Mais informação é igual a menos produção?


Informação é uma das moedas da atualidade. Temos de usar bem as informações que obtemos constantemente para que tenhamos vantagem competitiva no mundo corporativo. E obter informação é a coisa mais fácil que existe nesse mundo moderno. Em qualquer lugar, até dentro de elevadores, recebemos uma enxurrada de notícias de tudo quanto é assunto.

Se por um lado isso é bom, por outro pode afetar a produtividade pelo excesso de informação, o que atrapalha na tomada de decisão. Então, para sermos mais produtivos, teríamos de ser menos informados?

Informação demais, produtividade de menos

Foco é algo que todos buscam, mas pouquíssimos encontram. Alguns até acham que conseguiram ajustar e se manter no foco, mas na verdade continuam dispersos devido a quantidade absurda de informações as quais somos expostos. É um email no smartphone, um joguinho no Facebook, o rádio ligado, a televisão também, os feeds de notícias… Nossa mente facilmente perde o foco ao tentar processar tanta informação de uma vez, e a cada momento chega mais e mais. O que fazer, então?

Faltam filtros de informação

Um dos ensinamentos do Silvio Meira sobre a nossa nova era, e como não enlouquecer com ela, é a de que, para lidar com tanta informação, precisamos filtrar para as que realmente nos servem. Não há nada de errado com a produção de informação. As novas tecnologias móveis e fáceis de usar nos permitem isso. A questão é: quais dessas informações são relevantes para você?

Indo para o foco da gestão, para podermos nos concentrar na produtividade, devemos ser mais radicais e deixar completamente de lado as informações que não acrescentarão nada nos nossos objetivos enquanto estivermos produzindo. Podemos até voltar a elas num momento mais adequado, mas na hora de trabalhar, só o que importa são as informações relativas aos objetivos a serem alcançados.

Parece difícil, e é mesmo, mas só no começo. Basta ter um pouco de autodisciplina que logo você saberá ignorar tudo que não é relevante. Outras dicas são:
  • Enquanto estiver trabalhando, desligue ou diminua o contato com fontes impertinentes de informação. Saia de perto da TV, desligue o rádio das notícias ou mude para uma estação apenas com músicas, deixe aquela danação de blogs de comédia para depois do expediente;
  • Classifique suas fontes de informação e separe as que são extremamente relevantes para sua produtividade, as que podem ser complementares e as que são inúteis para seus objetivos. Priorize as relevantes, dê alguma atenção às complementares e descarte as inúteis;
  • Revise suas fontes de informação de acordo com seus objetivos. Se agora o goal é fechar um contrato de parceria internacional, as fontes de informação sobre comércio exterior podem ser mais interessantes. Se o objetivo então é expandir o mercado para setor nacional em crescimento, o foco deve ser direcionado para informações dessa área.

E você como filtra suas fontes de informações? Espero que uma das fontes seja este blog. Comentem e nos acompanhem noTwitterRSS eFacebook.

Este post é uma adaptação do Pontomarketing.

Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.


Os 10 tipos de chefes

Em uma empresa, sempre estamos atento quando certa pessoa começa seu dia ao seu lado, com interesses momentâneos sobre suas atividades, e nestes relâmpagos de comportamentos, você acaba ficando na duvida, este chefe é ou não um chefe interessado no meu trabalho, pense que muitas vezes você deve estar preparado para lidar com situações adversas, pois o chefe no seu papel mandatário nunca estará satisfeito com apenas um "sim senhor", muitos ainda estão vivendo na época do "puxa lo saquito" , isso mesmo, o chefe que atrai para ele toda a atenção, pois ele deve ser a estrela, então vamos aos tipos de chefes mais conhecidos.

Chefe carrapato

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Nunca fique desanimado com tanta perseguição, mas o chefe carrapato é aquele que não descola de você, pense que esta dependência as vezes é parte de um problema, sua postura deve estar diante de seu personagem funcional, tente amenizar este comportamento com um, "estou ocupado".

Chefe suicida

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Este personagem as vezes dá até medo, pois a empresa sempre esta mal, e nunca rende o suficiente, vive dizendo, "ainda vou morrer disso" ou "ainda vou morrer daquilo" por causa da empresa, transforme este chefe em um centro de avaliação, pois seus argumentos tem de fato alguma razão, mas na questão suicida, pense que faz parte de seu show.

Chefe meloso

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Não pense que muito mimo poderá lhe garantir uma carreira de sucesso, cuidado, o chefe mimoso é um sério problema nas empresa, pois sempre atrás de um abraço, vem depois um grande susto, acalme-se e lide com esta situação com muita cautela, pois seus mimos são na realidade desvios de interesses, e de fato, quem não gosta de mimos.

Chefe capataz

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Acalme-se, porém tenha cuidado, o chefe capataz, existe em muitas grandes empresas, onde o mesmo, acredita que o trabalho em grupo e o sucesso de suas metas, são resultados de seus gritos e frases sem educação, pense que este tipo de chefe, já está em extinção, as empresas em crescimento acabam eliminando estes tipos de profissionais.

O chefe mal caráter

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A ética é sempre primordial para o sucesso de qualquer profissional, mas em qualquer escala da sociedade, sempre tem os que querem tirar proveito de alguma oportunidade, pense bem ao detectar este tipo de chefe, nunca peça nada além de suas atribuições profissionais.

O chefe Deus

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Em momentos, algumas empresas tendem a ser mais competitivas quando seus negócios estão sendo direcionados por um grupo de trabalho capacitado e com definições em pauta diária, e de vez em quando todo o resultado de um trabalho, acaba refletindo sobre o chefe do grupo, e quando isso acontece, o mesmo acredita ser o único responsável pelo sucesso do grupo, e com voz suave diz, "se não fosse eu, seria Deus" .

Chefe calmo

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Acalme-se meu filho, não tenha pressa, amanha é sábado , deixa para segunda-feira, pois é, muitas ações são resultados de ordens definidas por chefes de empresas, e quando estas ações não ocorrem, acabam sendo culpa de quem - isso mesmo, de você, o chefe calmo é aquele que esta sempre atento, mas sempre aguardando o futuro chegar, dizendo "tu vai ver, no futuro as coisas acontecem" pois é, a sua empresa terá este tempo?

Chefe Palhaço

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O chefe palhaço nunca deixa sua equipe ficar sem ao menos uma piadinha, de fato o ambiente acaba ficando gostoso e também, todos mais confortáveis, mas tirar o tempo de trabalho para umas piadinhas ? sinceramente o telefone toca por solicitação do cliente, e neste caso, o que o seu cliente quer?

Chefe bondoso

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O insucesso de muitas empresas é por que o SIM predomina em sua empresa, e saiba que a rentabilidade da mesma, deve estar sempre acima de seu potencial de ganhos, então pense, por que dar 4 aumentos ao ano "é ótimo, mas a sua empresa aquentará" pense bem, o chefe bondoso, nem sempre tem razão.

O chefe ilusionista

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Este chefe é um perigo, sempre faz com que as coisas sumam, tal como seus balancetes, relatórios e outros documentos, será que seu chefe é realmente organizado? Vicie seu chefe a pedir mais de uma vez o mesmo documento, não é errado, isso é para instigar a preocupação dele com tal objeto.


Por fim é isso, são 10 modelos de chefes existentes no mercado, você talvez seja um deles ou tenha um chefe como um destes, mas não é de fato errado ser assim, é na virtude pessoal de cada profissional, que estas diferenças fazem muitas empresas funcionarem diferentemente gerando a competitividade no mercado ao qual atua, pois o ser humano é o reflexo de sua ação, e no caso a empresa com certeza também.

E você tem qual tipo de chefe ou é qual tipo de chefe? Comentem e nos acompanhem noTwitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Administradores.

O que incomoda mais no ambiente de trabalho?

Para responder a essa pergunta o LinkedIn, a maior rede social para contatos profissionais do mundo, entrevistou 17 mil profissionais de vários países do mundo, inclusive o Brasil. O convivência com as pessoas do ambiente de trabalho é um dos fatores que contribuem para o bom andamento dos projetos da empresa. Se existe um comportamento inadequado por parte de algum membro o equilíbrio fica comprometido.
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Alguns comportamentos inconvenientes apontados pelos entrevistados foram:
- No Brasil, a fofoca excessiva no trabalho é considerada um problema;
- Já na Alemanha, é a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo que incomoda;
- Os japoneses detestam ser motivo de piadas dos colegas;
- Nos EUA, o furto de comida na geladeira de uso coletivo;
- E na Índia, é mais irritante é ouvir os constantes toques dos celulares dos seus colegas.
Uma opinião em comum em todos os países em relação ao comportamento que mais incomoda nos parceiros de trabalho são pessoas que não se responsabilizam pelas suas atitudes e decisões. Quando o trabalho exige ética e compromisso temos que corresponder sempre a altura.
Os líderes devem ficar de olho nos feedbacks que recebe dos colaboradores e estar preparado para resolver os possíveis conflitos ou comportamentos que atrapalhem o desempenho da equipe. Manter um ambiente agradável e com uma relacionamentos saudáveis faz com que os resultados e metas propostos ganhem fôlego novo todos os dias. Vale ficar de olho!
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Este post é uma adaptação do Sucesso News.

Dar um Bom Resultado ou uma Boa Desculpa?



Hoje as empresas procuram quem ofereça resultados, pois quem justifica e dá desculpas virou lugar comum

Recentemente num bate papo ele falou a seguinte frase: as pessoas que não entregam "o combinado", o resultado esperado, só tem uma coisa a fazer : DAR UMA BOA DESCULPA.

Então podemos entender o seguinte: ou você dá um RESULTADO, ou uma DESCULPA.

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Normalmente, as pessoas que não concluem seus objetivos ,estão focadas em dar desculpas pelas suas falhas. Acham normal não cumprir com o combinado.Cada dia fica mais difícil encontrar pessoas FOCADAS na solução.

Aliás, se eu escrevesse um livro SOBRE AS DESCULPAS MAIS COMUNS APRESENTADAS ,não seria um livro só, seria no mínimo uma série de uns 10 livros com 500 páginas cada um. AS PESSOAS ESTÃO SE ESPECIALIZANDO EM DAR DESCULPAS, o que é lamentável, já que o mercado corporativo quer saber de RESULTADOS.

Na realidade o mercado pouco se importa com todo o seu esforço , suas dificuldades, tombos, etc, o mercado quer saber quais resultados você apresentará.Você pode ser carismático, amigável, fácil de lidar,mas se seus resultados forem aquém do esperado, saiba que seus dias estão contados.Pode parecer cruel este meu posicionamento, mas é a realidade. O mundo não tem tempo a perder com pessoas que querem assistir o sucesso dos outros.

O mundo está aberto a quem quer ser protagonista e as portas se abrem para quem sabe o que quer e o que esperam dele. Pessoas assim sabem que estão neste planeta para FAZER A DIFERENÇA e que NÃO ESTÃO DE FÉRIAS. Que cumprir prazos é fundamental. SER DISCIPLINADO E PERSEVERANTE são grandes qualidades.

Em muitas entrevistas de emprego ou conversar com outros profissionais, pergunto: porque uma empresa deveria lhe contratar? Que resultados você entregará? Qual o seu diferencial? Que problemas você se propõe a solucionar? E para minha tristeza e decepção a resposta não ocorre e o que vejo é uma pessoa com cara de espanto querendo dizer apenas: O QUE VOCÊ QUER DIZER COM ISSO?

Se você quer fazer parte do TIME que dá resultados e apresenta ALTA PERFORMANCE, por favor, responda à essas perguntas e NÃO SEJA MAIS UM. O mercado tá cheio de MESMICE, cheio de gente copiando e nada criando. Muitos sequer tem ideias próprias, são meros papagaios repetindo o que leram ou ouviram de outras pessoas.
Business Focus



E tudo isso, faz parte de uma educação de terceiro mundo como é a nossa que educa para SERMOS IGUAIS, NOS ENQUADRARMOS NO MODELO, PARA ACEITARMOS TUDO sem questionar, e principalmente, para sermos EMPREGADOS de alguém e acatar todas as ordens.

Ser empregado de alguém não é problema algum, nem demérito, o problema está em achar que o PATRÃO é seu dono e que dele devem partir todas as ordens e que você, apenas deve executar sem questionar ou nada a acrescentar , anulando-se completamente como profissional, como pessoa.Vejo verdadeiros gênios sendo anulados por um sistema que os faz abaixar a cabeça e garantir o seu emprego. Vejo gênios com alto potencial serem aniquilados porque alguém incutiu neles a crença de que ELES NÃO SÃO CAPAZES, mas na realidade são pessoas brilhantes atuando no anonimato. E VOCÊ PODE SER UMA DESSAS PESSOAS BRILHANTES VIVENDO NA SOMBRA DE ALGUÉM que você, provavelmente, reverencia e considera um ser superior a você.NINGUÉM É SUPERIOR A NINGUÉM.

Reverenciar pessoas, também, não é problema algum, desde que você não se anule e essa pessoa lhe dê oportunidades de crescimento pessoal e profissional.Por favor, pare de dar desculpas, olhe ao seu redor, veja a realidade e SINTA QUE VOCÊ PODE IR ALÉM.

Nós precisamos de pessoas como você, ACREDITE.Mas saiba, quais resultados esperam de você.

SE FOR PRAZO,CUMPRA

SE FOR META, ULTRAPASSE.

SE FOR IDÉIAS, APRESENTE-AS.

SE FOR ESTRATÉGIAS, APLIQUE-AS.

Parta para a ação. RESULTADO SÓ ACONTECE se você AGIR.

COMECE AGORA.OU ENTÃO..DÊ UMA BOA DESCULPA...aliás, mais uma.

E você vai dar um bom resultado ou mais uma desculpa? Comentem e nos acompanhem noTwitter, RSS e Facebook.


Este post é uma adaptação do Administradores.

Um modo diferente de demolir uma ponte


Você sabe como é feita a demolição de uma ponte? Se a primeira coisa em que você pensou foi uma explosão, saiba que existe uma forma muito mais delicada, paciente e eficaz para colocar uma gigantesca estrutura de concreto no chão.


O vídeo abaixo mostra como foi feita a demolição de uma ponte na Inglaterra, no mês de Abril. Durante 18 horas, foram capturadas cerca de 4 mil imagens do processo, utilizando-se uma câmera Canon 5D Mark II. O período inclui ainda o tempo de limpeza e liberação das pistas que cruzam a antiga estrutura.



Será que isso seria feito em 1 dia no Brasil? Comentem e nos acompanhem noTwitterRSS eFacebook.

Este post é uma adaptação do Gizmodo.

6 dicas de como falar de salário na entrevista de emprego

Tenha parâmetros sobre as faixas salariais no mercado antes de nutrir expectativas (e tomar sua decisão)
Os especialistas recomendam: na hora de avaliar uma proposta de emprego, o salário não pode ser o único critério. Isso não significa, contudo, que o pacote de remuneração não seja um fator importante para essa decisão. Mas como abordar o assunto com o recrutador?
Há quem vá direto ao ponto e já no primeiro contato telefônico pergunte sobre questões monetárias. Se você se insere neste grupo, sinal vermelho. De cara, você pode queimar sua reputação ou, pior, perder uma boa oportunidade. "Isso indica que seu principal interesse é o salário e não a empresa ou o trabalho em si”, diz Eliane Figueiredo, da Projeto RH.
O ideal, segundo os especialistas, é ter cautela. “A entrevista de emprego é o momento da para a empresa conhecer o candidato”, lembra Marshal Raffa, diretor-executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos. Em outras palavras, nada de colocar o recrutador na parede ou já partir para uma negociação salarial.
O assunto, contudo, não é um tabu. “Em um mercado aquecido, ninguém quer trocar seis por meia dúzia. Todos querem alguma vantagem”, diz Eliane. Por isso, vale sim conversar sobre o pacote de remuneração na entrevista. Como se vê, a questão não é o tópico, mas sim a maneira como você irá tratá-lo.

1. Seja paciente

Tocar no assunto logo no primeiro contato telefônico ou começar a entrevista já por esse viés é sinal de gafe na certa. O ideal, segundo os especialistas é deixar para o recrutador a responsabilidade de entrar na questão salarial. Geralmente, o headhunter já fala sobre valores ao expor detalhes sobre a vaga.

2. Jogue a pergunta de volta

Se, no entanto, ele perguntar sobre qual é a sua pretensão salarial, a dica de Raffa é jogar a questão de volta para a empresa. “Pergunte sobre qual a faixa salarial que a empresa está pretendendo oferecer”, diz.
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3. Contextualize

Agora, para não deixar o recrutador sem resposta, uma boa estratégia é oferecer informações sobre o seu contexto atual. Enumere o pacote de benefícios atual e a sua condição na empresa – se tem chances de crescimento na carreira, por exemplo.

4. Crie parâmetros

Se você acabou de retornar de um MBA no exterior ou está se candidatando a uma vaga superior a que você estava na empresa anterior, a dica é deixar isso claro para que o recrutador entenda que, por estar mais qualificado, você pretende receber uma remuneração superior.
Cuidado ao abrir sua meta. “Você pode passar para o entrevistador que aquele é um objetivo fixo. Se a oferta da empresa for maior, isso indica que você pode não estar realmente apto para a oportunidade”, diz Raffa. Se a proposta for menor que o valor apresentado por você, diminuem-se as chances de negociação com a empresa.
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5. Não seja megalomaníaco

Cuidado com a falta de bom senso. Antes de ir para uma entrevista de emprego, atualize-se sobre a faixa salarial de sua área de atuação e cargo. Não adianta nutrir expectativas hiperbólicas em relação a esse assunto. Se você ganha 5 mil reais hoje não espere, por exemplo, em uma única movimentação de carreira receber um aumento para 20 mil reais, por exemplo.

6. Não seja obcecado

Não foque apenas no salário. Olhe para a proposta de emprego como um todo. Itens como benefícios, plano de carreira e até a cultura da empresa devem entrar no seu balanço final.

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Este post é uma adaptação do Bemlegaus.

Além de inovar é preciso executar a inovação

Após os post Desenvolva a cultura inovadora com as perguntas certas e Infográfico: 12 entraves para a ausência de inovação temos um vídeo sobre o tema.
A geração da ideia é a parte sexy e divertida do processo de inovação, nas palavras de Chris Trimble, professor da Tuck School of Business. Mas depois disso há um duro trabalho que precisa ser executado.

Como montar uma equipe correta para esse desafio e lidar com os conflitos entre inovação e processos em andamento são alguns dos destaques da entrevista, feita pela jornalista Patricia Buneker.

E você já consegue planejar a sua inovação? Comentem e nos acompanhem noTwitter,RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do HSM

Infográfico: 12 entraves para a ausência de inovação

O Portal HSM publicou este fantástico infográfico sobre inovação. Mostrando quais os setores mais inovam, e complementa quais são os aspectos que impedem a inovação de uma determinada empresa.
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Confira o infográfico:
 

E você anda inovando? Comentem e nos acompanhem noTwitter,RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do HSM.

Após os cases para Tablet e Celulares, conheça agora o Case de Camisa

Uma camisa para amassar não precisa muito, principalmente se é preciso transportá-la em bolsas e mochilas. Por isto tenho certeza que muita gente vai curtir esta novidade.

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A “Shirt Shuttle” é basicamente um case protetor, criado especialmente para levar uma (só uma mesmo) camisa social pra cima e pra baixo, mantendo-a sempre lisinha e intacta. Basta seguir o passo-a-passo, prendendo e dobrando a dita cuja conforme instruções e pronto!

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Ideal para quem vai de bicicleta para o trabalho, para depois da academia, em viagens, etc. Leve, resistente e a prova d'água, a “Shirt Shuttle” mede aproximadamente 36, x 25,5 x 6 cm e custa 30 libras no site da marca.

Demostração

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Este post é uma adaptação do Bemlegaus.

Desenvolva a cultura inovadora com as perguntas certas

Incorporar o pensamento criativo ao trabalho aproxima colaboradores da alta gestão e ajuda a enfrentar mudanças constantes
Há menos de uma década, a capacidade de planejamento estratégico de uma corporação era, provavelmente, seu maior trunfo. Para o bem e para o mal, essa sacada foi por água abaixo. Com mudanças cada vez mais velozes, é impossível saber o que acontecerá com o seu negócio em alguns anos.
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Em palestra no MIT Sloan Management  (Massachusets Institute of Technology), Emmanuel Maceda, dirigente da Bain & Company, contou como a companhia superou a crise econômica mundial baseada na liderança inovadora. Na companhia, a liderança inovadora se baseia em três pilares: clientes, pessoas e produtos.
Na prática, isso significa que, por exemplo, mesmo altos diretores lidam diretamente com os clientes, para que tenham noção de como se a empresa é percebida pelo mercado. A finalidade, revela Maceda, é “fazer das pessoas o coração sustentável da vantagem competitiva da companhia”. 
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Quando a capacidade de adivinhar o futuro se esvai, outras habilidades ganham destaque. Talvez a mais abrangente seja a gestão de equipe inovadora e criativa, capaz de fazer as perguntas certas.
A capacidade de fazer perguntas desafiadoras é coibida por muitas empresas que pressionam os colaboradores pela resposta certa. Para Jairo Siqueira, consultor em criatividade, inovação e negociação, estimular que os funcionários façam perguntas é um atalho para o desenvolvimento da cultura inovadora.
As seis habilidades necessárias ao pensamento inovador são, segundo estudo do Center for Creative Leadership:
  1. prestar atenção;
  2. personalização;
  3. associação de imagens;
  4. atitudes sérias;
  5. pesquisa colaborativa;
  6. perspicácia.
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Confira dicas que valorizam o pensamento inovador.
  1. Abertura: a empresa precisa deixar claro que está aberta a mudanças que agreguem valor.
  2. Exemplo: ao inovar na forma de trabalho, os gestores dão o exemplo e motivam as pessoas a apresentarem sugestões.
  3. Troca de experiências: sem espaço para individualismo, a saída é estimular o trabalho em equipe e a troca de ideias.
  4. Suporte ao erro: é por meio dos erros que se encontra o caminho para o aprendizado. Os colaboradores devem ter consciência de que podem errar.
  5. Descentralização: o líder deve nortear as ações, mas não concentrar funções, boicotando a autonomia das pessoas e, assim, matando a criatividade.
  6. Comunicação integral: se a criatividade é valorizada, a empresa precisa dispor de canais de comunicação acessíveis.

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Este post é uma adaptação do HSM.

Avião de passageiros voou quase de cabeça pra baixo por causa de piloto distraído

Um avião da ANA (All Nippon Airways) rumo a Tóquio com 117 passageiros a bordo passou por um susto neste mês. Um dos pilotos, por acidente, fez um Boeing 737-700 voar quase de barriga pra cima. Como deve ser horrendo voar de cabeça pra baixo!
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Eis o que aconteceu: o copiloto confundiu a alavanca de compensação do leme com a trava da porta da cabine, então quando ele “abriu a porta” para o capitão, na verdade ele fez o avião girar 132° e cair 1.900m em 30 segundos. De acordo com investigações internacionais, “a aeronave de corpo estreito continuou a se inclinar até chegar a 131,7 graus à esquerda, deixando-a quase de barriga para cima. O nariz do avião apontou para baixo a até 35 graus em dado momento.”
Um 737 não é um avião de aeromodelismo. Ele não deveria estar girando no céu, especialmente com passageiros a bordo. Felizmente, todos estão a salvo – só dois comissários de bordo se machucaram, e alguns passageiros reclamaram que se sentiam um pouco mal.

E você fica ai reclamando do seu último voo! Comentem e nos acompanhem no Twitter,RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Gizmodo

Impressora com tela sensível ao toque ou o seu robô cinzento?

Após a Artefact Group ter criado  Conceito Câmera Futura que já narramos aqui no blog, eles vem com o conceito de uma impressora sensível ao toque.
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Todos concordamos que o universo das impressoras, quando comparado com outros dentro da tecnologia, ainda é bastante menos evoluído. A impressão, para quem está em casa, ainda se resume à experiência pouco intuitiva do robô cinzento a um canto do escritório que de vez em quando lá cospe umas folhas depois de nos passearmos pelas ‘settings’ do computador na tentativa de que aquela fotografia de que gostamos realmente saísse direito.
Segundo os ArtefactGroup, a falta de evolução nas impressoras deve-se não à falta de avanços tecnológicos, mas sim avanços ao nível do design. Foi com isto em mente que se decidiram a explorar de que forma é que poderiam enriquecer a experiência da impressão.
A empresa norte-americana Artefact, de Seattle, especialista em desenvolver pesquisas, conceitos e melhores práticas de design e tecnologia, fortalece o conceito touch com o projeto SWYP: See What You Print (“veja o que você imprime”).
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Trata-se de uma impressora com pré-visualização em tela sensível ao toque. Suas fotos transferidas (sem fio) de uma câmera ou armazenadas no computador e nas redes sociais, por exemplo, seriam visualizadas, ajustadas e impressas através da própria impressora. Resultados de cores tornariam-se previsíveis, com uma tela sempre calibrada para a impressora.
Uma maneira radicalmente simples e inovadora de lidar com usabilidade, eliminando o doloroso e lento processo de impressão.
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O projeto SWYP desperta a possibilidade de que, num futuro próximo, câmeras fotográficas e celulares possuam por padrão uma impressora integrada. Um avanço no que os japoneses fizeram em 2008. Se teríamos papel diferente, suficiente ou outra matéria-prima para tantas fotos, é outro assunto.
No vídeo abaixo, a SWYP em funcionamento. Na pior das hipóteses, vale refletir sobre o conceito.

Quando eu vi este vídeo e vi o Conceito da Câmera Futura, eu tive que colocar o vídeo da câmera aqui também, pois é muito legal.

E você já viu uma impressora assim? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Update or Die, Artefact Group e Gente de Conteudo.

A Google está destruindo a sua memória? Ou está apenas te ajudando?

Se você acha que a sua memória está ficando ruim, isso ao longo dos últimos dez anos ou mais, pode não ser a perda de memória devido ao envelhecimento. Pode ser devido à forma como Google está armazenando e disponibilizando estas informações.

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Por que se preocupar armazenar uma quantidade volumosa de conhecimento em nossa massa cinzenta quando podemos apenas realizar um consulta para ter estas mesmas informações?

Esta evolução de como aprender a buscar informação pode nos permitir ser mais eficiente nas nossas atividades. Mas o que acontece com a sociedade quando se tornar excessivamente dependente do Google para fazer o trabalho de nossos cérebros sempre fizeram?

Confira os prós e contras no infográfico abaixo:



E vocês acham que a google está te ajudando ou destruindo a sua memória? Além disso o que mais o google faz por você? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.


Este post é uma adaptação do Update or Die e Business Insider.

Quem está olhando para o seu futuro? Ninguém?

Todas as empresas, principalmente as médias e grandes empresas estão ou deveria estar preocupadas com o futuro do seus funcionário, isso é com o plano de carreira dos mesmo. Mas cada um é responsável por definir seus objetivos, isto é, definir onde, quando e como atingir suas metas.
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O grande problema para as empresas é o conflito de planeja a carreira dos funcionário e poder dar uma carreira para os mesmo. Isso pelo simples fato de que não existe mais o espaço para se "FAZER CARREIRA", por que as empresas já não podem mais garantir uma estabilidade, pois nem mesmo as empresas possuem esta estabilidade, devido os problemas financeiros, vendas e compras e outras coisas do mundo corporativo.
Mas isso não quer dizer que os funcionário não devem ter plano de carreira. O plano de carreira tem por objetivo colocar a pessoa nos trilhos do sucesso pessoal, profissional, familiar e comunitário, programando, assim, o crescimento nas quatro áreas de maneira eficaz.
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Ele possibilita programar o tempo necessário para alcançar os objetivos e avaliar se os conhecimentos são suficientes ou não para realizar os projetos. Se não for, onde e quando buscá-lo? Do que precisa abrir mão, no presente ou no futuro, para tornar real os sonhos? Investir mais ou menos energias em determinado momento, ajuda a conhecer tendências do mercado futuro e se programar para ser bem sucedido nas mudanças.
O plano de carreira ajuda a pessoa a ter controle sobre sua própria vida evitando que perca tempo, conhecimentos, dinheiro, energias com que não vai trazes os resultados esperados. Para a empresa: diminui riscos, rotatividade, funcionários motivados, aumenta a produtividade, qualidades dos serviços e ganhos financeiros entre outras coisas.

Existem um momento para elaborar um plano de carreira?

    1. Quando não se definiu o que almeja na vida, em que mercado trabalhar, qual curso fazer, qual profissão seguir para o resto da vida útil. Ou ainda, aquele que passou por uma decepção profissional e quer encontrar uma nova carreira ou busca ter seu negocio próprio...
    2. Quando a pessoa que trabalhou por vários anos em um seguimento do mercado e perdeu o emprego por motivo de idade ou por ser uma profissão que esta a caminha da extinção; a pessoa que tenha dificuldade de se recolocar na mesma atividade e por isso busca uma nova profissão...
    3. Quando uma pessoa trabalhou algum tempo em uma empresa e pretende mudar de departamento ou cargo dentro da própria empresa e tem encontrado dificuldades para alcançar seus objetivos dentro da empresa ou organizar-se para abrir e administrar um negocio próprio paralelo à sua atividade na empresa, se preparar para mudar de emprego...
    4. Quando se tem seu próprio negocio, mas não esta progredindo como gostaria; quem tem sua empresa bem sucedida e pretende buscar uma segunda opção no mercado, ou, quando está deixando de trabalhar por conta própria e quer voltar ao mercado com carteira assinada...
    5. Quando a pessoa se aposentou ou esta prestes a se aposentar e não quer ficar parado; quando esta fora do mercado de trabalho por motivo (particulares).
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    Para cada momento desses o plano de carreira tem suas variáveis, porem, ele é de suma importância para que a pessoa chegue aos seus objetivos mais rápidos e com eficácia.

    Plano de carreira funciona?

    Sim. Se a pessoa tiver disciplina, determinação, paciência e abrir mão das facilidades em prol dos seus objetivos. Sempre encontro pessoas com um potencial enorme, mas não chega a lugar algum ou demora muito mais que deveria para alcançar seus objetivos e, às vezes, até perdem o emprego ou oportunidade de crescimento por não terem um plano de carreira.
    Agora que sabemos que cada um de nós temos que olhar para o nosso futuro, vamos em um próximo post falar como se faz um plano de carreira.

    O que mais vocês querem saber sobre plano de carreira? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Administradores e Imasters.

    No aeroporto e morrendo de sono? Um caixa para dormir pode te ajudar

    Viajar não é uma opção para uma série de pessoas, cujo a viagem faz parte do seu dia a dia. Já até tinha feito um post sobre o stress, 5 dicas para evitar o stress das viagens aéreas.
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    Eu pessoalmente não gosto de viajar por uma série de motivos, mas um dos que mais me incomoda é ter que ficar sentado esperando, principalmente quando estou morrendo de sono. Por isso quando eu vi esta notícia eu achei muito legal.
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    É sobre uma caixa para dormir (Sleepbox), isso mesmo é simplesmente um local pequeno que você poder passar algumas horas. Ela foi criado por um escritório russo de arquitetura Arch Group criou a Sleepbox, literalmente uma caixa para dormir.
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    O conceito foi apresentado pela empresa em 2009, e agora, desde o mês passado, tem a sua primeira unidade instalada em Moscou, no aeroporto Sheremetyevo.
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    Contendo duas camas, é possível alugar a Sleepbox no mínimo por 30 minutos, ou por várias horas. Dentro, além de espaço para malas, o hóspede encontra tomadas para carregar celular e notebook.
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    Com certeza não é a melhor acomodação, mas certamente é bem mais confortável que dormir em alguma cadeira do aeroporto, compare as fotos.

    Temos alguma outra coisa que podemos nos ajudar em viagens?Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Brainstorm9.

    O que você não precisa incluir no currículo

    Na ansiedade para conquistar o emprego dos sonhos, há quem tente apostar todas as suas fichas no currículo. Nada errado com isso, claro. O problema é exagerar e listar informações desnecessárias.

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    Aqui colocamos quais são os dados que você, definitivamente, não precisa incluir no seu currículo

    Fotos

    Se você não é candidato a uma vaga de modelo (ou outra posição que dependa da sua aparência física), fotos e poses suas tornam-se completamente desnecessárias.

    E pior: se a foto estiver em alta resolução (e tornar a mensagem de e-mail pesada) você até pode ganhar um ponto negativo aos olhos do recrutador.

    Quando fotos constam na lista de exigências do processo de seleção, seja cuidadoso. Nada de enviar imagens que ofusquem suas qualidades profissionais. Prefira fotos que denotem seriedade.

    Documentos

    Há alguns anos, currículo bom era aquele que listava, em minúcias, todos os dados pessoais possíveis. Estado civil, quantidade de filhos, RG, CPF e, às vezes, até hobbies. Tudo. Tudo ia parar no documento.

    Para os desavisados: essa regra, definitivamente, acabou. No máximo, cite qual seu estado civil. O foco no currículo são suas qualificações, não quem você é depois do expediente. Deixe isso para a entrevista.

    Lista de referências

    As referências profissionais anteriores também caíram no ostracismo do processo de recrutamento atual. O currículo tem o papel de introduzir o candidato ao recrutador. Nas fases seguintes do processo de seleção, ele, por si só, irá checar se você é tão bom quanto afirma no currículo e entrevista. É claro que você tem que colocar os locais onde trabalhou anteriormente.

    Pretensão salarial

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    Pode ser um tiro no pé colocar em letras garrafais o quanto você quer receber em termos monetários. Essa prática pode diminuir as chances de negociação futura e, pior, pode colocar você fora do processo.

    Novamente, o objetivo do currículo é mostrar quais são suas qualificações, não o seu valor de mercado.

    Se a pretensão salarial constar nos requisitos do processo, a dica de Eliane Figueiredo, da Projeto RH, é listar seu salário atual. E nada mais.

    Cursos do século passado

    Há quem adicione cursos extracurriculares feitos há mais de uma década no currículo. Não caia nesse erro. De preferências apenas para as atividades mais recentes - exceto cursos de graduação e pós-graduação.

    O que mais vocês acham que um currículo não precisa ter? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação do Exame.

    7 coisas que não devem ser ditas aos clientes

    Antes de ser empresário ou vendedor você é cliente e sabe muito bem do que gosta e do que não gosta de ouvir quando vai adquirir um produto ou serviço.
    Recentemente, entrei em uma loja de ferragens para comprar um parafuso para um carrinho de mão. O único pino de metal que tinham era comprido demais, por isso o vendedor se ofereceu gentilmente para cortá-lo no tamanho adequado. Enquanto ele estava serrando, um dos proprietários da loja veio gingando de cara feia e disse rispidamente: "Ele não tem uma serra em casa?"
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    É verdade, todos já ouvimos observações, comentários e indiscrições desse tipo em estabelecimentos de diversos tamanhos e segmentos, mas isso não significa que devemos ser tratados assim. Abaixo, com base em meus próprios tropeções ao longo da dura estrada dos enganos verbais, apresento algumas das coisas que um cliente jamais deve ouvir em sua empresa:

    Por que você está fazendo isso por ele?

    É basicamente o que o dono da loja de ferragens quis dizer com seu comentário insolente. Pode parecer ridículo ter que explicar isto, mas o atendimento ao cliente — seja um serviço comum ou algo que vai além de suas obrigações — nunca deve ser questionado na frente da pessoa que tem um cartão de crédito nas mãos. Além de grosseira, esse tipo de atitude demonstra que o empresário não conhece o significado de "atendimento ao cliente" ou não se preocupa em saber se seus funcionários realizam ou não tal serviço.

    Tem certeza de que pode pagar?

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    Em uma visita a uma estufa, ouvi o gerente persuadir uma funcionária a "informar que o produto era caro" antes de desenrolar uma manta de jardim para me mostrar. Esse tipo de observação questiona a capacidade do cliente de pagar pela mercadoria, além de indicar preguiça de mostrar itens que podem acabar voltando para a prateleira. Não significa que você não deve fazer o favor de informar ao cliente que algo custa caro, mas não o faça com a conotação de que o produto está acima de suas possibilidades.

    Que idiota esse cara que acabou de sair!

    Dito por um caixa de supermercado ao colega enquanto eu aguardava para pagar um pacote de salgadinho para os meus filhos. É desnecessário dizer que nem todos os clientes são angelicais nas palavras e atitudes, mas comentar sobre eles com outro funcionário — ou pior, com um cliente — mostra falta de discrição e de profissionalismo. Se um dia você ou um de seus funcionários falar mal de um cliente em voz alta, é melhor devorar o saquinho mais próximo de salgadinhos. Esteja certo de que o erro não se repetirá.

    Não temos esse produto

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    Embora seja uma frase sucinta, é uma falha reincidente, cometida há pouco tempo pela balconista de uma farmácia quando lhe perguntei se vendiam uma certa marca de pasta de dentes (depois de sua resposta de quatro palavras, ela manteve o olhar vidrado, como se não me visse ali e estivesse procurando navios no horizonte). Naturalmente, os estoques acabam ou o estabelecimento pode não trabalhar com determinado serviço ou produto, mas responder com um simples "não" ou palavras equivalentes é como dizer "E não volte mais!". Não deixe as coisas vagas desse jeito. Em vez disso, ofereça produtos similares ao cliente. Talvez ele aceite comprar um substituto igualmente útil. Você pode até mostrar sua boa vontade indicando outras lojas ou concorrentes.

    Que nome ______! (Escolha "diferente", "engraçado", "incomum", "bizarro", etc.)

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    Não me entenda mal. Eu sei que meu sobrenome é um tanto, digamos, esotérico. Mas não gosto muito da atenção que recebo quando um bobão sem graça discorre insensivelmente sobre o nome da minha família. Não é nada delicado. Eu não me aborreço, mas nem todos são assim. Adote a política de nunca comentar sobre o nome e/ou sobrenome de um cliente, pois até a curiosidade bem-intencionada pode ser inapropriada. É muito mais prudente perguntar como é a pronúncia correta do nome dele.

    Não sei nada desse assunto, mas vou continuar falando mesmo assim

    Essa é a versão "genérica" de uma série de comentários impensados, cujos exemplos vão da funcionária do banco que grita recomendações sobre fundos de investimento para o cliente ("Ouvi dizer que eles dão dinheiro!") até a recepcionista do consultório médico que diz a uma paciente que ela pode precisar de uma biopsia. Não reprima o ímpeto de seus funcionários de ajudar os clientes, mas recomende que se atenham aos temas que conhecem. E, quando não souberem alguma coisa, deverão levar o cliente a um funcionário que saiba.

    Eu apenas trabalho aqui

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    Esse clichê — proferido há pouco tempo por uma garçonete que me trouxera o prato errado pela terceira vez — deve ser enterrado para sempre ao lado daqueles ternos "zoot" dos anos 40 e de outras relíquias bizantinas. Em quatro palavras infelizes, o funcionário transmite uma total falta de entusiasmo ou envolvimento, sem falar na disposição para resolver o problema. Mantenha sua equipe ciente de que existem outras pessoas disponíveis e capazes de lidar com problemas que vão além de suas possibilidades.

    E vocês acham que tem mais alguma coisa que não podemos falar para o cliente? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação da Administradores.

    Por que bocejamos? Para esfriar o cérebro

    Da próxima vez que você bocejar em uma reunião, tente explicar ao seu chefe que não se trata de tédio ou cansaço, mas sim uma forma de esfriar a cabeça – literalmente.
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    Segundo uma nova pesquisa realizada com 160 pessoas pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o bocejo também funciona como um mecanismo que resfria o cérebro – e acontece mais vezes no inverno do que no verão.
    O estudo, liderado pelo pesquisador Andrew Gallup, é o primeiro envolvendo humanos que mostra como a frequência dos bocejos varia com as estações do ano. A conclusão, publicada na Frontiers in Evolutionary Neuroscience, é a de que as pessoas tem menor probabilidade de bocejar quando a temperatura ambiente é maior ou igual à do corpo. Ou seja: você deve bocejar mais em ambientes frios.

    Por que bocejamos?

    Ninguém sabe ao certo para que serve o bocejo – e é provável que ele esteja ligado a mais de uma função do corpo e possua mais de uma causa.
    Uma das hipóteses há tempos considerada pelos pesquisadores é a de que ele seria termorregulador, ou seja, teriam alguma função controlando a temperatura do corpo. O ato seria disparado por um aumento da temperatura do cérebro, e o efeito “refrescante” viria do aumento de fluxo sanguíneo na região (causada pelo alongamento da mandíbula) e pela entrada de ar mais frio no corpo (causada pela inalação).
    Estudos anteriores já haviam mostrado que a temperatura do cérebro de ratos cai após o bocejo, mas nunca uma pesquisa em humanos havia sido feita para avaliar se o ato está ligado à temperatura ambiente.
    Para isso, os pesquisadores documentaram a frequência de bocejos de 160 pessoas – 80 no inverno e 80 no verão. Eles selecionaram os participantes aleatoriamente, na rua, e, como bocejar é contagioso, mostraram a eles imagens de pessoas bocejando.
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    O resultado indica que a porcentagem de pessoas que bocejam no inverno é muito maior do que no verão. O resultado está de acordo com a teoria da termo regulação: a temperatura do ambiente daria ao bocejo sua utilidade. Se está quente demais, é inútil bocejar, porque o ar inalado não poderá resfriar o corpo.
    Outro dado constatado é que o bocejo está ligado ao tempo que as pessoas passam em ambientes abertos. Por exemplo, no verão, 40% dos bocejos ocorriam nos primeiros 5 minutos fora de um local fechado. Já o contrário acontece no inverno: a proporção de bocejos aumenta após cinco minutos ao ar livre.
    Os resultados obtidos ajudam os cientistas a entender a função do bocejo, indicando que se trata mesmo de uma função reguladora de temperatura, mas ainda não explicam a parte mais intrigante do ato: por que bocejar é tão contagioso?

    E você bocejou algumas vezes lendo isso?Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

    Este post é uma adaptação da Info.