Além de limpar a sua sujeira, papel higiênico também serve para organizar cabos

Da série “por que ninguém pensou nisso antes?”, vem do Instructables o melhor uso para o papel higiênico depois de limpar a sujeira feita pelo número dois: organizar cabos.

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Na realidade, utiliza-se apenas o miolo do papel higiênico, o tubo de cartolina/papelão que permite que o papel propriamente dito seja enrolado e usado.

A ideia é engenhosamente simples: basta colocá-los de pé e, dentro, enfiar o cabo. Junte um punhado deles numa caixa e você terá, em vez de uma gaveta com fios embolados e enroscados um no outro, uma caixa organizada capaz de fazer até mamãe ficar orgulhosa!

Quem preferir algo mais “fashion” pode seguir a dica da Ana Paula e decorar o tubo do papel:

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Independente se na forma crua ou embelezada, a verdade é que se trata de uma solução barata, ecologicamente correta e de utilidade indiscutível.

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Este post é uma adaptação do Meio bit.

As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Sempre recomendamos que faça uma mentalização do que irá dizer e como irá estruturar suas idéias para o entrevistador e esses tópicos poderão ajudá-lo nesse exercício. Leia com atenção, treine e boa sorte!

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1. Fale sobre si.

Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?

Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?

Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?

O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

5. O que procura num emprego?

As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

6. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.

Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

7. O que você faz no seu tempo livre?

Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

8. Quais são as suas maiores qualidades?

Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

9. E pontos negativos/defeitos?

Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.

Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

10. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?

Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

11. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?

Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

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Este post é uma adaptação do Curricular.

Networking: Amplie seu circulo de influência

“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell

Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”

Resposta: NETWORK!

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Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Mas não basta ter 350 amigos no Facebook, Orkut ou Linkedin.

Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

  • Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
  • Captar informações relevantes para seu dia a dia;
  • Divulgar seu trabalho;
  • Obter novos clientes;
  • Solicitar conselho;
  • Captar recursos financeiros para um projeto;
  • Recomendar serviços;
  • Etc.

Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.

O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?

Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.

E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:

  • Ofereça valor: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
  • Seja sincero: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
  • Encontre vínculos: encontre algo em comum que os una.
  • Demonstre conhecimento: fale de coisas que interessem à outra pessoa.
  • Esteja presente: mesmo quando você não precisar de nada.

Já ouvi as seguintes perguntas:

P: Tenho que ser amigo do meu contato ?

R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.

P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?

R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.

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Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:

Off-line:

  • Família
  • Amigos
  • Colegas
  • Associações
  • Cursos

On-line:

  • Redes sociais.
  • Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
  • Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
  • Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
  • Comunicadores. Ex: Skype, MSN

Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.

Algumas razões para não praticar o networking:
  • Despreparo
  • Medo da rejeição
  • Vergonha
  • Procrastinação
  • Auto-imagem limitada

A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.

Habilidades que contribuem com o seu networking:
  • Ter coragem
  • Ser determinado
  • Ter empatia
  • Saber ouvir
  • Ter disciplina
  • Ser criativo
Pausa para reflexão

Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:

  1. Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
  2. Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
  3. Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
  4. As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?

10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos

  1. Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
  2. Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
  3. Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
  4. Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
  5. Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
  6. Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
  7. Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
  8. Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
  9. Planeje sua abordagem e treine.
  10. No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
  11. Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
  12. Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!

Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.

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Como fazer seu Networking cada vez melhor

(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)

  1. Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
  2. Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
  3. Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
  4. Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
  5. Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
  6. Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
  7. Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
  8. Nunca faça comentários negativos de ninguém.

Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:

  • PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.
  • SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.
  • TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.
  • QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.

Regras de Ouro

  • Conclusão de Curso: Se você acabou de finalizar algum curso, seja uma faculdade, especialização, pós-graduação, comunique aos colegas, comemore, mostre que foi mais um projeto educacional finalizado com sucesso em que você aprendeu muito. Você pode divulgar isso tanto num happy hour quanto nas redes sociais e importantíssimo, atualizar imediatamente seus currículos em todos os lugares (on line e off line)
  • Encontros: Marque almoços, cafezinhos com pessoas que tem influência no segmento de trabalho em que você atua ou pretende atuar. Não espere resultados imediatos. Converse, troque experiências, mostre o que você está fazendo e quais são os próximos projetos para alcançar seus objetivos. De novo: não peça emprego, mostre o que você tem de bom.
  • Cartão de Visita: Por fim, ande sempre com um cartão de visita. Seu nome, telefones, email, MSN, sua profissão ou consultoria, se é especialista, Mestre ou Doutor em determinado tema. Cartões marcam uma excelente impressão de alguém que cuida de sua própria imagem, sem dizer que facilita muito para a pessoa quando ela quiser entrar em contato com você. Veja um post esclusivo sobre isso aqui.
  • Redes Sociais: Se você tem muita foto de balada, chutando o balde, com três gatas ou gatos seminus no Facebook, Orkut ou qualquer outra rede social, corra! Apague tudo, delete. Sim, todo mundo vê, inclusive as pessoas que pretendem contratá-lo. Na dúvida, olhe sempre para suas fotos e frases e pense: eu contrataria alguém assim?

Desafio sugerido para aplicação das dicas acima

Escolha três contatos valioso da sua lista, e:

  • Identifique quem são e o que significam para você;
  • Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
  • Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
  • Providencie um encontro ou telefonema;
  • Defina os próximos passos.

 

Temos mais algumas dicas no vídeo do Max Gehringer (Emprego de A a Z: a importância do networking)que fala sobre a importância da manutenção de uma boa rede de contatos para conquistar o progresso profissional.

 

Agora é com você!

Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.

Bom trabalho e ótimos contatos.

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Este post é uma adaptação do Efetividade.net e do Emprego e Carreira.

Se você é tão inteligente, por que ainda não é rico?

Em algum momento da vida você já se fez esta pergunta? Ou pior: alguém (um amigo ou parente) já te fez essa pergunta, naquele momento mais inconveniente possível e com direito a plateia? Quanto mais aprendo sobre o dinheiro, mais aceito que o dinheiro e a inteligência são menos relacionados do que gostamos de acreditar.

No entanto, ter menos relação do que se imagina por aí é completamente diferente de não ter relação alguma. A inteligência é, em qualquer situação, uma vantagem. Pessoas inteligentes sempre terão mais facilidade em atingir determinado objetivo, seja ele qual for. Vamos tentar descobrir então porque pessoas inteligentes (como você, leitor) ainda não ficaram ricas ou estão enfrentando dificuldades financeiras.

Existem inúmeras formas de se ganhar dinheiro. Entre as mais populares estão desenvolver uma brilhante e sólida carreira profissional, investir sabiamente ou dar vazão aos nossos dotes empreendedores, criando novos negócios que podem virar as novas estrelas do mundo empresarial.

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Claro que existem algumas alternativas mais fáceis e mais rápidas, como receber uma grande herança, ganhar na loteria ou investir em alguma atividade criminosa (brincadeirinha...), mas essas são formas sobre as quais temos pouco controle e dependem, mais que nunca, do fator sorte (como a “sorte” de nascer em uma família rica). Por isso, vamos restringir nossa análise às três possibilidades citadas inicialmente.

Vamos começar pela carreira profissional

Você é inteligente, mas sua carreira profissional está “empacada” em um nível significativamente abaixo da sua real capacidade. O que pode estar acontecendo? O combustível de uma carreira bem-sucedida é o conhecimento e uma eficiente rede de contatos (o popular networking).

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Tratemos do conhecimento. Muito se fala em plano de carreira, mas você já fez um “plano de aprendizado”? Já parou para pensar em quais as habilidades que terão maior poder para alavancar sua carreira? Antes de tecer qualquer comentário, quero deixar claro que sou um dos maiores defensores da chamada “cultura geral”, é hora de sermos mais pragmáticos: se você trabalha na área financeira (e pretende continuar nela), talvez investir seu tempo e dinheiro naquele curso de web design não seja a melhor pedida.

Outro exemplo são as línguas estrangeiras. Muitas pessoas reclamam que têm dificuldade em aprender inglês - que, gostemos ou não, é o idioma dos negócios. Em meu trabalho, por exemplo, 90% das informações e manuais técnicos são em inglês. Alguém que não tenha um domínio mínimo do idioma, mesmo que nunca na vida vá falar em inglês com alguém, terá poucas chances de sobrevivência.

Ainda assim, muitas pessoas preferem investir em línguas “exóticas” do mundo dos negócios, como o francês (me perdoem, francófonos!) e outras sem ter condições de sequer ler uma legenda de foto em inglês. Isso limita muito o avanço da carreira. Sorry, é a mais pura verdade.

Vamos agora aos investimentos

Você tem alguma proficiência financeira? Sabe a diferença entre renda fixa e renda variável? É daqueles que tem preguiça de ler o caderno de economia e prefere ligar para aquele amigo da corretora atrás de uma “dica quente” na bolsa? Ou é daqueles sujeitos que morrem de medo do mundo das finanças e guardam dinheiro “embaixo do colchão”, usando alternativas ultraconservadoras e que rendem pouco?

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Tem um tipo de “investidor” que é o pior de todos. É aquele que acha que está fazendo “brilhantes” investimentos, mas ao mesmo tempo se enfia em dívidas que corroem os rendimentos de seus investimentos juntamente com o resto do capital. É o pecado da contabilidade mental. Pessoas inteligentes às vezes investem de forma pouco inteligente. Será o seu caso?

Por fim, chegamos ao empreendedorismo

Você é um sujeito brilhante, tão brilhante quanto suas idéias de negócios, mas vive paralisado pelo medo. Se sujeita a viver na mediocridade para não ter que enfrentar alguns fantasmas fora de sua zona de conforto. Sua tolerância ao risco é ZERO (e ZERO serão as suas chances de dar um grande salto de qualidade em sua vida desse jeito).

Ou então é uma pessoa que tem hábitos crônicos de protelação, não termina aquilo que começa e é incapaz de cumprir aqueles compromissos que assume consigo mesmo. Verdadeiros empreendedores são comprometidos acima de tudo (aliás, comprometimento é uma característica dos profissionais e investidores de sucesso também).

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Você se viu em alguns dos exemplos descritos? Se sim, grande é a chance de que você tenha descoberto o que é que está bloqueando seu progresso. Certo? Ok, mas, aqui entre nós, aposto que você já sabia...

Então mãos à obra, remova esses obstáculos e desfrute de uma vida financeira à altura de sua inteligência!

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Este post é uma adaptação do Dinheirama.

Como colocar um esporte na sua vida?

A relação entre esporte e qualidade de vida está mais do que comprovada, esse estilo de vida pode chegar a aumentar em vários anos a sua expectativa de vida.

Além disso, uma atividade física habitual ajuda também a aumentar sua produtividade e diminuir o seu nível de procrastinação. Você fica mais disposto e executa mais! É um ciclo extremamente positivo.

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O problema é que com a palavra esporte surgem pensamentos de: preguiça, falta de tempo, solidão, falta de grana, entre outras desculpas. Aqui vale repetir a frase: “quem quer faz, quem não quer arruma uma desculpa”. Antes que você arrume uma, vamos ver o que pode ser feito para colocar um esporte na sua vida:

1 – Descubra algo que realmente divirta você

Esporte não pode ser monótono, cansativo e chato de ser feito. Tem de ser algo gostoso, que te dê vontade de ir e que estimule você a continuar. A única forma de achar um esporte que te de esse prazer é ir testando. Comece um, depois experimente outro, não gostou? Troque! O que não vale é ficar parado.

2 – Se a grana estiver curta – não tem problema!

Existem diversas atividades físicas que podem ser feitas sem nenhum tipo de investimento (além de um tênis básico) como, por exemplo, caminhar, correr, futebol, pular corda e se nem pro tênis está sobrando dinheiro, então umas flexões, alongamentos e abdominais no seu quarto resolvem.

3 – Tem pessoas que não gostam de fazer esportes sozinhas

Então a saída é convidar amigos ou procurar nas redes sociais parceiros do seu esporte favorito. Vale convidar a família, amigos de trabalho e quem mais você quizer.

Não encare o esporte como uma obrigação, mas sim como uma condição para uma vida mais saudável, produtiva e ativa. Uma boa estratégia é colocar uma meta, que pode ser de peso, melhoria dos seus indicadores de saúde, campeonato, etc..

 

A minha situação

Depois de muitos anos sem fazer exercícios físicos regularmente comecei a fazer alguns.

Comecei comprando uma Xbox Kinect com o jogo Dance Central e o Kinect Sports, e sempre que possivel jogo um pouco. Gosto muitos dos jogos pois você se diverte e e faz muito exercício. Para quem não sabe que jogo é veja os vídeos abaixo.

 

 

Outra coisa que eu fiz foi começar a correr, principalmente em esteira. Para me auxiliar neste caso, estou ouvindo muitos podcast e utilizando um software para iphone chamado Adidas Micoach, que tem um treinamento para me auxiliar. Também utilizao o Runkeeper, que é uma rede social.

A corrida estou fazendo pois tenho objetivo de em Janeiro de 2012, correr 10 km, então tem que treinar todos os dias. (infelizmente esta semana estou muito gripado, então não foi possivel treinar ainda).

 

E você? O que vai fazer de esporte esse ano? Divulgue aqui seu esporte, sua freqüência, seu resultado ou até sua intenção de fazer! Vamos compartilhar essa informação e quem sabe motivar pessoas que estão paradas, precisando de um empurrão para ter uma nova vida!

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Este post é uma adaptação do Blog Mais Tempo.