dúvida sempre surge na cabeça das pessoas: carreira pública ou privada? Antes de escolher entre trabalhar em uma empresa da iniciativa privada ou em instituições públicas, é essencial que se conheça as principais vantagens e desvantagens de cada setor. Vamos dar nossas opiniões sobre quais os caminhos a seguir dentro de cada área.
concurso público
No campo do serviço público, a estabilidade no cargo é o principal atrativo e fator decisivo para mais de 10 milhões de brasileiros que se candidataram a milhares de vagas nas instituições públicas em todo o território nacional no ano de 2013. O trabalhador contratado por concurso só pode ser demitido se cometer infrações graves, como roubo. Outro ponto positivo é a média salarial inicial superior se comparada ao setor privado, ou seja, o início de carreira em serviços públicos é mais atrativo para quem busca uma remuneração elevada logo de início.
Porém, este cenário se altera com o passar dos anos. As possibilidades de crescimento no setor privado são maiores e, consequentemente, os salários oferecidos a gerentes ou presidentes de empresas são bem mais elevados do que aqueles praticados dentro do serviço público, entretanto, não há uma estabilidade garantida, como nos cargos públicos. O profissional é constantemente cobrado por resultados e a pressão aumenta conforme o crescimento dentro da empresa.
Os riscos são maiores no setor privado, mas os ganhos também são em caso de sucesso profissional. Em cargos públicos, o ganho inicial geralmente é mais elevado, há estabilidade no emprego, porém, não há oportunidades frequentes de mudança de atividades ou promoções, por exemplo.
O que a pessoa deve analisar é o próprio perfil. Quem gosta de assumir riscos, que busca cargos superiores e com salários elevados, deve orientar-se ao setor privado. Já quem busca uma carreira mais sólida, tranquila no ponto de vista de estabilidade, deve procurar concursos públicos.

Qual caminho seguir?

Quem deseja seguir uma carreira dentro do serviço público brasileiro deve ficar atento aos concursos públicos. São provas discursivas ou objetivas, que avaliam a aptidão dos candidatos e selecionam aqueles que passarão para as fases seguintes do concurso ou mesmo aqueles que garantirão as vagas oferecidas. É um tipo de vestibular, ou seja, os melhores classificados na prova são também aqueles aprovados e que ficam com a(s) vaga(s).
A obrigatoriedade dos concursos trouxe para a administração pública a possibilidade de selecionar pessoas qualificadas e com os conhecimentos necessários ao exercício da futura atividade.
Já quem tem interesse em integrar empresas do setor privado, o caminho é totalmente diferente. A pessoa deve ficar atenta a oportunidades de trabalho, vagas abertas em empresas, estágios remunerados ou não, ou mesmo programas de trainee e deve demonstrar qualificação.
Cada carreira tem características próprias, vantagens e desvantagens e é importante conhecê-las antes de fazer sua escolha. Não há melhor ou pior, o que existem são perfis diferentes de pessoas e o que é vantagem para um, pode ser prejudicial para outro.
Este é um post em parceria com o Mundo Carreira, e ai vocês gostaram? E qual carreira vocês desejam seguir?
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6 dicas de como falar de salário na entrevista de emprego

Tenha parâmetros sobre as faixas salariais no mercado antes de nutrir expectativas (e tomar sua decisão)
Os especialistas recomendam: na hora de avaliar uma proposta de emprego, o salário não pode ser o único critério. Isso não significa, contudo, que o pacote de remuneração não seja um fator importante para essa decisão. Mas como abordar o assunto com o recrutador?
Há quem vá direto ao ponto e já no primeiro contato telefônico pergunte sobre questões monetárias. Se você se insere neste grupo, sinal vermelho. De cara, você pode queimar sua reputação ou, pior, perder uma boa oportunidade. "Isso indica que seu principal interesse é o salário e não a empresa ou o trabalho em si”, diz Eliane Figueiredo, da Projeto RH.
O ideal, segundo os especialistas, é ter cautela. “A entrevista de emprego é o momento da para a empresa conhecer o candidato”, lembra Marshal Raffa, diretor-executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos. Em outras palavras, nada de colocar o recrutador na parede ou já partir para uma negociação salarial.
O assunto, contudo, não é um tabu. “Em um mercado aquecido, ninguém quer trocar seis por meia dúzia. Todos querem alguma vantagem”, diz Eliane. Por isso, vale sim conversar sobre o pacote de remuneração na entrevista. Como se vê, a questão não é o tópico, mas sim a maneira como você irá tratá-lo.

1. Seja paciente

Tocar no assunto logo no primeiro contato telefônico ou começar a entrevista já por esse viés é sinal de gafe na certa. O ideal, segundo os especialistas é deixar para o recrutador a responsabilidade de entrar na questão salarial. Geralmente, o headhunter já fala sobre valores ao expor detalhes sobre a vaga.

2. Jogue a pergunta de volta

Se, no entanto, ele perguntar sobre qual é a sua pretensão salarial, a dica de Raffa é jogar a questão de volta para a empresa. “Pergunte sobre qual a faixa salarial que a empresa está pretendendo oferecer”, diz.
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3. Contextualize

Agora, para não deixar o recrutador sem resposta, uma boa estratégia é oferecer informações sobre o seu contexto atual. Enumere o pacote de benefícios atual e a sua condição na empresa – se tem chances de crescimento na carreira, por exemplo.

4. Crie parâmetros

Se você acabou de retornar de um MBA no exterior ou está se candidatando a uma vaga superior a que você estava na empresa anterior, a dica é deixar isso claro para que o recrutador entenda que, por estar mais qualificado, você pretende receber uma remuneração superior.
Cuidado ao abrir sua meta. “Você pode passar para o entrevistador que aquele é um objetivo fixo. Se a oferta da empresa for maior, isso indica que você pode não estar realmente apto para a oportunidade”, diz Raffa. Se a proposta for menor que o valor apresentado por você, diminuem-se as chances de negociação com a empresa.
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5. Não seja megalomaníaco

Cuidado com a falta de bom senso. Antes de ir para uma entrevista de emprego, atualize-se sobre a faixa salarial de sua área de atuação e cargo. Não adianta nutrir expectativas hiperbólicas em relação a esse assunto. Se você ganha 5 mil reais hoje não espere, por exemplo, em uma única movimentação de carreira receber um aumento para 20 mil reais, por exemplo.

6. Não seja obcecado

Não foque apenas no salário. Olhe para a proposta de emprego como um todo. Itens como benefícios, plano de carreira e até a cultura da empresa devem entrar no seu balanço final.

E você tem mais alguma dica? Comentem e nos acompanhem noTwitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Bemlegaus.

Quem está olhando para o seu futuro? Ninguém?

Todas as empresas, principalmente as médias e grandes empresas estão ou deveria estar preocupadas com o futuro do seus funcionário, isso é com o plano de carreira dos mesmo. Mas cada um é responsável por definir seus objetivos, isto é, definir onde, quando e como atingir suas metas.
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O grande problema para as empresas é o conflito de planeja a carreira dos funcionário e poder dar uma carreira para os mesmo. Isso pelo simples fato de que não existe mais o espaço para se "FAZER CARREIRA", por que as empresas já não podem mais garantir uma estabilidade, pois nem mesmo as empresas possuem esta estabilidade, devido os problemas financeiros, vendas e compras e outras coisas do mundo corporativo.
Mas isso não quer dizer que os funcionário não devem ter plano de carreira. O plano de carreira tem por objetivo colocar a pessoa nos trilhos do sucesso pessoal, profissional, familiar e comunitário, programando, assim, o crescimento nas quatro áreas de maneira eficaz.
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Ele possibilita programar o tempo necessário para alcançar os objetivos e avaliar se os conhecimentos são suficientes ou não para realizar os projetos. Se não for, onde e quando buscá-lo? Do que precisa abrir mão, no presente ou no futuro, para tornar real os sonhos? Investir mais ou menos energias em determinado momento, ajuda a conhecer tendências do mercado futuro e se programar para ser bem sucedido nas mudanças.
O plano de carreira ajuda a pessoa a ter controle sobre sua própria vida evitando que perca tempo, conhecimentos, dinheiro, energias com que não vai trazes os resultados esperados. Para a empresa: diminui riscos, rotatividade, funcionários motivados, aumenta a produtividade, qualidades dos serviços e ganhos financeiros entre outras coisas.

Existem um momento para elaborar um plano de carreira?

    1. Quando não se definiu o que almeja na vida, em que mercado trabalhar, qual curso fazer, qual profissão seguir para o resto da vida útil. Ou ainda, aquele que passou por uma decepção profissional e quer encontrar uma nova carreira ou busca ter seu negocio próprio...
    2. Quando a pessoa que trabalhou por vários anos em um seguimento do mercado e perdeu o emprego por motivo de idade ou por ser uma profissão que esta a caminha da extinção; a pessoa que tenha dificuldade de se recolocar na mesma atividade e por isso busca uma nova profissão...
    3. Quando uma pessoa trabalhou algum tempo em uma empresa e pretende mudar de departamento ou cargo dentro da própria empresa e tem encontrado dificuldades para alcançar seus objetivos dentro da empresa ou organizar-se para abrir e administrar um negocio próprio paralelo à sua atividade na empresa, se preparar para mudar de emprego...
    4. Quando se tem seu próprio negocio, mas não esta progredindo como gostaria; quem tem sua empresa bem sucedida e pretende buscar uma segunda opção no mercado, ou, quando está deixando de trabalhar por conta própria e quer voltar ao mercado com carteira assinada...
    5. Quando a pessoa se aposentou ou esta prestes a se aposentar e não quer ficar parado; quando esta fora do mercado de trabalho por motivo (particulares).
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    Para cada momento desses o plano de carreira tem suas variáveis, porem, ele é de suma importância para que a pessoa chegue aos seus objetivos mais rápidos e com eficácia.

    Plano de carreira funciona?

    Sim. Se a pessoa tiver disciplina, determinação, paciência e abrir mão das facilidades em prol dos seus objetivos. Sempre encontro pessoas com um potencial enorme, mas não chega a lugar algum ou demora muito mais que deveria para alcançar seus objetivos e, às vezes, até perdem o emprego ou oportunidade de crescimento por não terem um plano de carreira.
    Agora que sabemos que cada um de nós temos que olhar para o nosso futuro, vamos em um próximo post falar como se faz um plano de carreira.

    O que mais vocês querem saber sobre plano de carreira? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Administradores e Imasters.

    É possível "queimar" um currículo?

    Nesse final de semana, em um compromisso social onde estava presente, eu ouvi um interessante comentário a respeito de currículos de um profissional da área de design. Ele falava a respeito de problemas com candidatos que ficaram pouco tempo em várias empresas diferentes e começamos a debater sobre o assunto. Trago aqui uma postagem minha com base nisso.

    Afinal de contas, é possível "queimar" um currículo? Estragar ele com várias experiências profissionais de pouca duração? Mas e quanto aos profissionais que passaram por várias empresas "azaradas" e tiveram seus departamentos desfeitos ou transferidos de cidade/estado e não puderam ir?

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    Um currículo não "se queima". O profissional é que dá um rumo errado à sua carreira, na maioria das vezes. Então vamos ao tópicos da questão.

    Carreira sem rumo

    Sabemos todos que vivem em um país com muitas dificuldades sociais e econômicas, principalmente. Aliado a isso, temos um mercado de trabalho muito delicado que ao mesmo tempo pede mão-de-obra qualificada, mas algumas vezes não dá condições de trabalho suficientes para que o trabalhador se qualifique: pouco tempo livre, trabalho pesado, sobrecarga de trabalho, horários não flexíveis, colegas de trabalho que não fazem nada e assim por diante.

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    Porém isso nunca pode ser "desculpa" para não se qualificar. Cursos, escola, faculdade, seminários, workshops, tudo conta. Dar um rumo à carreira também pode significar agarrar as poucas chances que temos na vida. Afinal... Mais vale um pássaro na mão que dois voando, já diz a sabedoria popular.

    Além disso temos muitos profissionais que simplesmente não sabem o que querem fazer, pois estão sempre perseguindo o sonho do trabalho perfeito (o quero fazer apenas o que eu gosto).

    Pouco tempo nas empresas

    Como dito na introdução desta postagem, falta de sorte existe. Porém, não se pode deixar abater por isso. O tempo que você fica "parado", ou seja, desempregado, conta também. Enquanto estiver trabalhando, procure sempre estar antenado com o mercado de trabalho através da internet, de jornais, da TV e assim por diante.

    Temos também aqueles profissionais que trocam de empresa como trocam de roupa. Uma troca de empresa pode ser analisado como experiências profissionais, mas quando esta mudança de empresas é muito grande pode realmente queimar o curriculo

    O segredo para se dar bem

    Existe algum segredinho para se dar bem com um currículo assim? Sim, existe! O segredo é a entrevista! Pessoas que não tem um currículo tão bom, porém que sabem falar, se comportar e medir seu vocabulário quase sempre acabam por serem contratadas.

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    Veja nos 2 post a seguir algumas dicas para entrevista que já postamos aqui no blog, As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego e também As dez perguntas mais comuns nas entrevistas de emprego.

    Não basta tem um bom currículo ou currículo mediano. Aquela velha expressar de "saber vender seu peixe" vale muito na entrevista, mas também não é tudo, ter um bom currículo também conta. Muitas vezes o seu conceito de profissionalismo com o recrutador aumenta - e muito - quando você vai bem na entrevista. Invista em você mesmo!

    As redes sociais podem queimar seu filme; saiba evitar!

    Dependendo do ramo de atuação de um profissional da área de tecnologia, não se pergunta se ele está em alguma rede social, mas sim de quantas comunidades virtuais ele participa. E num cenário de massificação do acesso a banda larga no Brasil, as consultorias de recrutamento têm investido numa nova forma- simples e barata – de avaliar o candidato a uma vaga: fuçar em seu perfil virtual.

    É um mal necessário. Se você está, precisa tomar cuidado para não “queimar o seu filme” com a empresa. Se você não está, pode ser visto como um futuro anti-social low-tech na companhia, coisa que ninguém quer. Então, como se portar diante das muitas opções que as redes sociais oferecem?

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    Segundo o consultor Vladimir Valladares, da V2 Consulting, as armadilhas estão espalhadas por toda a rede e as pessoas que estão pleiteando vagas devem ficar atentas. Ele lembra que se o candidato tiver fotos comprometedoras ou mesmo pertencer a comunidades que vão contra os princípios da empresa, provavelmente ele será descartado.

    Veja, agora, quais são as 7 dicas para não queimar seu filme em redes como orkut, LinkedIn e Facebook, publicada numa reportagem assinada por Max Gonzales, editor de TI da revista INFO:

    1.Saia bem na foto

    Se você vai usar a rede para encontrar emprego, esqueça qualquer tipo de foto comprometedora. Poses ridículas, vulgaridades e bebedeiras podem liqüidar suas chances de cara.

    2. Eu odeio…

    Você contrataria um membro da comunidade “Odeio meu chefe”? Percebe o vacilo? Deixe as opiniões polêmicas e exaltações de ódio para a mesa do happy hour.

    3. Assaltaram a gramática!

    Como num currículo, seu perfil deve ter linguagem impecável — sem erros de português ou de outra língua, se for o caso. Na dúvida, peça ajuda para revisar o texto.

    4. Fique na sua

    Não queira ser amigo de quem nem sabe que você existe. Como na vida real, peça para ser apresentado e tenha um bom motivo profissional.

    5. Meu defeito é ser perfeito

    A propaganda é a alma do negócio. Mas não exagere ao descrever suas qualidades, nem invente. Na web, a mentira tem pernas bem mais curtas.

    6. Vote em mim!

    Pega mal (e muito) ficar pedindo para os seus contatos escreverem recomendações e depoimentos. Deixe a iniciativa a critério deles.

    7. Spammer, eu?

    Nas redes sociais, mandar mensagens em massa é tentador. Mas só envie algo a quem realmente pode se interessar.

    O que mais vocês acham que queima um currículo? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Emprego Virtual e do Blog Kombo.

    As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

    Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Sempre recomendamos que faça uma mentalização do que irá dizer e como irá estruturar suas idéias para o entrevistador e esses tópicos poderão ajudá-lo nesse exercício. Leia com atenção, treine e boa sorte!

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    1. Fale sobre si.

    Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

    2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?

    Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

    3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?

    Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

    4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?

    O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

    5. O que procura num emprego?

    As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

    6. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.

    Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

    7. O que você faz no seu tempo livre?

    Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

    8. Quais são as suas maiores qualidades?

    Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

    9. E pontos negativos/defeitos?

    Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.

    Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

    10. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?

    Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

    11. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?

    Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

    E vocês tem mais dicas? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Curricular.

    Networking: Amplie seu circulo de influência

    “Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell

    Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”

    Resposta: NETWORK!

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    Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Mas não basta ter 350 amigos no Facebook, Orkut ou Linkedin.

    Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

    • Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
    • Captar informações relevantes para seu dia a dia;
    • Divulgar seu trabalho;
    • Obter novos clientes;
    • Solicitar conselho;
    • Captar recursos financeiros para um projeto;
    • Recomendar serviços;
    • Etc.

    Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.

    O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?

    Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.

    E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:

    • Ofereça valor: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
    • Seja sincero: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
    • Encontre vínculos: encontre algo em comum que os una.
    • Demonstre conhecimento: fale de coisas que interessem à outra pessoa.
    • Esteja presente: mesmo quando você não precisar de nada.

    Já ouvi as seguintes perguntas:

    P: Tenho que ser amigo do meu contato ?

    R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.

    P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?

    R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.

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    Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:

    Off-line:

    • Família
    • Amigos
    • Colegas
    • Associações
    • Cursos

    On-line:

    • Redes sociais.
    • Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
    • Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
    • Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
    • Comunicadores. Ex: Skype, MSN

    Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.

    Algumas razões para não praticar o networking:
    • Despreparo
    • Medo da rejeição
    • Vergonha
    • Procrastinação
    • Auto-imagem limitada

    A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.

    Habilidades que contribuem com o seu networking:
    • Ter coragem
    • Ser determinado
    • Ter empatia
    • Saber ouvir
    • Ter disciplina
    • Ser criativo
    Pausa para reflexão

    Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:

    1. Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
    2. Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
    3. Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
    4. As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?

    10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos

    1. Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
    2. Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
    3. Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
    4. Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
    5. Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
    6. Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
    7. Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
    8. Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
    9. Planeje sua abordagem e treine.
    10. No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
    11. Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
    12. Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!

    Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.

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    Como fazer seu Networking cada vez melhor

    (com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)

    1. Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
    2. Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
    3. Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
    4. Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
    5. Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
    6. Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
    7. Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
    8. Nunca faça comentários negativos de ninguém.

    Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:

    • PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.
    • SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.
    • TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.
    • QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.

    Regras de Ouro

    • Conclusão de Curso: Se você acabou de finalizar algum curso, seja uma faculdade, especialização, pós-graduação, comunique aos colegas, comemore, mostre que foi mais um projeto educacional finalizado com sucesso em que você aprendeu muito. Você pode divulgar isso tanto num happy hour quanto nas redes sociais e importantíssimo, atualizar imediatamente seus currículos em todos os lugares (on line e off line)
    • Encontros: Marque almoços, cafezinhos com pessoas que tem influência no segmento de trabalho em que você atua ou pretende atuar. Não espere resultados imediatos. Converse, troque experiências, mostre o que você está fazendo e quais são os próximos projetos para alcançar seus objetivos. De novo: não peça emprego, mostre o que você tem de bom.
    • Cartão de Visita: Por fim, ande sempre com um cartão de visita. Seu nome, telefones, email, MSN, sua profissão ou consultoria, se é especialista, Mestre ou Doutor em determinado tema. Cartões marcam uma excelente impressão de alguém que cuida de sua própria imagem, sem dizer que facilita muito para a pessoa quando ela quiser entrar em contato com você. Veja um post esclusivo sobre isso aqui.
    • Redes Sociais: Se você tem muita foto de balada, chutando o balde, com três gatas ou gatos seminus no Facebook, Orkut ou qualquer outra rede social, corra! Apague tudo, delete. Sim, todo mundo vê, inclusive as pessoas que pretendem contratá-lo. Na dúvida, olhe sempre para suas fotos e frases e pense: eu contrataria alguém assim?

    Desafio sugerido para aplicação das dicas acima

    Escolha três contatos valioso da sua lista, e:

    • Identifique quem são e o que significam para você;
    • Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
    • Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
    • Providencie um encontro ou telefonema;
    • Defina os próximos passos.

     

    Temos mais algumas dicas no vídeo do Max Gehringer (Emprego de A a Z: a importância do networking)que fala sobre a importância da manutenção de uma boa rede de contatos para conquistar o progresso profissional.

     

    Agora é com você!

    Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.

    Bom trabalho e ótimos contatos.

    E vocês tem mais dicas? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Efetividade.net e do Emprego e Carreira.

    Esqueça-se do estagiário de antigamente

    Foi-se o tempo em que o estagiário encarnava aquele personagem apático, tímido e extremamente subserviente. Todas as tarefas chatas, rotineiras e irrelevantes eram repassadas a ele. Porém, ainda hoje, vejo gestores que não enxergaram a notória mudança na atitude desses profissionais em formação. Se não mudarem a postura, perderão os talentos para as empresas que entendem o quão estratégico é esse assunto.

    estagio

    A busca por um futuro profissional de sucesso deve começar o quanto antes, disso todos nós sabemos. O estágio é uma ótima forma de entrarmos no mercado de trabalho e ao mesmo tempo colocarmos em prática o que aprendemos na faculdade.

    Não seja igual ao estagiário dos vídeos abaixo.

    Visão preconceituosa

    No entanto, muitos ainda têm uma visão preconceituosa dessa função, que em algumas empresas trata-se apenas de cuidar das tarefas repetitivas e que não agregam muito como experiência. Dessa forma, fica complicado colocar em prática as matérias e mais difícil ainda se manter motivado com o pequeno salário.

    Olha esta história sobre estagiário:

    Lembro-me como se fosse ontem da minha entrada no mercado de trabalho, num pequeno escritório de internet – na época em que a bolha ainda não estourara – e percebi que seria um auxiliar administrativo de luxo, no máximo.

    Um sócio me contratou sem avisar ao outro. Quando se encontraram, o desavisado olhou para mim e perguntou: “e essa figurinha aí, quem é?”. Se tivesse um buraco lá, entraria de imediato. “Ah, esse é o estagiário que eu disse que contrataria.” – argumentou meu chefe. Foi o maior bá-fá-fá. Discutiram na frente de todos, e ainda surpreenderam-se quando anunciei minha saída logo no primeiro dia. Interessante, pois o que pensavam? Que eu como estag – apelido carinhoso – deveria abaixar as orelhas e continuar meu “serviçinho”? Ledo engano! E olha que isso já faz uns 10 anos!

    A real função do estágio

    É muito triste quando o pessoal refere-se ao estagiário da área com desdém.

    Pior é achar que o “entrosamento” causado por meio de piadas é bom.

    Sinto dizer, mas isso está totalmente descolado da realidade. Os estags não aceitam – será que um dia aceitaram? – mais o menosprezo, e não pensarão dois segundos antes de trocar esse local por outro melhor.

    O “tirador de xerox”, “passador de cafezinho” e “trocador do galão de água” não existe mais. Terão de arrumar outros para essas honrosas atividades. Então, o que fazer? Muito fácil. Passe-lhes desafios, cobre resultados e distribua responsabilidades. Ajude-os a relacionar a teoria da faculdade com a prática da companhia. Conquiste um bom profissional para sua empresa. Lembre-se de que para você crescer será preciso bons substitutos. De onde eles surgirão? Do programa de estágios, por que não?

    estagiario

    É claro que o estágio serve como aprendizado e crescimento e, como em qualquer outra função, sempre haverá coisas que não gostamos de fazer e que, de fato, não achamos que contribuam tanto para o desenvolvimento da carreira. Porém, esse tipo de trabalho não pode de maneira alguma ser apenas uma forma de mão de obra barata e explorada.

    Fique atento! Existem muitas empresas que de fato investem no crescimento do estagiário, delegam responsabilidades e fazem com que cresçam possibilitando até mesmo uma efetivação quando o profissional se forma. Portanto, não fique parado achando que estágio é tudo igual.

    A Tecnomapas,empresa que eu trabalho, por exemplo é uma que investem no estagiário, eu mesmo entrei aqui como estagiário e hoje sou responsável por toda área produtiva da empresa com vários setores e quase 200 funcionários sobre minha responsabilidades, isso após 11 anos de empresa.

    Busque uma oportunidade realmente enriquecedora e que te desafie. Dedique-se ao máximo e aproveite este período para aprender com pessoas mais experientes. Comporte-se como um profissional e se for necessário, abra mão de coisas que gosta, em função do trabalho.

    Não se esqueça de que essa é sua primeira chance de mostrar quem realmente é e que tipo de pessoa pretende ser no mercado de trabalho. Opine, discuta, acrescente coisas construtivas e demonstre seu valor!

    Seja inteligente e aproveite a oportunidade de encontrar e reter talentos que farão a diferença na performance de sua área. Mostre que há uma carreira incrível e sem limites para ter ao seu lado os melhores alunos do país. Isso é sinal de que você é um bom estrategista. A escolha é sua.

    O que dizer na entrevista?

    Fale igual ao estagiário do vídeo (segundo vídeo, no 3:13 minutos):

    Eu sou um cara, dinâmico, dedicado, organizado, centrado, ágil, versátil, flexível, criativo, proativo, decisivo, comunicativo, comprometido, extrovertido, mas não sou metido.

    Sou agregador de valor, adaptável a mudança, focado em resultado, tenho facilidade para trabalho em equipe, espírito de liderança, bom relacionamento interpessoal, pensamento sempre positivo.

    Na minha carreira sempre busquei dividir responsabilidade, subtrair diferenças, somar os esforços para multiplicar os resultados, adoro encarar desafios, correr riscos e cumprir metas, minha grande qualidade é minha ética e meu profissionalismo, o meu grande defeito é ser muito perfeccionista.

    E vocês tem histórias de estagiários? Comentem e nos acompanhem no Twitter,RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação de dois post do Grupofoco.

    Como sobreviver ao primeiro dia de trabalho

    Depois de procurar muito, você finalmente conseguiu um emprego. Agora, passará por um novo desafio: o primeiro dia de trabalho.

    O primeiro dia de trabalho é sempre motivo de ansiedade, tanto para quem chega como para quem trabalha na empresa. O funcionário recém-contratado será alvo de olhares curiosos e motivo de comentários durante algum tempo. E isso é perfeitamente normal. Todos estarão atentos aos seus movimentos, gestos e comportamento.

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    Se você está para começar em um novo emprego, uma nova atividade ou mesmo uma nova lotação dentro da mesma organização em que já trabalhava, provavelmente vai passar pelo mesmo desafio que a maioria das pessoas passa nessa situação: além das complexidades técnicas e profissionais, as questões de integração e interação social envolvidas são bastante evidentes e exigirão muito de você.

    Dizem que é raro termos uma segunda chance de causar uma boa impressão, e geralmente é verdade, o que acaba causando boa parte do stress do primeiro dia de trabalho. Mas além da preocupação com a imagem e impressão que geramos, existem as questões funcionais a descobrir e entender.

    Lembre-se de que você precisa ser espontâneo. Todas estas dicas podem ou não ajudá-lo a sobreviver ao primeiro dia, mas elas não irão fazer bem nenhum se, para segui-las, você precisar fingir ser quem você não é.

    Antes de começar

    Comece procurando dormir o suficiente na noite anterior, e saia de casa mais cedo do que precisaria – uma boa margem de segurança fará com que você chegue no trabalho bem menos estressado, e melhor preparado para enfrentar o longo dia.

    Se chegar cedo demais, resista à tentação de “mostrar serviço” entrando mais cedo no trabalho. Pontualidade funciona nas duas direções; não há problema em chegar 10 minutos mais cedo, mas se você chegar meia hora mais cedo, vai chamar a atenção negativamente, e pode até mesmo atrapalhar uma eventual reunião cujo assunto é como recebê-lo. Caso chegue cedo demais, tome um refrigerante no boteco, leia o jornal ou se ocupe e relaxe a mente até a hora certa de entrar.

    Quando for entrar, mentalize: sua tarefa principal para este dia inteiro é observar e aprender, e não “mostrar serviço”.

    O alvo

    Neste mundo projetizado, já tive minha cota de “primeiros dias de trabalho”, e aprendi a definir metas relacionadas aos aspectos sociais e de relacionamento, não apenas as relacionadas às atividades em si, para serem cumpridas no primeiro dia. Elas valem também para primeiro dia de aula, ou de atividade voluntária. Cada pessoa tem as suas, mas as minhas incluem:

    • Saber claramente a localização da minha sala e da minha mesa de trabalho, e como chegar a ela a partir das entradas e dos demais locais relevantes.
    • Saber onde estão as saídas e os locais relevantes à minha atividade.
    • Saber onde ficam os banheiros, a copa, o almoxarifado e a reprografia.
    • Saber o meu telefone e ramal, bem como os dos meus principais contatos, e o fax, se houver.
    • Saber meu login e senha, os endereços associados a mim e os que eu precisarei usar freqüentemente.
    • Saber quais manuais ou guias a organização espera que eu leia.
    • Saber o nome e cargo do meu chefe e dos demais colegas próximos – anotá-los discretamente.
    • Ter uma idéia clara da natureza da minha atividade, e de como desempenhá-la.

    Linhas gerais

    Mesmo que você não seja tímido e introvertido, pode valer a pena manter por alguns dias a política de ficar quieto e se esforçar mais em ouvir e observar, tomado nota do que for essencial, fazendo correlações e encontrando causas e efeitos.

    Preste muita atenção em nomes, cargos, telefones e localizações. Anote-os discretamente, se puder. Chamar as pessoas pelo nome é uma forma segura de ser visto mais rapidamente como alguém “da turma”, e não “de fora”, e – exceto no caso de interlocutores intencionalmente antipáticos

    Se tiver uma dúvida, pergunte à pessoa certa, mas procure fazer perguntas inteligentes. Critique pouco, e resista à tentação de oferecer sugestões imediatamente, especialmente se forem baseadas na forma como você estava acostumado a trabalhar em outro lugar – estas sugestões podem ser muito bem-vindas depois que o grupo já estiver se adaptando à sua presença, mas raramente enquanto você ainda for visto como o forasteiro recém-chegado.

    Não é hora de destacar-se no vestuário, nos acessórios ou em outros aspectos pessoais. Você não precisa se esconder, mas também não deve esforçar-se para brilhar excepcionalmente.

    Benefícios

    A empresa deveria se preocupar em deixar isto muito claro para você antes mesmo do primeiro dia, mas se ela não o fez, e você aceitou ser contratado sem esclarecer isso antes, deixe para perguntar a partir do segundo ou terceiro dia as informações e detalhes sobre férias, licenças, horário flexível, capacitação, previdência, sindicalização, plano de saúde, auxílios diversos, etc. – a não ser que alguma delas seja necessária para uso a partir do dia seguinte, como por exemplo questões de transporte.

    A dúvida é importante e legítima, mas mesmo assim, se você tratar dela já no primeiro dia, pode dar a (injusta) impressão errada.

    Política e cultura organizacional – informal e formal

    Nunca é cedo demais para começar a descobrir como a sua nova coletividade pensa. Se você tiver oportunidade (por exemplo, numa pausa para cafezinho), pode perguntar onde o pessoal costuma almoçar, se ocasionalmente se reunem para um futebol ou uma happy hour, onde tem bons lanches nas redondezas.

    sem título

    Outras questões mais formais muitas vezes são diferentes, na prática, em relação ao que consta nos manuais que você leu antes de aceitar o emprego, mas às vezes não dá de perguntar diretamente. Observe como são tratadas questões como o horário de entrada e de saída, as lideranças não formalizadas, o ritmo de trabalho, conflitos internos, atitude em relação à criatividade e a soluções imprevistas, se sugestões são sempre bem-vindas ou mal recebidas, e tantos outros aspectos que variam de grupo para grupo.

    O que você precisa descobrir, tão cedo quanto possível, é o organograma (tanto o formal quanto o adotado na prática, considerando inclusive os “amigos do rei”), a quem você se reporta (e de que forma), quem se reporta a você, a quem pode recorrer se precisar de informações ou ajuda, a quem pode fazer solicitações, os relacionamentos com outras organizações e parceiros, a missão da empresa e a responsabilidade do seu setor, ou do seu cargo.

    Você comandará uma equipe?

    Se você vai comandar uma equipe já formada, deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para saber de antemão no mínimo os papéis e responsabilidades de cada um dos membros, bem como conhecer as avaliações funcionais mais recentes sobre cada um deles. Caso você caia de pára-quedas na equipe, ou seja transferido diretamente para uma situação de combate, ao menos peça para que a autoridade que o designou para este local lhe apresente o quadro geral.

    No primeiro dia em que for trabalhar com a nova equipe, procure estabelecer contato com todos, ou ao menos com os membros que irão se reportar diretamente a você, para identificar as questões mais prementes e iniciar a formar seu próprio juízo sobre cada um deles.

    Marque também, e divulgue a data e pauta, uma reunião geral de todos os que irão se reportar a você, para que você possa identificar as dinâmicas e as questões de relacionamento envolvidas, além dos aspectos relacionados ao trabalho em si.

    Em especial, nos casos em que você é recém-chegado e vai diretamente a uma posição de comando, procure identificar desde o primeiro momento quais as pessoas que estão descontentes com a sua chegada, por acreditar que eles mesmos, ou outras pessoas da organização, mereceriam o seu cargo. Após identificar, levante as razões e analise como tratar a questão.

    Equilibre autoridade e respeito – você provavelmente obterá mais do segundo se precisar recorrer menos à primeira.

    Defendendo o currículo

    É possível que o seu currículo tenha sido apresentado ao seu novo chefe, e até aos colegas. Se você escreveu nele que fala alemão fluentemente, esteja preparado para que alguém queira testá-lo, seja cordialmente, como parte de um rito de passagem ou mesmo como avaliação.

    Estes testes informais, se ocorrerem, são importantes para formar a sua imagem perante os outros (como já dito acima, você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão), portanto esteja preparado para encará-los com bom humor – eles são legítimos e merecem o seu esforço para posicionar-se claramente.

    Afinal, o que você faz?

    Saber em que projetos e atividades você está envolvido é importante, mas há algo mais essencial neste momento: saber quais as primeiras entregas que você terá que fazer, qual a próxima ação relacionada a cada uma delas, e quais os prazos – especialmente se você tiver que começar a correr imediatamente.

    Quando eu estava na graduação, sempre fazia questão de assistir a aula inicial de cada disciplina, mesmo sabendo que raramente o professor daria algum conteúdo naquele dia. Mas eu anotava as informações que normalmente são passadas no primeiro dia: quantas serão as provas, que outras formas de avaliação ocorrerão, qual a ementa da disciplina, como será a avaliação final, projetos de pesquisa, leituras obrigatórias, etc.

    É possível passar de ano sem saber nada disso de antemão, mas saber o que vem pela frente facilita bastante a vida e dá a opção de se preparar, quando necessário. Na vida profissional é parecido: saber o que se espera de você, e como você será avaliado, ajuda bastante.

    Vá com calma

    Cuidado com os julgamentos pessoais apressados. Algumas pessoas podem se aproximar de você por serem amistosas ou simpatizarem, mas outras o farão por interesse. Da mesma forma, algumas pessoas podem guardar distância por timidez, outras por respeito, outras ainda por timidez ou mesmo por antipatizarem com você. Aguarde alguns dias antes de formar seu juízo sobre quem são os amigos e com quem você acredita poder contar.

    trampo

    Seja profissional, mas amigável. Seja cortês, sem exagerar – nada de pedir desculpas por respirar, ou por existir. Não fique o tempo todo em guarda, saiba quando sorrir e quando falar. Arregace as mangas e ajude os colegas, sem deixar que se aproveitem de você. Adapte-se, ajuste-se e esforce-se para fazer parte da equipe – não apenas no papel.

    Dicas para quem está Recebendo

    Cabe ao chefe, ou a algum funcionário em especial, apresentar o recém-contratado aos outros funcionários da empresa, departamentos, seções e divisões, assim como a todos os funcionários que direta ou indiretamente o auxiliarão em alguma tarefa profissional ou o cruzarão pelos corredores. Apresentar as dependências e os futuros colegas de trabalho é importante para que o recém-chegado não se sinta um estranho no ninho ou um intruso para aqueles que nunca o viram antes.

    Mas como essa pessoa responsável pela apresentação do recém-contratado pela empresa deve proceder?

    Em primeiro lugar vamos falar sobre a escolha de quem será o anfitrião no novo funcionário. Essa pessoa pode ser alguém ligado à área de Treinamento, Departamento Pessoal ou Recursos Humanos, alguém que irá trabalhar com ele ou uma pessoa mais conhecida na empresa que tenha acesso a todas as dependências.

    É importante que durante a apresentação de chegada o anfitrião faça um breve relato histórico sobre a empresa, como data da fundação, quadro de funcionários, proprietários, diretores etc.

    Quem faz a apresentação deve sempre caminhar à frente, a fim de indicar o lugar, assim como terá a atitude de abrir as portas e encaminhar o recém-contratado.

    Algumas dicas ao anfitrião:

    • Evite apresentar o novo funcionário no banheiro ou no refeitório, lugares onde devemos evitar aperto de mãos;
    • Não fale mal de nenhum funcionário, chefe, cliente, fornecedor ou da própria empresa;
    • Diga a todos, com clareza, o nome e o sobrenome do novo colega, assim como o departamento onde ele irá trabalhar e a função que vai exercer;
    • A regra básica da apresentação diz que quem tem a atitude de estender a mão ou não é a pessoa mais importante; o protocolar "É um prazer conhecê-lo" fica incumbido à pessoa menos importante.

    Dicas para os Colegas de Trabalho

    Cabe à pessoa que está sendo apresentada ao recém-contratado:

    • De imediato, parar o que estiver fazendo para lhe dar a atenção devida, seja num simples olhar, aceno ou gesto com a cabeça, mantendo um sorriso simpático acompanhado da frase "Seja bem-vindo" ou "Boa sorte na empresa", podendo até mesmo colocar-se à disposição, caso este necessite de ajuda;
    • Se, no dia da apresentação do recém-contratado, o funcionário não estiver na empresa, nada impede que ao cruzar com o novato, o colega tome a iniciativa de se apresentar, dizendo seu nome, o departamento onde trabalha e a função que exerce na empresa .

    Como buscar serviço sem parecer falso?

    Para o sócio da consultoria MindSearch, Alan Grange, o recém-chegado tem de entender qual é o escopo de sua atividade. "O excesso de pró-atividade, de querer entrar em áreas que não são de sua atuação profissional, pode soar negativamente a princípio", afirma.

    Grange adverte que o contratado deve ter bem claro em sua mente quais as suas funções naquela empresa e procurar não se "intrometer" nas funções dos outros. "Existem muitos profissionais que querem se misturar com todas as áreas. Tentar se envolver com atividades inerentes ao que foi contratado não é certo", completa.

    Conhecimento

    Muitas vezes uma pessoa que entra para atuar em uma determinada área pode ter conhecimento de diversos outros setores. Neste caso, para não transparecer arrogância, a dica é a velha e boa humildade.

    "Querer mostrar que você tem conhecimento de funções que vão além de sua alçada é válido, porém sempre com o uso da simpatia. Sente com o colega, converse e se coloque à disposição para auxiliá-lo nas tarefas", explica o especialista.

    Conheça o seu lugar!

    Assim que o profissional desembarca em uma nova empresa ele pode pensar: qual é o meu desafio aqui dentro, para que eu fui contratado? Essa reflexão vale para se aprofundar nas questões em que for demandado e para que, novamente, não interfira no trabalho alheio.

    Outro ponto levantado pelo especialista diz respeito à agilidade do trabalho. É natural entregar tudo mais rápido no começo, o difícil, contudo, é manter o mesmo ritmo ao longo das semanas. "A motivação deve ser contínua, para não soar falsa", adverte.

    Ao fim do dia

    Bem ou mal, você irá sobreviver ao primeiro dia. Se os colegas o convidarem para uma happy hour, e você quiser aceitar, não se esqueça que, para eles, a sua avaliação ainda não terá acabado. Vá com calma, mas permita-se relaxar um pouco. Caso contrário, vá para casa, permita-se relaxar, faça algo que você gosta e passe o dia em revista, eventualmente tomando nota dos pontos principais que possam ser necessários no futuro.

    Depois descanse, porque o dia terá sido longo, e o dia seguinte vem aí – mas será bem mais fácil.

    Como pode ser o primerio dia de trabalho

    Para descontrair um pouco assista este vídeo e veja o que não se deve fazer.

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    Este post é uma adaptação do Efetividade, Catho e Administradores.

    Mentiras no currículo

    Algumas pessoas acabam fazendo uma mentirinha no currículo na hora de enviá-lo ao recrutador? Afinal, não dá para perder a chance de ser chamado para a entrevista de emprego por conta de um “detalhe”. Elevar o nível do idioma estrangeiro ou informar que domina determinado software, quando na verdade se tem apenas noções da ferramenta, seria uma forma de passar à etapa seguinte do processo de seleção. Contudo, não é esta a recomendação dos consultores de carreira e recursos humanos.

    “O fato de tentar fortalecer o currículo para chegar à entrevista presencial e convencer o entrevistador de que é capaz de assumir uma posição provoca o efeito contrário. Ao mentir, o candidato fragiliza sua imagem profissional”, afirma André Assef, diretor operacional da Desix, empresa de recursos humanos focada em tecnologia da informação.

    Isso acontece, explica Assef, porque os recrutadores recorrem a técnicas que comprovam ou não os dados informados no currículo. Segundo ele, a entrevista é o principal medidor para descobrir se o candidato realmente possui as competências descritas no documento. “Ao longo de uma conversa bem conduzida é possível identificar contradições por meio de perguntas abertas. Em uma entrevista técnica, por exemplo, não podem ser aceitas respostas monossilábicas.”

    De acordo com Assef, o candidato que se contradiz torna frágil a relação com o recrutador. Seu futuro tem destino certo: a eliminação do processo seletivo.

    As mentiras mais contadas pelos candidatos:

    1. Informa que possui graduação completa, mas na verdade não concluiu ou nunca frequentou o curso.

    2. Diz que domina dada linguagem técnica ou software, porém não detalha as ferramentas dos programas na entrevista.

    3. Menciona que possui fluência em outro idioma, contudo sente dificuldade ao se comunicar com o entrevistador em língua estrangeira.

    4. Inventa que é formado em uma universidade conceituada ou que trabalhou em uma empresa de renome.

    5. Diz que possui experiência na área ou que já ocupou determinado cargo, no entanto se atrapalha no momento de especificar as atividades supostamente realizadas.

    6. Mente dados pessoais como idade, estado civil e endereço. Além disso, informa que não tem filhos.

    7. Cita que conhece outros países para supervalorizar o currículo, todavia comete gafes ao descrever as cidades que hipoteticamente visitou ou responde às questões do recrutador de forma monossilábica e genérica.


    Veja mais algumas na imagem abaixo.



    Mentira tem perna curta

    Anos de experiência garantem que profissionais de recursos humanos identifiquem mentiras no ato. Confira quais técnicas são utilizadas pelos especialistas para descobrir se o candidato diz a verdade:

    • Para averiguar se o candidato realmente possui a experiência profissional descrita no currículo os profissionais de RH costumam entrar em contato com as empresas em que ele informa ter trabalhado. Além disso, especialistas lançam mão da entrevista técnica.

    • Para constatar o nível do idioma estrangeiro, o domínio de softwares ou o conhecimento em linguagens específicas são realizados testes práticos ou entrevistas técnicas.

    • Dados pessoais e formação são checados na entrega dos documentos e durante o processo de seleção. Qualquer contradição entre o que foi dito na entrevista e a documentação pode levar a não contratação do candidato.

    • Outras experiências mencionadas no currículo, como viagens internacionais, são investigadas durante o processo seletivo por meio de perguntas abertas. O candidato que demonstra insegurança ou revela incoerência ao descrever seu suposto conhecimento ou vivência é eliminado do processo.


    Observação: mentiras descobertas após a contratação, referentes ao estado civil, por exemplo, além de prejudicar a imagem profissional e dissolver a relação de confiança com a organização, podem custar o emprego.

    Não confunda mentira com omissão

    Homero Amato, headhunter e professor do Instituto Nacional de Pós-graduação, ensina que o profissional não deve confundir mentira com omissão. Segundo Amato, deixar de informar alguns dados no currículo pode ser uma maneira estratégica de o candidato gerar uma entrevista.

    O professor argumenta que candidatos na faixa dos 40 anos ou mais e mulheres que têm filhos pequenos podem deixar de ser contratados caso exponham essas informações no currículo. De acordo com ele, esses dados podem ser revelados durante a entrevista de emprego quando questionados pelo recrutador.

    O mesmo acontece quando o profissional trabalha e vive em outra cidade e informa o endereço e o telefone da família ou de amigos para facilitar o contato com as empresas. Para Amato, nesse caso o candidato não está mentindo; está sendo estratégico. O motivo de mencionar o endereço alheio e não o próprio deve ser esclarecido na entrevista, recomenda o headhunter.

    O problema é esta diferença em mentira e omissão, nunca isso é muito claro e padrão para todas as empresas.

    E para vocês, o que é mentira e o que é omissão?

    Post adaptado do Empregos, texto de Rômulo Martins e da CEFES.

    Os dez perfis de profissionais mais demandados em 2011

    Uma pesquisa global realizada pela Computerworld, entre junho e julho de 2010, detectou que 23% dos CIOs pretendem incrementar suas equipes nos próximos 12 meses. Em contrapartida, 22% querem reduzir o número de profissionais e a maioria (55%) pretende manter o atual quadro de funcionários.

    “As empresas voltaram a falar em contratação”, avalia o diretor-executivo do segmento de TI da consultoria em recrutamento Robert Half, Dave Willmer. “Organizações que cortaram equipes ou congelaram vagas estão percebendo que precisam de novos funcionários para melhorar os sistemas e se preparar para um potencial crescimento dos negócios”, complementa.

    A seguir, acompanhe as dez áreas que mais demandarão profissionais de TI em 2011, de acordo com o estudo da Computerworld.

    1. Programação e desenvolvimento de aplicação

    Entre as empresas que pretendem contratar, cerca de 47% estão em busca de pessoas com experiência em programação ou desenvolvimento de aplicações. Na mesma linha, um estudo da empresa de recrutamento Monster.com mostra que 75% das vagas em aberto na área de TI demandam profissionais com experiência em aplicação.


    Para o CEO e principal executivo de pesquisas da consultoria em TI Foote Partners, David Foote, essa demanda reflete a necessidade das empresas se reposicionarem no mercado e utilizarem a tecnologia para aumentar negócios.


    2. Gestão de projetos

    A vice-presidente de TI do banco Comerica, Kathleen Kay, colocou a contratação de gestores de projetos na lista das prioridades para 2011. Com 140 iniciativas de TI programadas para o próximo ano, ela informa que precisará de pessoas com conhecimento nas áreas de internet, mobilidade, gestão de soluções financeiras e administrar aplicativos legados.


    Kathleen ressalta, no entanto, que a contratação de profissionais será acompanhada por uma política agressiva para retenção dos atuais talentos de TI. “Acreditamos que o sucesso depende do investimento no conhecimento das pessoas”, complementa a executiva.


    A capacidade em gerenciar projetos aparece como uma característica desejada por 43% das empresas que responderam à pesquisa da Computeworld e que planejam realizar novas contratações em TI.


    3. Help desk/suporte técnico

    Só 20% dos usuários da Microsoft migraram para o Windows 7 até julho de 2010. “Isso significa que existe espaço para que 80% realizem essa mudança. E não é uma questão de escolha”, avalia o diretor da Robert Half, Dave Willmer. Por conta disso, existe uma espectativa de que profissionais especializados em help desk e suporte técnico sejam altamente demandados em 2011.


    Outra questão que justifica o fato de que 42% das corporações que responderam ao estudo da Computerworld buscam profissionais com esse perfil é que muitos segmentos, como o caso de saúde, precisam se adequar a novas regras, o que exigirá mudanças nos sistemas.


    4. Rede

    O conhecimento em networking (rede) será uma exigência para 38% das empresas que planejam realizar contratações em 2011. E esse perfil representa a principal demanda para 1,4 mil CIOs consultados em uma pesquisa da consultoria em recrutamento Robert Half.


    “Isso está muito ligado à tendência de virtualização”, justifica Willmer, da Robert Half. Para ele, existe um número crescente de empresas que buscam suprir a lacuna por profissionais capacitados a fazer a migração para ambientes virtuais.


    5. Segurança

    “Segurança é a única área na qual não houve uma desaceleração na demanda por profissionais capacitados, mesmo durante a recente crise”, analisa David Foote, da Foote Partners. Para ele, esse cenário tem sido motivado pelo próprio cenário de mercado, que exige das empresas um maior controle das vulnerabilidades e da privacidade.


    Entre os itens mais demandados nos profissionais do setor estão a capacidade para gerenciar e identificar acessos, vulnerabilidades e ameaças. Ao mesmo tempo, existe uma busca por pessoas que conheçam criptografia, prevenção da perda de dados, análise de incidentes, governança, adequação regulatória e auditoria.


    6 – Data Center

    Dentre os pesquisados que contratarão profissionais no próximo ano, 21% responderam que conhecimento em data center, incluindo experiência com armazenamento, será a principal demanda.


    De acordo com a CIO do SAS Institute, Suzanne Gordon, além de armazenamento, as empresas exigem que os profissionais tenham habilidade para analisar o ambiente, com o intuito de verificar o impacto dos investimentos e fazer ajustes no data center. "Inclusive, para garantir que o dinheiro gasto em backup e em segurança está adequado", completa Suzanne.


    7 – Web 2.0

    Profissionais de TI com a habilidade para lidar com ambientes colaborativos na internet serão procurados por 17% das empresas que responderam à pesquisa da Computerworld. O domínio de linguagens como Adobe Flex, JavaScript, Adobe Flash, AJAX e JavaScript Object Notation será um diferencial para atuar no setor.


    Na indústria de serviços financeiros, por exemplo, o espaço para produtos ligados à Web 2.0 e mobilidade é gigantesco, de acordo com a vice-presidente de TI do banco Comerica. “Temos muitos projetos em andamento nessas áreas”, avisa Kathleen Kay.


    8 – Telecomunicações

    A Palmetto Health, empresa de saúde sediada na Carolina do Sul (Estados Unidos) quer contratar pessoas com habilidades em comunicações unificadas, assim como 16% dos pesquisados pela Computerworld.


    A corporação procura profissionais para projetar infraestrutura e integrar diversas ferramentas de comunicação, incluindo aplicativos de mensagens instantâneas, telefones IP e acesso remoto.


    Para a CIO da companhia, Michelle Edwards, hospitais têm uma demanda urgente por esse tipo de infraestrutura como diferencial para melhorar o atendimento. “Precisamos contratar gente que nos ajude nisso, além de compreender as questões de segurança envolvidas”, detalha.


    9 – Business Intelligence

    Com a proliferação de dados e o departamento de TI preocupado em encontrar novas maneiras para aumentar a lucratividade, as habilidades em business intelligence continuarão a ser muito procuradas em 2011, de acordo com 11% dos pesquisados.


    A Palmetto Health está usando um sistema de registro eletrônico de saúde e a equipe incorporou uma cultura de inserir informações nesse ambiente, de acordo com Edwards. “Agora, temos o dever de realizar um trabalho melhor ao lidar com as informações que estamos coletando e compartilhá-la por meio de redes colaborativas que abranjam toda a companhia”, acrescenta a CIO.


    10 – Arquitetura de colaboração

    A empresa de alimentos Campbell Soup coloca a arquitetura de colaboração no alto da lista de principais habilidades demandadas por sua equipe de TI. De acordo com a diretora sênior da área, Donna Braunschweig, a organização procura constantemente por pessoas que ajudem a melhorar experiência do usuário final ao integrar portais, Web e áudio, com o intuito de facilitar a colaboração em toda a companhia.


    Este post é uma adatação do ComputerWorld.

    Um abraço a todos.

    Como o seu signo pode te ajudar na entrevista de emprego?

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    Outro dia uma amiga estava indignada com a seguinte pergunta de um executivo ao entrevistá-la para uma vaga de emprego:Qual é seu signo?

    Ela não se conformava que um tipo de informação como essa seria capaz de tirá-la da disputa, até que falei: “eu mesmo já defini contratações pela Astrologia”.

    Não deu outra, perplexa com o que disse ela esbravejou : “não consigo acreditar que crenças esotéricas influenciem em coisas tão sérias, Julio!” Respeito sua opinião, mas não há nada de esotérico nisso. Há ciência por trás da Astrologia, que mostra a correlação entre os signos e o temperamento de cada pessoa.

    Existe um capítulo da astrologia, chamado Sinastria, que explica bem essa questão. A Sinastria consiste em uma técnica utilizada na Astrologia para analisar os graus de afinidade e dificuldade no relacionamento entre duas pessoas. Compara as posições astrológicas do mapa astral de um indivíduo com o do seu parceiro, seja esta união afetiva, profissional ou familiar.

    Dá para se ter uma noção de como uma pessoa vai agir sobre a personalidade da outra e vice-versa. Você considera questionável? Talvez seja da mesma forma que se questiona o uso do Eneagrama, da Numerologia. Nunca me arrependi das contratações que fiz baseadas no conceito da Sinastria. Aliás, diga-se de passagem, todas deram muito certo.

    Conheço uma grande joalheria (muitos devem saber dessa história) que aplicava o teste de caligrafia para decidir quem seria contratado. Seus executivos acreditavam muito nesse tipo de ferramenta. Claro que há outros aspectos a serem analisados, mas é fundamental atentar para o aspecto comportamental. Muita gente esquece que há pessoas incompatíveis ou líderes que não conseguem lidar com determinados perfis de pessoa.

    Uma consultora que atua no mercado de outplacement me disse recentemente algo bem interessante. Ela constatou que a maioria das demissões não ocorre por incompetência do profissional, mas por problemas de caráter pessoal entre chefes e subordinados. Aspectos como afinidade e empatia são determinantes na hora de uma contratação ou demissão.

    Embora este não seja discurso recorrente, alguns chefes não têm coragem de assumir que mandaram embora alguém da equipe porque se sentiu ameaçado, teve alguma decisão contestada ou não há sinergia entre ambos. O mesmo acontece nos processos de seleção. Dificilmente os profissionais admitem que não escolheram alguém porque “foram com a cara da pessoa”.

    Além do currículo e da experiência profissional, não se deve menosprezar a questão da sintonia. Como alguém pode trabalhar com uma pessoa que não admira? Nesse aspecto, a Sinastria tem poder de decisão, mas precisa ser o ultimo critério utilizado na escolha do candidato. É uma maneira não convencional de elevar o grau de acerto.

    Acredite se quiser. Para alguns é motivo de piada, para outros critério sério que ajuda na seleção. E para você?

    Eu ainda não utilizei o signo no processo seletivo, mas acho que pode funcionar.

    Este post é uma adaptação do blog Julio Sergio Cardozo & Associados.

    Um abraço para todos.

    As dez perguntas mais comuns nas entrevistas de emprego

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    Antes de uma entrevista de emprego, é normal o nervosismo tomar conta do candidato. É nesse momento que sempre tem alguém que diz: “É só se preparar que dá para se sair bem”. Mas, como se preparar para uma entrevista? Saber o que pode ser abordado na conversa ajuda.

    “De uma maneira geral, existem três temas que abordamos na entrevista: perfil técnico, comportamental e histórico familiar”, comenta a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Ana Paula Mendes Oliveira. A ideia de abordar esses três assuntos é avaliar as expectativas do profissional às necessidades da empresa. “Quando você está com um currículo na mão, é preciso entender como o profissional conseguiu a formação e as competências que estão no currículo dele”, reforça a consultora.

    Para a consultora de Recursos Humanos da Catho Online, Patrícia Pereira, as empresas procuram saber sobre a vida profissional do candidato e avaliam como ele se comporta em um ambiente de trabalho. “Avaliam como ele pode contribuir para o desenvolvimento da organização, se apresenta as competências desejadas para o cargo pretendido e se possui perfil para trazer os resultados que a empresa precisa”, afirma.

    “Não existem regras para responder as perguntas em entrevistas”, lembra a gerente de Projetos do Grupo Foco, Francilene Araújo. “A resposta ‘quadradinha’ não é bacana”, recomenda Francilene àqueles que já vão para as entrevistas armados com respostas prontas. Nem sempre dá certo.

    Mas para te ajudar, vamos fazer uma lista das dez perguntas mais comuns em um entrevista de emprego.

    1. Qual a expectativa futura do profissional? Como ele se vê a médio e longo prazo? Ou quais são os objetivos a curto e médio prazo?

    Francilene explica que profissionais mais experientes conseguem desenvolver melhor a resposta. “O entrevistado tem de ter um entendimento da própria carreira, do que ele quer profissionalmente”, afirma. Para a consultora da Catho, ser direto na resposta pode gerar um impacto positivo. “A longo prazo, cite sua vontade de crescer profissionalmente, alcançar outros cargos e trazer resultados”, diz Patrícia.


    2. Quais as expectativas do profissional com relação à vaga? O que ele deseja da posição oferecida?

    “Essa pergunta vai identificar se a vaga é de fato o que o profissional quer naquele momento”, afirma Francilene. A pergunta pode ser mais direta. Para Patrícia, a pergunta “qual é o seu objetivo profissional?” é mais comum. “Nesse momento, quanto mais alinhado o candidato for com a vaga que pretende preencher, melhor”, lembra a consultora.


    3. O que o profissional acha da empresa?

    A gerente do Grupo Foco explica que essa pergunta é feita para aqueles que sabem qual é a empresa que oferece a vaga. “A pergunta vai revelar o interesse do candidato”, afirma Francilene. “Se ele souber qual é a empresa, ele deve olhar o site”, ressalta. Se o processo de seleção é terceirizado e a empresa não for informada aos candidatos, os profissionais devem dar uma olhada no site da empresa que está fazendo a seleção.


    4. Quais foram as realizações do candidato? Ou fale sobre sua experiência profissional?

    Aqui, a ideia é saber o que de fato o candidato fez nas empresas onde atuou. “Ele vai dizer como ele contribuiu para melhorar os processos de trabalho”, explica Francilene. Por exemplo, se ele é um estagiário e fez uma planilha que facilitou determinado processo, isso deve ser mencionado quando perguntado. “O ideal é o candidato mencionar resumidamente os principais resultados que alcançou nas empresas onde atuou”, completa Patrícia.


    5. O que o profissional tentou fazer na empresa onde atuou e não deu certo e o que ele tentou e não conseguiu implantar por motivos externos? Ou cite uma experiência memorável na carreira e algum projeto que não deu certo.

    Essa questão, assim como todas as outras, não tem segredo. “O candidato tem de responder de acordo com a experiência dele”, lembra a gerente do Grupo Foco. “O candidato pode explicar com mais detalhes uma experiência positiva que vivenciou em determinada empresa e mencionar como a sua atuação contribuiu efetivamente para a conquista daquele resultado”, reforça Patrícia.


    6. Qual o tipo de empresa que o candidato gostaria de trabalhar?

    A questão é genérica mesmo. “Não podemos direcionar as respostas”, explica Francilene. A resposta inclui dizer em qual segmento o profissional gostaria de trabalhar, o porte da empresa e o tipo de liderança.


    7. O que o líder do profissional diria a respeito dele?

    “É uma pergunta para entender como ele acha que o outro o vê. É uma autocrítica”, explica Francilene. Para os profissionais acostumados a participar de avaliações de desempenho, a resposta virá sem dificuldades, acredita Francilene.


    8. Se esse profissional tiver subordinados ou colegas, o que eles achariam dele? Ou como era seu relacionamento interpessoal na última empresa?

    “É para entender como o profissional percebe o ambiente no qual ele trabalha”, explica Francilene. Para Patrícia, o mais adequado é que o candidato explique que procurava manter com todos relacionamento de respeito, espírito de equipe e profissionalismo. “Caso tenha tido algum problema de relacionamento, não deve mentir, mas também, não deve fornecer detalhes”, afirma a consultora.


    9. Como é o seu estilo de trabalho?

    Mais uma vez a pergunta é genérica. “O candidato deve responder do jeito e foco que ele achar que deve responder”, reforça a gerente.


    10. Quais são os pontos positivos que favorecem o trabalho dos profissionais e os negativos que ele pode melhorar e desenvolver o trabalho dele?

    “O ideal é mencionar pontos fortes que impactam diretamente nas suas atividades do dia a dia profissional”, afirma Patrícia. “Uma dica é citar aquelas características que toda empresa quer em um candidato, como proatividade, dedicação, responsabilidade”, aconselha, sem esquecer de que é melhor ser sucinto na resposta. Já com relação aos pontos fracos dos profissionais, a consultora aconselha não mencionar algo muito negativo. “O mais adequado é mencionar algum ponto fraco que seja uma característica boa, só que em excesso. Exagerar uma qualidade é um defeito, mas é aceitável”.


    Temos uma outra pergunta que acontece menos, mas o impacto é muito grande. É a nossa décima primeira pergunta.

    Por que devemos contratá-lo? Essa é a pergunta que pode deixar qualquer candidato ainda mais nervoso. Para a consultora da Catho, não existem segredos para a resposta. “O mais indicado é mencionar de forma direta alguns diferenciais do seu perfil, e como eles podem contribuir para a conquista dos resultados que a empresa deseja”, aconselha Patrícia.


    Este post é um adaptação do post do Grupo Foco.

    Um abraço para todos.