O que malucos e empreendedores tem em comum?

Se você é um empreendedor, deve ter ouvido muito a pergunta: você está doido? A verdade é que os empreendedores não são muito normais. Segundo o psiquiatra americano John D. Gartner, da prestigiosa John Hopkins Medical School, os empreendedores – especialmente os de tecnologia – têm uma disfunção psiquiátrica chamada Hipomania. Ela pode ser reconhecida pela hiperatividade, tagarelice, diminuição da necessidade de sono, aumento da sociabilidade, desejo por atividades físicas e prazerosas, aumento da libido e muita impaciência. A Hipomania, diz Gartner, pode ser um dos motivos do sucesso dos empreendedores.

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“Os hipomaníacos são carregados com uma energia contagiante, têm confiança irracional e ideias grandiosas. Eles pensam, falam e tomam decisões rapidamente. A seu ver, qualquer um que tente diminuir seu ritmo com perguntas simplesmente não entende nada”, diz Gartner

Para facilitar as coisas, eis o que empreendedores e hipomaníacos têm em comum:

1 – São cheios de energia

2 – Transbordam ideias

3 – São focados, incansáveis e incapazes de ficar quietos

4 – Canalizam a energia para conquistas de grandes ambições

5 – Geralmente trabalham com pouco sono

6 – Sentem-se brilhantes, especiais, escolhidos e até, talvez, destinados a mudar o mundo

7 – Podem ser muito eufóricos

8 – Irritam-se com os menores obstáculos

9 – São tomadores de risco

10 – São intensos na vida pessoal e profissional

11 – São impulsivos sexualmente

12 – Podem agir impensadamente, com dolorosas consequências

13 – Falam rápido

14 – São divertidos, espirituosos e agregadores de pessoas

15 – Têm uma confiança que os torna carismáticos e persuasivos

16 – São mais inclinados a fazer inimigos e a se sentir perseguidos por aqueles que não aceitam seu ponto de vista

E você empreendedor, se vê em quantas dessas características?

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Este post é uma adaptação do Saia do Lugar.

NASA anuncia novo sistema de transporte espacial

Com os ônibus espaciais em processo de aposentadoria, a NASA parecia estar renunciando às naves espaciais, mas não é assim. A agência anunciou hoje seus planos para um novo veículo para exploração profunda do espaço, chamado Multi-Purpose Crew Vehicle (MPCV).

nasa A nave está baseada na cápsula Orion de Lockheed Martin, que era parte do programa Constellation que foi cancelado pelo presidente Barack Obama no ano passado. Ainda que a cancelamento deste plano e os anúncios de Obama essencialmente entregam-lhe os lançamentos e viagens espaciais ao setor privado, a NASA indicou que tentará “agressivamente” encontrar opções para um veículo (um foguete) que permita levar humanos ao espaço.

O MPCV, que será construído pela mesma Lockheed Martin, se instalaria sobre um destes foguetes. “Estamos comprometidos com a exploração humana para além da órbita baixa da Terra e esperamos com ânsias desenvolver a próxima geração de sistemas para levar-nos lá”, afirmou o administrador da NASA, Charles Bolden.

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“A Ata de Autorização da NASA (ordenada por Obama) marca um caminho claro para entregar o transporte à Estação Espacial Internacional a nossos sócios do setor privado, para que possamos focar na exploração profunda do espaço”, agregou.

A cápsula poderá levar a 4 astronautas em missões de até 21 dias. “Está desenhada para ser 10 vezes mais segura durante a ascensão e entrada que seu predecessor, o ônibus espacial”, disse a NASA. Agora, fica decidir qual será a tecnologia que se usará no desenvolvimento do foguete que lançará a cápsula.

Tudo bem que parece muito com o módulo da Apollo.

Veja este vídeo explicando um pouco mais a idéia do módulo.

 

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Este post é uma adaptação do  Fayerwayer e Engadget.

Além de limpar a sua sujeira, papel higiênico também serve para organizar cabos

Da série “por que ninguém pensou nisso antes?”, vem do Instructables o melhor uso para o papel higiênico depois de limpar a sujeira feita pelo número dois: organizar cabos.

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Na realidade, utiliza-se apenas o miolo do papel higiênico, o tubo de cartolina/papelão que permite que o papel propriamente dito seja enrolado e usado.

A ideia é engenhosamente simples: basta colocá-los de pé e, dentro, enfiar o cabo. Junte um punhado deles numa caixa e você terá, em vez de uma gaveta com fios embolados e enroscados um no outro, uma caixa organizada capaz de fazer até mamãe ficar orgulhosa!

Quem preferir algo mais “fashion” pode seguir a dica da Ana Paula e decorar o tubo do papel:

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Independente se na forma crua ou embelezada, a verdade é que se trata de uma solução barata, ecologicamente correta e de utilidade indiscutível.

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Este post é uma adaptação do Meio bit.

As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Sempre recomendamos que faça uma mentalização do que irá dizer e como irá estruturar suas idéias para o entrevistador e esses tópicos poderão ajudá-lo nesse exercício. Leia com atenção, treine e boa sorte!

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1. Fale sobre si.

Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?

Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?

Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?

O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

5. O que procura num emprego?

As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

6. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.

Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

7. O que você faz no seu tempo livre?

Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

8. Quais são as suas maiores qualidades?

Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

9. E pontos negativos/defeitos?

Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.

Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

10. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?

Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

11. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?

Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

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Este post é uma adaptação do Curricular.

Networking: Amplie seu circulo de influência

“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell

Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”

Resposta: NETWORK!

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Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Mas não basta ter 350 amigos no Facebook, Orkut ou Linkedin.

Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

  • Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
  • Captar informações relevantes para seu dia a dia;
  • Divulgar seu trabalho;
  • Obter novos clientes;
  • Solicitar conselho;
  • Captar recursos financeiros para um projeto;
  • Recomendar serviços;
  • Etc.

Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.

O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?

Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.

E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:

  • Ofereça valor: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
  • Seja sincero: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
  • Encontre vínculos: encontre algo em comum que os una.
  • Demonstre conhecimento: fale de coisas que interessem à outra pessoa.
  • Esteja presente: mesmo quando você não precisar de nada.

Já ouvi as seguintes perguntas:

P: Tenho que ser amigo do meu contato ?

R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.

P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?

R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.

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Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:

Off-line:

  • Família
  • Amigos
  • Colegas
  • Associações
  • Cursos

On-line:

  • Redes sociais.
  • Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
  • Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
  • Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
  • Comunicadores. Ex: Skype, MSN

Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.

Algumas razões para não praticar o networking:
  • Despreparo
  • Medo da rejeição
  • Vergonha
  • Procrastinação
  • Auto-imagem limitada

A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.

Habilidades que contribuem com o seu networking:
  • Ter coragem
  • Ser determinado
  • Ter empatia
  • Saber ouvir
  • Ter disciplina
  • Ser criativo
Pausa para reflexão

Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:

  1. Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
  2. Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
  3. Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
  4. As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?

10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos

  1. Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
  2. Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
  3. Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
  4. Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
  5. Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
  6. Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
  7. Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
  8. Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
  9. Planeje sua abordagem e treine.
  10. No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
  11. Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
  12. Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!

Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.

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Como fazer seu Networking cada vez melhor

(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)

  1. Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
  2. Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
  3. Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
  4. Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
  5. Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
  6. Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
  7. Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
  8. Nunca faça comentários negativos de ninguém.

Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:

  • PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.
  • SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.
  • TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.
  • QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.

Regras de Ouro

  • Conclusão de Curso: Se você acabou de finalizar algum curso, seja uma faculdade, especialização, pós-graduação, comunique aos colegas, comemore, mostre que foi mais um projeto educacional finalizado com sucesso em que você aprendeu muito. Você pode divulgar isso tanto num happy hour quanto nas redes sociais e importantíssimo, atualizar imediatamente seus currículos em todos os lugares (on line e off line)
  • Encontros: Marque almoços, cafezinhos com pessoas que tem influência no segmento de trabalho em que você atua ou pretende atuar. Não espere resultados imediatos. Converse, troque experiências, mostre o que você está fazendo e quais são os próximos projetos para alcançar seus objetivos. De novo: não peça emprego, mostre o que você tem de bom.
  • Cartão de Visita: Por fim, ande sempre com um cartão de visita. Seu nome, telefones, email, MSN, sua profissão ou consultoria, se é especialista, Mestre ou Doutor em determinado tema. Cartões marcam uma excelente impressão de alguém que cuida de sua própria imagem, sem dizer que facilita muito para a pessoa quando ela quiser entrar em contato com você. Veja um post esclusivo sobre isso aqui.
  • Redes Sociais: Se você tem muita foto de balada, chutando o balde, com três gatas ou gatos seminus no Facebook, Orkut ou qualquer outra rede social, corra! Apague tudo, delete. Sim, todo mundo vê, inclusive as pessoas que pretendem contratá-lo. Na dúvida, olhe sempre para suas fotos e frases e pense: eu contrataria alguém assim?

Desafio sugerido para aplicação das dicas acima

Escolha três contatos valioso da sua lista, e:

  • Identifique quem são e o que significam para você;
  • Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
  • Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
  • Providencie um encontro ou telefonema;
  • Defina os próximos passos.

 

Temos mais algumas dicas no vídeo do Max Gehringer (Emprego de A a Z: a importância do networking)que fala sobre a importância da manutenção de uma boa rede de contatos para conquistar o progresso profissional.

 

Agora é com você!

Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.

Bom trabalho e ótimos contatos.

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Este post é uma adaptação do Efetividade.net e do Emprego e Carreira.

Se você é tão inteligente, por que ainda não é rico?

Em algum momento da vida você já se fez esta pergunta? Ou pior: alguém (um amigo ou parente) já te fez essa pergunta, naquele momento mais inconveniente possível e com direito a plateia? Quanto mais aprendo sobre o dinheiro, mais aceito que o dinheiro e a inteligência são menos relacionados do que gostamos de acreditar.

No entanto, ter menos relação do que se imagina por aí é completamente diferente de não ter relação alguma. A inteligência é, em qualquer situação, uma vantagem. Pessoas inteligentes sempre terão mais facilidade em atingir determinado objetivo, seja ele qual for. Vamos tentar descobrir então porque pessoas inteligentes (como você, leitor) ainda não ficaram ricas ou estão enfrentando dificuldades financeiras.

Existem inúmeras formas de se ganhar dinheiro. Entre as mais populares estão desenvolver uma brilhante e sólida carreira profissional, investir sabiamente ou dar vazão aos nossos dotes empreendedores, criando novos negócios que podem virar as novas estrelas do mundo empresarial.

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Claro que existem algumas alternativas mais fáceis e mais rápidas, como receber uma grande herança, ganhar na loteria ou investir em alguma atividade criminosa (brincadeirinha...), mas essas são formas sobre as quais temos pouco controle e dependem, mais que nunca, do fator sorte (como a “sorte” de nascer em uma família rica). Por isso, vamos restringir nossa análise às três possibilidades citadas inicialmente.

Vamos começar pela carreira profissional

Você é inteligente, mas sua carreira profissional está “empacada” em um nível significativamente abaixo da sua real capacidade. O que pode estar acontecendo? O combustível de uma carreira bem-sucedida é o conhecimento e uma eficiente rede de contatos (o popular networking).

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Tratemos do conhecimento. Muito se fala em plano de carreira, mas você já fez um “plano de aprendizado”? Já parou para pensar em quais as habilidades que terão maior poder para alavancar sua carreira? Antes de tecer qualquer comentário, quero deixar claro que sou um dos maiores defensores da chamada “cultura geral”, é hora de sermos mais pragmáticos: se você trabalha na área financeira (e pretende continuar nela), talvez investir seu tempo e dinheiro naquele curso de web design não seja a melhor pedida.

Outro exemplo são as línguas estrangeiras. Muitas pessoas reclamam que têm dificuldade em aprender inglês - que, gostemos ou não, é o idioma dos negócios. Em meu trabalho, por exemplo, 90% das informações e manuais técnicos são em inglês. Alguém que não tenha um domínio mínimo do idioma, mesmo que nunca na vida vá falar em inglês com alguém, terá poucas chances de sobrevivência.

Ainda assim, muitas pessoas preferem investir em línguas “exóticas” do mundo dos negócios, como o francês (me perdoem, francófonos!) e outras sem ter condições de sequer ler uma legenda de foto em inglês. Isso limita muito o avanço da carreira. Sorry, é a mais pura verdade.

Vamos agora aos investimentos

Você tem alguma proficiência financeira? Sabe a diferença entre renda fixa e renda variável? É daqueles que tem preguiça de ler o caderno de economia e prefere ligar para aquele amigo da corretora atrás de uma “dica quente” na bolsa? Ou é daqueles sujeitos que morrem de medo do mundo das finanças e guardam dinheiro “embaixo do colchão”, usando alternativas ultraconservadoras e que rendem pouco?

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Tem um tipo de “investidor” que é o pior de todos. É aquele que acha que está fazendo “brilhantes” investimentos, mas ao mesmo tempo se enfia em dívidas que corroem os rendimentos de seus investimentos juntamente com o resto do capital. É o pecado da contabilidade mental. Pessoas inteligentes às vezes investem de forma pouco inteligente. Será o seu caso?

Por fim, chegamos ao empreendedorismo

Você é um sujeito brilhante, tão brilhante quanto suas idéias de negócios, mas vive paralisado pelo medo. Se sujeita a viver na mediocridade para não ter que enfrentar alguns fantasmas fora de sua zona de conforto. Sua tolerância ao risco é ZERO (e ZERO serão as suas chances de dar um grande salto de qualidade em sua vida desse jeito).

Ou então é uma pessoa que tem hábitos crônicos de protelação, não termina aquilo que começa e é incapaz de cumprir aqueles compromissos que assume consigo mesmo. Verdadeiros empreendedores são comprometidos acima de tudo (aliás, comprometimento é uma característica dos profissionais e investidores de sucesso também).

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Você se viu em alguns dos exemplos descritos? Se sim, grande é a chance de que você tenha descoberto o que é que está bloqueando seu progresso. Certo? Ok, mas, aqui entre nós, aposto que você já sabia...

Então mãos à obra, remova esses obstáculos e desfrute de uma vida financeira à altura de sua inteligência!

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Este post é uma adaptação do Dinheirama.

Como colocar um esporte na sua vida?

A relação entre esporte e qualidade de vida está mais do que comprovada, esse estilo de vida pode chegar a aumentar em vários anos a sua expectativa de vida.

Além disso, uma atividade física habitual ajuda também a aumentar sua produtividade e diminuir o seu nível de procrastinação. Você fica mais disposto e executa mais! É um ciclo extremamente positivo.

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O problema é que com a palavra esporte surgem pensamentos de: preguiça, falta de tempo, solidão, falta de grana, entre outras desculpas. Aqui vale repetir a frase: “quem quer faz, quem não quer arruma uma desculpa”. Antes que você arrume uma, vamos ver o que pode ser feito para colocar um esporte na sua vida:

1 – Descubra algo que realmente divirta você

Esporte não pode ser monótono, cansativo e chato de ser feito. Tem de ser algo gostoso, que te dê vontade de ir e que estimule você a continuar. A única forma de achar um esporte que te de esse prazer é ir testando. Comece um, depois experimente outro, não gostou? Troque! O que não vale é ficar parado.

2 – Se a grana estiver curta – não tem problema!

Existem diversas atividades físicas que podem ser feitas sem nenhum tipo de investimento (além de um tênis básico) como, por exemplo, caminhar, correr, futebol, pular corda e se nem pro tênis está sobrando dinheiro, então umas flexões, alongamentos e abdominais no seu quarto resolvem.

3 – Tem pessoas que não gostam de fazer esportes sozinhas

Então a saída é convidar amigos ou procurar nas redes sociais parceiros do seu esporte favorito. Vale convidar a família, amigos de trabalho e quem mais você quizer.

Não encare o esporte como uma obrigação, mas sim como uma condição para uma vida mais saudável, produtiva e ativa. Uma boa estratégia é colocar uma meta, que pode ser de peso, melhoria dos seus indicadores de saúde, campeonato, etc..

 

A minha situação

Depois de muitos anos sem fazer exercícios físicos regularmente comecei a fazer alguns.

Comecei comprando uma Xbox Kinect com o jogo Dance Central e o Kinect Sports, e sempre que possivel jogo um pouco. Gosto muitos dos jogos pois você se diverte e e faz muito exercício. Para quem não sabe que jogo é veja os vídeos abaixo.

 

 

Outra coisa que eu fiz foi começar a correr, principalmente em esteira. Para me auxiliar neste caso, estou ouvindo muitos podcast e utilizando um software para iphone chamado Adidas Micoach, que tem um treinamento para me auxiliar. Também utilizao o Runkeeper, que é uma rede social.

A corrida estou fazendo pois tenho objetivo de em Janeiro de 2012, correr 10 km, então tem que treinar todos os dias. (infelizmente esta semana estou muito gripado, então não foi possivel treinar ainda).

 

E você? O que vai fazer de esporte esse ano? Divulgue aqui seu esporte, sua freqüência, seu resultado ou até sua intenção de fazer! Vamos compartilhar essa informação e quem sabe motivar pessoas que estão paradas, precisando de um empurrão para ter uma nova vida!

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Este post é uma adaptação do Blog Mais Tempo.

Aposentadoria: melhor planejar antes que seja tarde demais

Você já está preparado para o dia em que vai parar de trabalhar? Entre os mais jovens, o assunto nem sequer é cogitado. Adoro insistir nesta questão: um dos temas que merece ser tratado pelo brasileiro de forma mais prioritária e pró-ativa é o planejamento para a aposentadoria. Grande parte de nossa população ainda trabalha com a ideia de que o governo irá cobrir os gastos e necessidades com a aposentadoria oficial.

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É hora de acordar desse sonho paternalista! A realidade é outra, e há muito tempo. Os aposentados de hoje já enfrentam diversos problemas para manter o padrão de vida que possuíam antes da aposentadoria, com estatísticas estarrecedoras: apenas 1% consegue se manter com os benefícios que recebem, segundo dados do IBGE.

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A Previdência Oficial já possui inúmeros problemas de gestão e déficits. A verdade é que o brasileiro que sonha em se aposentar usando apenas o INSS se dará muito mal no futuro. É questão de tempo: uma nova reforma que levará a maior tempo de contribuição e redução no valor dos benefícios deverá entrar na pauta de algum governo mais sério. Já se discute inclusive uma possível cobrança dos inativos.

Por que planejar a aposentadoria?

Durante o período de aposentadoria, as pessoas possuem necessidades e gastos especiais. Vivendo mais e com mais qualidade de vida, é natural que as pessoas tenham mais gastos com saúde, para ficar em um exemplo óbvio. Um item caro e indispensável, até porque a situação da saúde pública não ajuda.

Desta forma, a saída para o futuro é programar uma aposentadoria complementar. Não no sentido específico ligado aos produtos de previdência privada, mas no sentido amplo, da ideia de uma previdência que complemente o benefício oficial e seja construída aos poucos, através de investimentos constantes durante boa parte da vida.

5 passos importantes para alcançar uma aposentadoria de sucesso:

1. O melhor investimento para o filho é aquele que garante a aposentadoria dos pais.

É natural nos preocuparmos com o futuro dos nossos filhos. Eu sou pai e também quero o melhor pra minha filha, mas se pensarmos friamente, é muito comum ver exemplos de filhos que precisam pagar as contas dos pais. Garantir um futuro melhor pra você pode significar a liberdade que seu filho precisará no futuro para desenvolver sua própria vida, sem preocupações.

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2. Como iniciar o plano de investimento para aposentadoria sem dinheiro?

Fazendo disso uma prioridade. Pague-se primeiro. É aquela velha ideia de guardar no banco “o que sobrar das despesas do mês”. Nunca sobra nada, o depois não existe quando há tanto apelo de consumo. Logo, isso não funciona. Pagar-se primeiro é priorizar sua aposentadoria e seu futuro.

3. Conheça o mercado de ações (antes de se aposentar e durante).

O mercado de ações brasileiro está em desenvolvimento. Ainda temos poucos investidores e poucas empresas com ações listadas na bolsa de valores. Todos acreditamos que existe um potencial enorme para ser aproveitado – a BM&F Bovespa trabalha com uma meta de 5 milhões de investidores até 2015 (hoje somos menos de 600 mil). Destinar uma parte dos investimentos para o mercado de ações, de forma “consciente”, estudando e conhecendo o mercado poderá turbinar os ganhos para a aposentadoria.

4. Atenção aos custos e taxas das aplicações.

A taxa de administração, por exemplo, ao longo dos anos pode sugar boa parte de sua rentabilidade. Vale lembrar também a importância de definir o investimento ideal para seu perfil, afinal alguns investimentos variam taxas e impostos de acordo com o tempo da aplicação. Na prática, se você acredita que pode precisar do dinheiro aplicado em pouco tempo, prefira opções com boa liquidez e baixo risco (renda fixa). Do contrário, use a renda variável (ações, opções etc.).

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5. Fique de olho na inflação e faça as contas.

Atenção ao ganho real. É muito comum vermos as pessoas usando simuladores para projetar os investimentos e seus ganhos, mas sem considerar a inflação tanto nas correções dos aportes quanto no poder de compra. É preciso entender que R$ 100 mil daqui dez anos não comprarão o mesmo que R$ 100 mil compram hoje. Olhe de forma concreta para sua carteira de investimentos: é fundamental trabalhar com a projeção de inflação (sim, a economia do Brasil permite isso) e com o ganho real.

Esses são alguns itens que precisam ser lembrados na hora de planejar sua aposentadoria. Que tal começar a trabalhar em prol de uma vida futura mais recheada de prazeres e menos trabalho? O primeiro passo é justamente perceber a necessidade real e imediata de colocar esse tema no seu cotidiano.

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Este post é uma adaptação do Dinheirama.

Como fazer as pessoas lerem o que você escreve

Seja um e-mail, uma carta ou um artigo; a forma é quase tão importante quanto o conteúdo, ela faz as pessoas lerem o que você escreve. Se você não é escritor profissional, boa organização, harmonia e estética dá conta do recado.

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Considero escrever bem a capacidade de fazer um texto ser lido por inteiro, compreendido e aceito (o leitor deve comprar a ideia). Esses três aspectos são fundamentais para fazer seus textos alcançarem seus objetivos nas mais diversas fases da sua carreira. Tenha essas 3 coisas em mente ao escrever um texto. Para ajudar nessas tarefas, aqui vão algumas dicas poderosamente simples.

Curto e eficiente

No trabalho, enviar um e-mail longo é como escrever no topo dele “não leia” (ignore a psicologia reversa). As pessoas recebem uma enxurrada de e-mails diários e eu ainda não conheci um profissional que gostasse de ler e-mails. Portanto, mantenha ele curto sempre que puder, vá direto ao ponto (com educação). Faça de conta que cada palavra custa R$1,00. E-mails são de graça, mas consomem tempo e roubam o foco.

Evite grandes blocos de texto

Acredite, as pessoas não o lerão mesmo que tenha sido enviado pelo diretor da empresa ou o Dalai Lama. Se for obrigatório, elas até lerão, mas aí caímos no problema da aceitação. Se for realmente necessário escrever tudo, separe em parágrafos (não tão curtos, não tão longos), crie subtítulos, separe em tópicos, use imagens, apenas não deixe um grande mamute de palavras no meio do seu texto.

Limpe as sujeiras

É muito comum um e-mail enviado para várias pessoas render muitas respostas. Às vezes, esse e-mail cheio de respostas é encaminhado para uma outra pessoa que não está por dentro do assunto. Quando isso acontecer, elimine partes inúteis; delete, padronize as fontes, encurte espaços em branco e deixe uma cor só.

Não enfeite

Eu sei que existe negrito, itálico, sublinhado, tachado, várias fontes, cores e tamanhos. Mas é bom fingir que não existe. Não use mais de 2 tipos de fontes no mesmo texto, evite colorir frases a menos que seja caso de vida ou morte — use o negrito para isso. Usar vermelho para destacar algo urgente, por exemplo, pode parecer grosseiro. Textos têm grande capacidade de gerar interpretações equivocadas, e você nem mesmo saberá de grande parte delas. Por isso, abuse da simplicidade.

Fontes amigas

Enquanto fontes serifadas (Times, Georgia, etc) são boas para longos textos impressos, as sem serifa são mais indicadas para o dinamismo do meio eletrônico. Prefira uma das seguintes fontes: Arial, Helvetica, Lucida Sans, Palatino e Verdana.

Destaque trechos importantes

Extremamente útil em longos textos, destacar trechos importantes (imagem ao lado), aumenta o interesse dos leitores pelo texto.

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A arte do espaço em branco

Se você deixa muito, parece sem conteúdo; se você deixa pouco, o texto não respira e cansa a vista. Aprenda a equilibrar texto e espaço. Dica: ao menor sinal de desconforto visual, crie um espaço.

Use imagens

Imagens em textos servem para três coisas: complementar, convencer ou ilustrar. Podemos simplificar ainda mais dividindo-as em dois grupos: imagens informativas e imagens ilustrativas.

Tabelas, fotos jornalísticas e infográficos economizam texto, condensam informações e as tornam mais atrativas. Ilustrações e fotos profissionais são adornos, sinalizam aspectos do texto, podendo convencer, mas na maioria das vezes apenas melhorando a estética do texto.

Busque o equilíbrio

Seus olhos são os melhores juízes. Como mencionei, prefira usar negrito para destacar partes importantes. Da mesma forma, tons de cinza podem ser usados para estruturar o texto. Evite cores no meio do texto, evite caixa-alta e use apenas um tipo de alinhamento. Lembre-se que o objetivo da comunicação é comunicar, se você enfeitar demais irá afastar as pessoas. Saiba que existe flexibilidade, mas depende de para quem está escrevendo.

Lembre-se das características de um bom texto: deve ser lido, compreendido e aceito. Um bom texto mal formatado não será lido, um mau texto bem organizado, não será aceito.

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Este post é uma adaptação do Pequeno Guru.

Manual de uma Reunião Produtiva

Reuniões, atas e pautas são instrumentos eficazes de comunicação quando bem empregados, mas também podem ser ineficientes ralos de produtividade quando abusadas ou mal executadas.
Na prática, sabemos que muitas vezes é possível substituir a reunião por alguma alternativa que reduza os deslocamentos e o tempo de disponibilidade exclusiva dos participantes, mas produza grau de informação e comprometimento similar. Mas em muitos outros casos a reunião é a melhor alternativa, ou mesmo é obrigatória.
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Colocar todos os interessados em um mesmo ambiente, no mesmo horário, e fazer avançar uma agenda em ordem de prioridade, e não em ordem de grau de polêmica de cada tema, são grandes desafios – e percebemos isso sempre que uma reunião mal planejada ou mal coordenada perde muito de sua eficácia potencial.

Veja 10 coisas que não se deve fazer em uma reunião de trabalho

Para descontrair um pouco assista este vídeo e veja o que não se deve fazer.

O Manual da Reunião Efetiva

Que tal um manual de reuniões produtivas com 10 dicas que você pode imprimir e colar no mural, repassar por e-mail para a equipe ou “esquecer” na mesa do seu chefe?
Agendamento a tempo
Existem as reuniões de emergência, mas também existem as que ocorrem em cima da hora porque algum gestor não se organizou.
A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco. Mas reuniões marcadas com 5 minutos de antecedência não produzirão decisões tão eficientes quanto as marcadas com tempo suficiente para os participantes reunirem e atualizarem informações.
Horário para encerrar
Toda reunião previamente agendada tem horário para iniciar, mas é comum não haver previsão de horário para encerrar.
Algumas reuniões (por exemplo, assembléias realizadas entre pares, como as de condôminos ou trabalhistas) não devem mesmo encerrar sem ser por comum acordo, mas uma reunião de equipe de projeto ou entre membros de uma mesma organização pode e deve ser planejada para caber em um determinado horário, e a existência de uma hora marcada para o seu fim pode ser um instrumento adicional para manter a objetividade nas discussões.
Pauta preliminar
Todas as pessoas chamadas a participar devem saber, já no primeiro contato verificando sua disponibilidade para participar da reunião, quais os assuntos que serão tratados, e qual o objetivo de quem está promovendo o encontro (É para comunicar algo? Para decidir algo? Muda o que já se planejou?), para que possam responder e se preparar adequadamente.
Definir uma pauta inicial, ainda que bem simples – pode ser distribuída em um simples e-mail informal – é essencial.
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Pauta definitiva
Quando a reunião já estiver completamente agendada, é hora de divulgar uma versão mais completa da pauta, incluindo os temas originais e possíveis outros temas adicionais que tenham sido sugeridos por outros participantes, local e horário (de início e fim), e lista de quem estará presente.
Elenco de apoio
Quanto maior o número de participantes sem interesse direto no assunto que estiver sendo tratado, maior será a complexidade (desnecessária!) da comunicação na reunião. Se você tem uma pauta bem definida, pode dispensar os participantes que foram chamados apenas para um ponto específico dela, assim que este ponto for tratado. Deixe isso claro desde o princípio, para que todos vejam isso como um ponto positivo, e não como uma rejeição!
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Reunião não é sinônimo de assembléia
Pessoas que você gostaria que participassem da reunião apenas para que estejam informados, ou para o caso de terem alguma opinião, em geral podem fazê-lo apropriadamente a partir da leitura da pauta e da ata.
Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva – mas cuidado para não sofrer um “choque de realidade” pós-reunião: chame para o encontro também as pessoas que compreendem os detalhes práticos das situações em análise, e não apenas os tomadores de decisão.
Telefonemas e interrupções
É uma constante: quem está em uma reunião geralmente preferiria estar em outro lugar, e tem outras obrigações ocorrendo em paralelo. A cortesia manda não deixar o celular levar vantagem: quem abriu mão de seus compromissos para estar no mesmo ambiente que você deve ser privilegiado com a sua atenção.
Mas a cortesia não basta: é importante haver uma política clara quanto ao tratamento de ligações, torpedos, etc. É aceitável lidar com eles no próprio ambiente da reunião? É preferível sair da sala? Ou eles devem ser ignorados por toda a duração do encontro? Exceções são inevitáveis, mas a regra para os casos normais, quando definida, é melhor que o improviso e a incerteza.
Cuidado com os detalhes de implementação
Quando a reunião ocorre entre pessoas que conhecem operacionalmente (a fundo ou não) o assunto em discussão, é comum que as discussões sobre “como” fazer algo sejam muito mais saborosas do que a mera decisão sobre “o que” fazer, que normalmente é o objeto da reunião.
Assim, quase ninguém resiste a entrar neste debate (“em que linguagem vai ser?”, “com qual ferramenta?”, “qual a potência do motor?”, “no meu tempo isso era feito com arquivos-texto”, etc) logo após a decisão sobre “o que” fazer ter sido tomada. Só que isso tende a fugir da pauta, a não envolver todos os presentes, e até a adiantar perigosamente decisões técnicas que deveriam ser feitas com mais análise.
Se você notar que isso está ocorrendo, proponha uma reunião (não no mesmo dia!) para tratar especificamente do assunto, e prossiga com sua pauta original!
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Polarização e monólogos
A não ser que alguns participantes tenham sido designados como ouvintes, reuniões devem garantir voz e vez a todos os integrantes, pois as conclusões comprometerão igualmente a todos.
Ao perceber que um debate está se polarizando ou mesmo que algum participante está tentando impedir que outro conclua suas ideias, intervenha! Certifique-se que todos terão oportunidade de se expressar, se possível sem limitar o direito de réplicas.
Temas fora da pauta
Se durante a reunião surgirem temas não conexos aos da pauta mas apropriados ao público presente, o secretário deve tomar nota deles, e a reunião prossegue sobre os pontos originais da pauta.
Ao final da reunião, com base nas anotações, os temas extras podem ser colocados em discussão, ou agendados para ocasião futura (e este agendamento também deverá constar na ata ou registro da reunião).

Secretaria é essencial

Toda reunião precisa de um secretário ou secretária previamente designado. Pode ser um dos participantes, que recebe esta atribuição adicional, ou uma pessoa que não participa das deliberações da reunião em si (embora esteja presente), mas fica encarregada de secretariá-la.
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O papel do secretário é simples, mas exige atenção: ele deve ficar encarregado de acompanhar os pontos da pauta, para certificar-se de que serão todos discutidos, tomar notas sobre as decisões relacionadas e gerar uma ata ou resumo sumarizando-as – logo após a reunião.
Idealmente, antes de encerrar a reunião o secretário deve ser convidado a ler suas anotações sobre as decisões tomadas, para certificar-se de que todos os presentes têm o mesmo entendimento (naturalmente eles terão outra oportunidade para confirmar se concordam também com a ata ou registro, após sua produção).
O ideal é haver um mecanismo previamente definido sobre a forma de divulgar esta ata: todos precisam assinar, ou apenas a autoridade responsável pela reunião? É um documento público ou não? Quanto mais firme for esta política, mais automática será a difusão das informações da reunião. Como um bônus adicional, o secretário pode ficar encarregado de propor fazer a pauta avançar ao perceber que está sendo dedicado muito tempo a algum problema secundário.

Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.

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Este post é uma adaptação do Efetividade.

Como decifrar um cartão de crédito?

Descubra qual é a fórmula que mostra se os números impressos no plástico são falsos ou não

De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos, fraudes com cartões de crédito e débito somaram R$ 900 milhões em 2010. “Ladrões são muito criativos e sempre procuram uma forma de trapacear”, diz Maurício Icaza, diretor de operações do Bradesco Cartões. Um jeito simples para tentar evitar falcatruas e clonagens é prestar atenção aos dados impressos no plástico. Assim como notas de dinheiro legítimas contêm marcas-d’água e letras mínusculas que só podem ser identificadas com lupa, cartões também vêm com informações para provar sua veracidade. “Os números mostram desde o básico, como a bandeira, até fórmulas que são conhecidas apenas pelas organizações bancárias”, afirma Henrique Takaki, coordenador do Comitê de Segurança da Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviço. Confira, a seguir, o que há por trás dos cartões.

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Fórmula do Número do Cartão

Exemplo: números do cartão da imagem - 4417 1234 5678 9113. Os números são apenas ilustrativos

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Este post é uma adaptação do Revista PEGN.

Um abraço a todos.

Esqueça-se do estagiário de antigamente

Foi-se o tempo em que o estagiário encarnava aquele personagem apático, tímido e extremamente subserviente. Todas as tarefas chatas, rotineiras e irrelevantes eram repassadas a ele. Porém, ainda hoje, vejo gestores que não enxergaram a notória mudança na atitude desses profissionais em formação. Se não mudarem a postura, perderão os talentos para as empresas que entendem o quão estratégico é esse assunto.

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A busca por um futuro profissional de sucesso deve começar o quanto antes, disso todos nós sabemos. O estágio é uma ótima forma de entrarmos no mercado de trabalho e ao mesmo tempo colocarmos em prática o que aprendemos na faculdade.

Não seja igual ao estagiário dos vídeos abaixo.

Visão preconceituosa

No entanto, muitos ainda têm uma visão preconceituosa dessa função, que em algumas empresas trata-se apenas de cuidar das tarefas repetitivas e que não agregam muito como experiência. Dessa forma, fica complicado colocar em prática as matérias e mais difícil ainda se manter motivado com o pequeno salário.

Olha esta história sobre estagiário:

Lembro-me como se fosse ontem da minha entrada no mercado de trabalho, num pequeno escritório de internet – na época em que a bolha ainda não estourara – e percebi que seria um auxiliar administrativo de luxo, no máximo.

Um sócio me contratou sem avisar ao outro. Quando se encontraram, o desavisado olhou para mim e perguntou: “e essa figurinha aí, quem é?”. Se tivesse um buraco lá, entraria de imediato. “Ah, esse é o estagiário que eu disse que contrataria.” – argumentou meu chefe. Foi o maior bá-fá-fá. Discutiram na frente de todos, e ainda surpreenderam-se quando anunciei minha saída logo no primeiro dia. Interessante, pois o que pensavam? Que eu como estag – apelido carinhoso – deveria abaixar as orelhas e continuar meu “serviçinho”? Ledo engano! E olha que isso já faz uns 10 anos!

A real função do estágio

É muito triste quando o pessoal refere-se ao estagiário da área com desdém.

Pior é achar que o “entrosamento” causado por meio de piadas é bom.

Sinto dizer, mas isso está totalmente descolado da realidade. Os estags não aceitam – será que um dia aceitaram? – mais o menosprezo, e não pensarão dois segundos antes de trocar esse local por outro melhor.

O “tirador de xerox”, “passador de cafezinho” e “trocador do galão de água” não existe mais. Terão de arrumar outros para essas honrosas atividades. Então, o que fazer? Muito fácil. Passe-lhes desafios, cobre resultados e distribua responsabilidades. Ajude-os a relacionar a teoria da faculdade com a prática da companhia. Conquiste um bom profissional para sua empresa. Lembre-se de que para você crescer será preciso bons substitutos. De onde eles surgirão? Do programa de estágios, por que não?

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É claro que o estágio serve como aprendizado e crescimento e, como em qualquer outra função, sempre haverá coisas que não gostamos de fazer e que, de fato, não achamos que contribuam tanto para o desenvolvimento da carreira. Porém, esse tipo de trabalho não pode de maneira alguma ser apenas uma forma de mão de obra barata e explorada.

Fique atento! Existem muitas empresas que de fato investem no crescimento do estagiário, delegam responsabilidades e fazem com que cresçam possibilitando até mesmo uma efetivação quando o profissional se forma. Portanto, não fique parado achando que estágio é tudo igual.

A Tecnomapas,empresa que eu trabalho, por exemplo é uma que investem no estagiário, eu mesmo entrei aqui como estagiário e hoje sou responsável por toda área produtiva da empresa com vários setores e quase 200 funcionários sobre minha responsabilidades, isso após 11 anos de empresa.

Busque uma oportunidade realmente enriquecedora e que te desafie. Dedique-se ao máximo e aproveite este período para aprender com pessoas mais experientes. Comporte-se como um profissional e se for necessário, abra mão de coisas que gosta, em função do trabalho.

Não se esqueça de que essa é sua primeira chance de mostrar quem realmente é e que tipo de pessoa pretende ser no mercado de trabalho. Opine, discuta, acrescente coisas construtivas e demonstre seu valor!

Seja inteligente e aproveite a oportunidade de encontrar e reter talentos que farão a diferença na performance de sua área. Mostre que há uma carreira incrível e sem limites para ter ao seu lado os melhores alunos do país. Isso é sinal de que você é um bom estrategista. A escolha é sua.

O que dizer na entrevista?

Fale igual ao estagiário do vídeo (segundo vídeo, no 3:13 minutos):

Eu sou um cara, dinâmico, dedicado, organizado, centrado, ágil, versátil, flexível, criativo, proativo, decisivo, comunicativo, comprometido, extrovertido, mas não sou metido.

Sou agregador de valor, adaptável a mudança, focado em resultado, tenho facilidade para trabalho em equipe, espírito de liderança, bom relacionamento interpessoal, pensamento sempre positivo.

Na minha carreira sempre busquei dividir responsabilidade, subtrair diferenças, somar os esforços para multiplicar os resultados, adoro encarar desafios, correr riscos e cumprir metas, minha grande qualidade é minha ética e meu profissionalismo, o meu grande defeito é ser muito perfeccionista.

E vocês tem histórias de estagiários? Comentem e nos acompanhem no Twitter,RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação de dois post do Grupofoco.

Você sabe usar bem o seu Tempo? 15 dicas para usar melhor

Após uma pesquisa realizada pela VOCÊ S/A, em parceria com Christian Barbosa, se descobriu como os profissionais usam o tempo no trabalho. As respostas, de 1 606 pessoas, revelam que há muita gente perdendo, todos os dias, minutos preciosos com atividades banais. "Os profissionais precisam adotar algumas práticas simples para ganhar tempo e ter mais qualidade de vida", diz Christian. Veja os resultados do levantamento.
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DE 30 MINUTOS A 2 HORAS é o tempo que as pessoas enrolam por dia, realizando atividades banais, como lixar as unhas e jogar no celular.

Já parou para pensar em como esse tempo é precioso? Se não tivesse gastado esses minutos, você poderia sair do escritório e... ...em 1 hora: fazer planos detalhados para cumprir as resoluções de ano novo. Em 2 horas: assistir a um filme, ler sua revista preferida inteirinha ou ir a uma aula de inglês.

EU USO MEU TEMPO NO TRABALHO PARA FAZER OUTRAS COISAS PORQUE. . .

  • 35% dos entrevistados não conseguem resolver seus problemas pessoais em casa.
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Ninguém é uma máquina e consegue sempre separar o pessoal do profissional. "Mas quem equilibra a divisão do tempo sai na frente", diz Luciano Meira, da consultoria FranklinCovey Brasil. Alguns assuntos pessoais são permitidos: marcar uma consulta médica, por exemplo, não suga tempo.

QUANTAS HORAS VOCÊ GASTA SEM FAZER NADA A CADA DIA?

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  • 1 hora > 30%
  • 2 horas > 33%
  • 3 horas > 19%
Isso pode não parecer nada no dia a dia. Mas, em cinco anos, com 2 horas e meia diárias, você poderia fazer seis MBAs.

TENHO POUCO TRABALHO A FAZER: Afirmar 32 % dos profissionais

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Essa é para os chefes: nem sempre funcionários que parecem ocupados realmente estão. "Entre os gerentes, 90% perdem tempo no trabalho e produzem abaixo do esperado", diz Luciano. Dá para evitar que isso aconteça. "Os líderes têm que trocar feedback com a equipe para perceber como está a produtividade do time", diz Vera, do Instituto EcoSocial.

O PERIGO DAS REDES

  • 85% dos profissionais que responderam à pesquisa acessam as redes sociais no trabalho.
  • 94% usam o Twitter. A rede é a preferida entre os 1 606 pesquisados.
  • 29% acessam o LinkedIn. De uso mais profissional, é o último da lista das preferências.
Se usadas com cuidado, as redes sociais podem ajudá- lo a ser produtivo e a encontrar informações importantes. Mas tome bastante cuidado: participe apenas de redes relevantes. "O LinkedIn é um ótimo canal de contratação", diz Vera Costa, consultora do Instituto Eco- Social. Estabeleça horários para visitá-las, desabilite os avisos de novas mensagens, para evitar distrações, e integre as redes em um só programa. Para os viciados em Twitter, conselho do Christian: "Siga poucas pessoas. Selecione quem disponibiliza informações relevantes para o seu trabalho".

MOTIVAÇÃO EM BAIXA

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  • 40% Procuram um novo emprego durante o expediente.
  • 20% Estão infelizes com o trabalho e não se concentram.
  • 18% Ganham mal e enrolam.
A falta de significado no trabalho pode desmotivar os profissionais e fazer com que adiem ao máximo a realização de tarefas. Quem não se sente realizado não se concentra e usa mal o tempo. Os gestores devem tentar ajudar esses funcionários e mapear se estão no setor errado, por exemplo.

QUANTO TEMPO VOCÊ USA LENDO, RESPONDENDO E CLASSIFICANDO EMAILS?

  • 1 hora > 32%
  • 2 horas > 24%
  • 3 horas > 11%
O tempo gasto para administrar e-mails varia de acordo com a atividade de cada um. Mas, na média, um profissional que separa de 45 minutos a 1h15 consegue fazer essa tarefa com tranquilidade. Christian aconselha: "Tenha um bom filtro anti-spam, veja suas mensagens apenas a cada 2 horas, escreva pouco e objetivamente e coloque como meta manter sua caixa de entrada limpa".

VOCÊ DEIXA TUDO PARA A ÚLTIMA HORA?

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  • 57% dizem que às vezes deixam trabalho para depois.
  • 12% afirmam que sempre prorrogam os deveres.
  • 35% revelam que nunca adiam as tarefas.
Deixar para resolver os assuntos no último minuto pode ser visto como uma característica cultural do brasileiro. Uma pesquisa desenvolvida pela consultoria Triad PS, com 1 502 respostas, mostra que apenas 28% dos americanos admitem procrastinaro verbo é este mesmo, na linguagem popular, empurrar com a barriga.

MEU CHEFE NÃO USA BEM O TEMPO PORQUE...

  • 36% reclamam que o gestor não sabe se planejar.
  • 21% afirmam que o líder gera urgências na equipe.
  • 21% dizem que o chefe perde tempo com bobagens.
Um gestor que não sabe administrar bem o tempo prejudica a equipe e a empresa. "Chefes desorganizados criam equipes desorganizadas, mesmo que seus subordinados sejam disciplinados", diz Luciano. As empresas têm uma saída para evitar o problema: instalar bons medidores de produtividade. "A perda de tempo é um sintoma de algo maior: a queda de competitividade", diz Villela da Matta, presidente da Sociedade Brasileira de Coaching.

ALMOÇO E ESTICADINHA

  • 59% dos profissionais excedem o tempo que têm para almoçar.
A esticadinha no almoço só é perdoável se os minutos a mais forem ajudá-lo a voltar para o escritório com a produtividade em alta. "Muita gente fica sonolenta logo depois da refeição e precisa de um tempo a mais para voltar e se concentrar de fato", diz Christian.

INTERNET É VILÃ

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  • 36 % perdem tempo por causa da internet.
  • 21 % se atrapalham ao navegar sem rumo pela rede.
  • 21 % ficam desconcentrados por causa de comunicadores online.
O excesso de informação disponível na internet atrapalha a concentração. Determine horários para navegar, faça uma lista com os sites relacionados ao seu trabalho e saiba o que você precisa procurar na rede. "Estabeleça um foco ao usar a internet. Isso ajuda a manter a produtividade", diz Luciano, da FranklinCovey Brasil.

MEUS COLEGAS ME ATRAPALHAM:

  • Reclamam 11% daqueles que preferem transferir o problema para o colega de baia
Essa questão pode ser resolvida com diálogo. Primeiro, tenha algumas conversas francas com seu colega tagarela. "Se não adiantar, leve o problema para o chefe. Ele tem autoridade para tratar do assunto", diz Vera.

QUANTO TEMPO VOCÊ GASTA FAZENDO POLÍTICA?

  • 30% Não "perdem" tempo com isso.
  • 23% Dizem dedicar meia hora à atividade.
Reservar algum tempo para fazer política positiva, conversando, por exemplo, com a equipe de TI, pode ser extremamente útil quando você tem problema com sistemas no seu computador ou está desenvolvendo um projeto que depende da interação com ela. Ou, então, usar o tempo para fazer marketing pessoal e networking é importante. "Convidar seus contatos para um café de meia hora no meio da tarde pode render bons frutos, como novas ideias para antigos problemas", diz Vera.

DESCONTRAÇÃO NO MEIO DO EXPEDIENTE

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  • 41% repassam piadas por e-mail.
  • 26% trocam links de vídeos do YouTube.
A prática pode até ajudar a relaxar num momento de estresse. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, assistir a vídeos no YouTube ajuda a reorganizar a mente entre uma tarefa e outra. Mas, claro, parcimônia é essencial: "Cada um deve aprender a dividir bem seu tempo. E, se rir por uns minutos faz bem, não há problemas", diz Luciano.

SEXO NO TRABALHO

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  • 11 % veem pornografia no escritório.
  • 2 % praticam sexo virtual no expediente.
Quem acessa pornografia ou faz sexo virtual no escritório está cometendo um gravíssimo erro de carreira, sem mencionar o lado ético do comportamento e outras questões que deveriam ser objeto de uma terapia. "Se alguém for pego nessa situação, a demissão certamente vai acontecer", diz Vera.
E vocês tem alguma dica de como usar bem o seu tempo? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSSe Facebook.
Este post é uma adaptação do Voce SA.

Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.


As 10 profissões que são mais estressantes, veja se a sua está na lista

Depois de listar as 10 profissões que trazem mais felicidade (link na imagem abaixo), o site de empregos CareerCast coloca, agora, na berlinda as carreiras com os piores índices de estresse.
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Para montar o ranking, o site avaliou 200 profissões diferentes nos Estados Unidos. Entre os critérios estavam condições do ambiente de rabalho, grau de competitividade e riscos no trabalho, além de salário e potencial de crescimento na carreira.
De acordo com um estudo recente da Associação de Psicologia Americana, 70% dos profissionais apontam seus empregos como a principal causa para sintomas de estresse. size_590_post-it-estressado
No Brasil, o cenário não é diferente de acordo com o a Exame.com, veja a lista abaixo e veja se a sua profissão está na lista:
1. Pilotos de aviões comerciais
Por mais seguro que seja o transporte aéreo (visão esta das companhias do aéreas) os pilotos de avião sentem na pele (e na mente) o peso da responsabilidade de conduzir as vidas de centenas de pessoas céus afora.
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No topo do ranking, os pilotos comerciais apresentaram um nível de estresse de 59.53. Além dos cuidados com a segurança dos passageiros, eles sempre têm de estar dentro dos horários de vôo estabelecidos, além de trabalhar por várias horas seguidas.
No Brasil, as companhias aéreas começam a sofrer com a falta de profissionais bem qualificados no setor. Para pleitear uma oportunidade em companhias como TAM e Gol, os pilotos precisam contabilizar mais de 1.500 horas de voo. A licença para piloto comercial sai por 35 mil reais, mas o valor das despesas com formação acadêmica e profissionalizante pode dobrar esse valor.
Os salários podem chegar a 16 mil reais.
2. Relações públicas
Ser a ponte entre as empresas e o público em geral não é tarefa fácil. Resultado? A carreira de Relações Públicas conquistou a segunda posição do ranking com nível de stress em 47,6.
“Trabalhamos sempre sob pressão. O relações sempre corre na frente para cuidar da imagem da empresa”, afirma Maria Amélia Cruz, presidente da Confederação Nacional de Relações Públicas. “Não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais”.
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A carreira, segundo a especialista, vive uma fase favorável no Brasil. O problema, no entanto, é o reconhecimento pelas empresas. “Raramente, há anúncios voltados especificamente para relações públicas. O mercado está muito competitivo”, diz.
Nos Estados Unidos, segundo dados da pesquisa, um profissional de relações públicas pode trabalhar em média 9 horas por dia. “Mas não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais”, afirma Maria Amélia.
Os salários para profissionais com mais experiência podem ultrapassar os 10 mil reais.
3. Executivo sênior
Chegar no topo do escalão é o objetivo de quase todo profissional que trabalha em grandes empresas. No entanto, a pesquisa mostra que maior status profissional e salarial é diretamente proporcional aos níveis de estresse.
Com jornadas que podem superar as 11 horas por dia, os alto executivos apresentaram níveis de estresse de 47.41, segundo a pesquisa. A pressão por resultados, a responsabilidade de gerir e conhecer em profundidade detalhes de vários departamentos contribuem para o cenário.
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No Brasil, de acordo com especialistas, a realidade pode ser mais alarmante. “No dia-a-dia, o executivo precisa driblar uma série de questões políticas ou de infraestrutura que impactam o ciclo produtivo, sem contar que o custo Brasil é muito alto”, afirma Davi Braga, gerente de negócios da Dasein.
Isso significa que, em solo brasileiro, o tamanho do abacaxi que cada executivo tem que descascar é grande – fato que exige profissionais mais experientes e com uma senioridade elevada.
Por conta disso, segundo uma pesquisa recente da consultoria Dasein, em 2010, os executivos que trabalham em São Paulo receberam salários maiores do que profissionais que têm o mesmo cargo em Nova York. De acordo com o estudo, um diretor de uma empresa em São Paulo teve, em 2010, remuneração anual média de 243 mil dólares.
4. Fotojornalista
Estar em lugares inóspitos e brigar por espaço para conseguir os melhores enquadramentos. A combinação de fatores que tornam a rotina de um fotojornalista estressante é até óbvia.
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Some-se a isso salários nem tão atraentes, horários estranhos e muita pressão. Pronto, terá como resultado um nível de estresse de 47.09.
No Rio de Janeiro, fotojornalistas freelancers recebem cerca de 840 reais por foto publicada em capa de revista.
5. Repórter
De dentro de um estúdio, redação ou direto do local dos acontecimentos, o repórter deve ser o primeiro a levar o fato do momento para o público. O profissional que trabalha na busca pelas notícias em tempo real vive sob pressão.
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Os prazos de entrega apertados, a constante procura pelo inédito, longas horas de trabalho e, muitas vezes, a exposição a situações de perigo faz com que o jornalista atinja o nível de estresse de 43,56.
O repórter no estado de São Paulo recebe a partir de 1,9 mil por cinco horas de trabalho, de acordo com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj). Profissionais com mais experiência ou com mais exposição em telejornais, no entanto, podem ganhar até 200 mil reais em salário e benefícios.
6. Executivo de contas
O profissional que traduz os desejos do cliente à área de criação da agência de publicidade vive sob pressão. É o chamado executivo de contas ou “atendimento” que fica responsável por fazer a relação entre as duas pontas ser satisfatória.
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Fazer esse meio de campo pode ser estressante e exigir dedicação de várias horas de trabalho por dia. Segundo o estudo, um executivo de contas trabalha, em média, 9, 5 horas por dia e atinge até 41,05 pontos em nível de estresse.
“A rotina é estressante porque geralmente o profissional deve cuidar de várias contas ao mesmo tempo e dar atenção personalizada para cada cliente”, diz Marcelo D’Emídio, chefe do departamento de marketing da graduação da ESPM-SP.
O executivo de contas enfrenta ainda um mercado “extremamente competitivo”, conta D’Emídio, “tendo que estabelecer estratégias para resultados positivos e de alguma forma fidelizar a empresa-cliente para que ela não mude de agência”.
7. Arquiteto
Com nível de estresse de 39,93, os arquitetos estão na sétima posição do ranking do CareerCast.
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Mas as pressões, segundo o arquiteto Marcílio Barotti, não estão ligadas ao processo de elaboração do projeto. “O problema são os entornos, a burocracia para aprová-lo junto à prefeitura, as reclamações dos vizinhos e preocupações dos clientes”, diz.
Ele, que trabalha 12 horas todos os dias, estima que, em média, um arquiteto com experiência e negócio estabelecido receba em torno de 20 mil reais por mês.
8. Corretor de Valores
Um telefone em cada mão e sempre de olho na movimentação de ações nas bolsas de valores em todo o mundo. O corretor de valores no Brasil não corresponde à a imagem que se vê nos filmes, de gritaria com a variação de humor dos mercados, que é mais comum em bolsas no exterior.
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Mesmo assim, a profissão exige jogo de cintura para sobreviver às pressões de clientes investidores e às alterações rápidas e, muitas vezes, abruptas, do mercado de ações.
O corretor de valores é responsável pela compra e venda de ações, ou outro tipos de título, para investidores de acordo com as tendências do mercado e procurando atingir o melhor resultado.
Com essa missão, o profissional que trabalha, em média, 8 horas por dia pode atingir o nível de estresse de até 39,7.
9. Técnico de emergência médica
Os profissional da área de saúde que faz o primeiro atendimento emergencial são os responsáveis por manter vivo o paciente até a chegada ao hospital. O socorro pré-hospitalar é geralmente feito por técnicos de emergência médica em diversos níveis.
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Paramédicos e socorristas que cumprem essa função trabalham longas horas sob pressão, muitas vezes em turnos noturnos de atendimento e plantões de 24 horas.
Sem rotina precisa, os técnicos de emergência médica podem atingir o nível de estresse de 39,68.
10. Corretor de imóveis
A crise financeira americana (que teve seu estopim no mercado imobiliário) pode ter ajudado a colocar os corretores entre as piores profissões em termos de estresse.
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No Brasil, de acordo com Carlos Kapudjian, diretor de Vendas da Lopes, o cenário é diferente. Otimista, ele prefere descrever a rotina de trabalho dos corretores de imóveis no país como agitada.
E os motivos para isso são positivos. Impulsionado pelas facilidades de crédito, aumento da renda e bônus demográfico, o mercado imobiliário brasileiro está a todo vapor.
"O corretor precisa falar com pessoas todos os dias, conhecer novos empreendimentos, cultivar a carteira de clientes que possui, além de estar sempre com o astral bom", afirma o especialista. O resultado da combinação desses fatores podem ser jornadas de trabalho de até 12 horas por dia - mas com direito a uma maior autonomia na hora de escolher sua grade de trabalho.
Para compensar, os rendimentos mensais podem extrapolar os 30 mil reais para profissionais mais experientes. "É uma carreira que não tem limite de ganho. O salário é 100% variável, por isso, é muito competitivo". Mas, na opinião dele, isso não implica, necessariamente, em uma rotina negativa em termos de estresse.


Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, algo que pode colocar ou tirar a sua profissão desta lista. Dé uma olhada na metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done e veja o vídeo abaixo.

Após a leitura você concorda com esta lista? E a sua profissão está nesta lista? Ou a sua profissão está na lista de profissões que trazem mais felicidades?

Este post é uma adaptação do Exame.com.