Aconselho a todos, vídeo bem curto.
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Como criar uma marca se você não tem um objetivo e metas?
Sem objetivos e metas claras, sua carreira será uma colcha de retalhos de tentativas, acertos e erros. Sua marca terá estes sinais ambíguos. E quando forem determinar o valor da sua marca, verão que você não está muito seguro com relação ao caminho ou ainda que está completamente perdido.
Você acha que este não é o seu caso? Então diga sem pestanejar, quais são seus objetivos para este ano? Vamos rápido, ao menos 3. Tem que ser objetivos concretos. Não vale ser feliz, todos queremos isso.
Se você pudesse conseguir algo num estalar de dedos o que seria? Fama, reconhecimento, reputação, fortuna. E quanto é fortuna para você, dobrar o salário, triplicar? Um milhão de reais, 100 milhões? Quanto de fama? Cargo novo? Criar uma empresa de sucesso?
Se você não sabe suas metas e ainda está feliz, e também acredita que a sorte guiará o seu sucesso na carreira, ok. Mas se não, assuma o controle, pare de reclamar da situação, dos outros e da empresa. Tome uma atitude coerente. Você pode ser refém das circunstâncias ou gerenciador da sua marca pessoal. Quer uma ajuda, assista este vídeo abaixo.
Agora que você já viu o vídeo, vamos criar o seu objetivo? É bom começar a pensar nisso agora! Aqui está o link para o arquivo que poderá te ajudar.
Quer entender um pouco mais este assunto, assista aos outros vídeo da série Personal Branding (Marketing Pessoal). Se você não assistiu o primeiro, veja aqui. Se você não assistiu o segundo, veja aqui.
O objetivo desta séria de vídeos é incentivar os profissionais de qualquer área a ativar os mecanismos de alavancagem, mudança e gerenciamento eficaz da própria marca.
Chamamos isso de Personal Branding, ou seja você no controle da gestão de sua marca.
Aconselho também você ler o livro Personal Branding - Construindo Sua Marca Pessoal.
Assista este vídeo e de sua opinião. Se você gostou do vídeo, compartilhe ele com seus colegas e amigos e dê um gostei no youtube.
Teremos outros vídeos sobre Personal Branding (Marketing Pessoal), acompanhem o blog no Facebook,Twitter, Canal do YouTube e Rss.
Hoje vivemos em um mundo onde temos o excesso de informações, e com isso temos muitas escolhas. Temos várias marcas e modelos de carros. Centenas e até milhares anúncios de tv todos os dias. É um mundo onde quando você vai em um mercado temos de 30 a 40 mil produtos, em um hipermercado 60 mil. É um mundo onde um jornal de domingo tem mais informação do que desde o início da humanidade até a idade média. Temos em casa centenas de canais de televisão, dezenas de bandeiras de cartão, bilhões de sites na internet, e entre um deles você está vendo o Gerente Bem Informado (agradecemos por isso).
Com isso nosso cérebro se acostumou a estar sempre simplificando e filtrando tudo. Inclusive a marca de outras pessoas. Você é mais uma marca no meio desse enorme caos do mercado!
Por que eu escolheria você? Que diferença você tem que os outros não têm?
Uma das maneias de saber esta diferença é saber qual palavra estão usando para te descrever? Que adjetivos andam espalhando por aí sobre você? Esta palavra pode fazer TODA diferença na reputação da nossa marca e para nossa carreira.
Quer entender um pouco mais este assunto, assista este vídeo da série Personal Branding (Marketing Pessoal). Se você não assistiu o primeiro, veja aqui.
O objetivo desta séria de vídeos é incentivar os profissionais de qualquer área a ativar os mecanismos de alavancagem, mudança e gerenciamento eficaz da própria marca.
Chamamos isso de Personal Branding, ou seja você no controle da gestão de sua marca.
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Todos nós conhecemos profissionais brilhantes, com carreiras fantásticas, mas também conhecemos os profissionais que as coisas não dão certo.
Qual a diferença entre estes 2 tipos de profissionais? Será que é a sorte? Mas será que apenas a sorte diferencia eles? Será o destino de alguns é serem vencedores e dos outros é verem ele vencerem?
Eu acredito em sorte, mas acho que temos que parar de reclamar, sair do acento do carona e assumir a direção da sua vida e da sua carreira, através de um gerenciamento da sua Marca Pessoal.
O objetivo desta séria de vídeos é incentivar os profissionais de qualquer área a ativar os mecanismos de alavancagem, mudança e gerenciamento eficaz da própria marca.
Chamamos isso de Personal Branding, ou seja você no controle da gestão de sua marca.
Aconselho também você ler o livro Personal Branding - Construindo Sua Marca Pessoal.
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Sabe aquela pessoa que nunca tem tempo para nada? Aquela de trabalha todos os dias até tarde da noite, e também nos domingos e feriados. Além disso usa constantemente a frase: “Não tenho tempo para nada!”.
Bom, isso é um problema, pois o tempo é um item muito democrático, talvez uns dos únicos, pois todas as pessoas têm as mesmas 24 horas. A diferença é a forma que você aproveita a suas 24.
Se você está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, veja algumas dicas que podem-te ajudar a ter o dia mais produtivo.
1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Isso é, se você falar que a pessoa tem até uma determinada hora para entregar uma atividade, normalmente esta pessoa irá trabalhar nesta atividade até ocupar todas as horas, mesmo que o prazo esteja folgado.
Mas quem está sempre pensando em produtividade, pensa diferente. Estas pessoas pensam: “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.
2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado para depois.
A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.
Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?
3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
4. Ter uma agenda vs. seguir uma agenda
Uma pessoa “ocupada” muitas vezes fala que boa parte das suas atividades envolvem agenda de outras pessoas. ““Eu preciso fazer isso para o meu chefe, isso para a minha mulher, isso para a escola e isso para o meu filho”.
No momento em que sua agenda só depende dos outros, você está desistindo de uma das maiores oportunidades que possui de fazer algo bacana.
Você deve definir a sua própria agenda, e focar em apenas entregar ou realizar a atividade até o prazo definido ou acordado com a outra pessoa. A definição da sua agenda normalmente é tão importante quanto cumprir tarefas.
Logicamente você não pode viver em sociedade sem interagir com outras pessoas e suas agendas, mas talvez a gente fique tão distraído que deixe de assumir a responsabilidade e fiquemos sem uma agenda própria.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.
Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar para tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.
Ainda tem dúvidas?
Você já viu os 2 vídeos de produtividades do mês? Se não, veja abaixo.
Aconselho também você ler o livro A Arte de Fazer Acontecer do David Allen.
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Este post é uma adaptação de 2 post do blog Saia do Lugar, Saia do Lugar.