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A Google está destruindo a sua memória? Ou está apenas te ajudando?

Se você acha que a sua memória está ficando ruim, isso ao longo dos últimos dez anos ou mais, pode não ser a perda de memória devido ao envelhecimento. Pode ser devido à forma como Google está armazenando e disponibilizando estas informações.

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Por que se preocupar armazenar uma quantidade volumosa de conhecimento em nossa massa cinzenta quando podemos apenas realizar um consulta para ter estas mesmas informações?

Esta evolução de como aprender a buscar informação pode nos permitir ser mais eficiente nas nossas atividades. Mas o que acontece com a sociedade quando se tornar excessivamente dependente do Google para fazer o trabalho de nossos cérebros sempre fizeram?

Confira os prós e contras no infográfico abaixo:



E vocês acham que a google está te ajudando ou destruindo a sua memória? Além disso o que mais o google faz por você? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.


Este post é uma adaptação do Update or Die e Business Insider.

A febre dos smartphones

Primeiro foram os executivos que viram a novidade como oportunidade de conexão com suas empresas. Agora as redes sociais também estão sendo exploradas. Confira como explorar este canal
A primeira onda dos smartphones começou com executivos que precisavam estar o tempo inteiro conectados às suas organizações. Já não era suficiente receber ligações e mensagens 24h. Agora queremos também receber os e-mails! Bom, essa foi a primeira onda, que colocou os famosos Blackberry, da RIM, no topo da lista de desejos dos executivos.
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Porém, agora estamos em uma segunda onda de conectividade: queremos redes sociais. Com isto, proliferam smartphones dos mais diferentes tipos, sendo o iPhone um dos mais desejados. E agora os smartphones com o sistema operacional Android estão seduzindo muitos (eu me incluo nessa!).
Não é apenas isso. A cada dia surgem novos aplicativos e widgets para os mais diversos fins. Basta dar uma olhada no iTunes (Apple Store) ou então no Android Market.
Essa nova onda, que poderia até ser uma terceira fase dos smartphones, está criando um novo mercado, abrindo novas possibilidades e oferecendo abordagens interessantíssimas de marketing.
Pense na Apple, por exemplo. Muita gente acredita que o negócio dela seja o iPhone, mas não é apenas isso. O modelo de negócios é baseado no iTunes. Os desenvolvedores de aplicativos para iPhone e iPad, por exemplo, precisam pagar à Apple para criar os aplicativos. Em contrapartida, a Apple disponibiliza esses aplicativos gratuitamente ou os vendem para os usuários de iPhone.
Sabe o que é legal? Conheci alguns garotos que desenvolveram um jogo e publicaram no iTunes. O valor era algo entre US$ 5,00. Venderam mais de 60 mil, somente na primeira semana. Esse é um novo mercado. Os aplicativos costumam ser todos vendidos a preços baixos (US$), mas a escala de venda é grande. Para se ter uma ideia, nos EUA, 42% dos usuários de smartphone já baixaram algum aplicativo e 25% os utilizam diariamente.
No Brasil, os números crescem rápido graças ao acesso dos brasileiros a celulares e smartphones. A TIM, por exemplo, lançou um modelo de internet 3G pré-pago ao custo de R$ 0,50 por dia, bem acessível. As demais operadoras todas possuem planos 3G que são muito mais baratos do que em 2009 e 2008.
O interessante é que muitos dos aplicativos são gratuitos e os pagos são de preço bem acessível. Parece que a teoria do “grátis” de Chris Anderson está realmente criando novas oportunidades e muitos aplicativos para smartphones são gratuitos e trazem novas formas de marketing. É possível ler notícias de jornais, baixar receitas culinárias e muito mais. Tudo com novas formas de propaganda e marketing.
O que podemos concluir? Pessoal de marketing: abram os olhos!
Mensagens e torpedos
O número de mensagens SMS enviadas triplicou entre 2007 e 2010, ultrapassando a marca de 1,8 trilhão registrada há três anos e atingindo os 6,1 trilhões no início deste ano. São quase 200 mil mensagens de celular enviadas a cada segundo no mundo todo, segundo informou a União Internacional de Telecomunicações (UIT), ligada à ONU.
O mesmo Chris Anderson, autor dos livros Grátis – O futuro dos preços e Cauda Longa, inova ao defender o crescimento dos mercados de nicho. O autor diagnostica cultura, demanda e produção da seguinte forma:
“A teoria da Cauda Longa diz que nossa cultura e economia estão mudando o foco de um relativo pequeno número de 'hits" (produtos que vendem muito no grande mercado) no topo da curva de demanda, para um grande número de nichos na cauda. Como o custo de produção e distribuição caiu, especialmente nas transações online, agora é menos necessário massificar produtos em um único formato e tamanho para consumidores. Em suma, sem problema de espaço nas prateleiras e sem gargalos de distribuição, produtos e serviços segmentados podem ser economicamente tão atrativos quanto produtos de massa.”
Bem, o fato é que o mundo todo está mudando e isso não é um privilégio do marketing, mas sim uma grande oportunidade para estes profissionais. Mais do que manter os olhos abertos, precisamos ter a mente aberta e repensar. Eu diria que a era do conhecimento está no fim e estamos entrando em uma era conceitual.
smartphones
Há algum tempo atrás, dizia-se: conhecimento é poder. Hoje em dia, ele está disponível para todos ou, pelo menos, disseminado para muitos. Basta ver livros, cursos, artigos e publicações, além do próprio Google.
Quando não sei algo, eu “google” e descubro o que significa, desde palavras até teorias e conceitos. Na era conceitual, o poder está em conectar as informações e criar coisas novas e úteis.
Em meio a tanta informação, muitos de nós ficamos perdidos.
E você, está pensando sempre nas mesmas coisas? Preso aos problemas de curto prazo?
Existe muita coisa a ser explorada. Como dizia o professor Raia, em Procurando o Nemo: “Subam a bordo, exploradores! Explorar o conhecimento é tão lírico se você usar o pensamento empírico”.
Este post é uma adaptação do portal HSM.
Um abraço a todos.

Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.


Escaneando um livro de 200 páginas em 1 minuto

Para digitalizar o conteúdo do Google Books são utilizados serviços de scan farms na Índia, onde centenas de pessoas escaneiam manualmente cópias físicas de livros. Não é um trabalho rápido nem barato, como todo mundo que teve a brilhante idéia de digitalizar a própria biblioteca e ter tudo em formato digital descobri quando tentei.

Alterar esse quadro sem criar equipamentos custando milhões de dólares não é fácil, mas ninguém melhor para manipular centenas de páginas em alta velocidade do que um povo afeito a tentáculos como os japoneses. Daí a invenção de Takashi Nakashima e Yoshihiro Watanabe, da Universidade de Tóquio, que deve ter despertado atenção do Google, se eles lerem o Neatorama.

O conceito é simples e óbvio, como toda idéia genial: Que tal simplesmente folhear um livro? A gambiarra (no bom sentido) criada por eles utiliza uma câmera de alta velocidade que fotografa 500 quadros por segundo, em resolução de 1280×1024, mais que suficiente para fins de OCR.

“Ah, mas fica tudo torto e não vai dar pra reconhecer o texto”

Mas calma, os japas sabem o que fazem. Após cada frame é emitido um laser que gera um padrão geométrico na página. De posse das duas imagens, trigonometria básica é utilizada e a imagem é reposicionada, a página torta se torna reta. Daí é só mandar pro OCR e ser feliz. Veja e admire-se:







Eu pessoalmente achei fantástico.

Espero que vocês gostem.

Este post que eu vi no Meiobit.

Um abraço a todos.